Receita simples de pão sem glúten e sem leite!

Receita de pão sem glúten simples, postado em vídeo no Youtube.

A receita é bem simples, e não leva goma xantana na sua composição.

 Ingredientes:

  • 150g de farinha de arroz;
  • 50g de xícara de polvilho doce;
  • 50g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 1 colher de sopa de açúcar;
  • 20g de psillium;
  • 50ml de óleo de girassol;
  • 1 colher de sopa de vinagre;
  • 1 colher de sopa de fermento biológico seco;
  • 200ml de água;

_______________________________________Quer aprender a fazer pães sem glúten diferenciados, de forma mais artesanal e utilizando os equipamentos que todos tem em casa??? Esse e-book reúne as melhores receitas que criei sem glúten e muitas sem leite usando uma balança simples, batedeira e forno. 


Modo de preparo:

  1. Misturar os ingredientes secos, exceto o sal;
  2. Bater por 1 minuto para misturar bem;
  3. Acrescentar os ovos e continuar batendo a velocidade baixa;;
  4. Adicionar o óleo e o vinagre e misturar bem;
  5. Adicionar a água;
  6. Bater por 5 minutos;
  7. Adicionar o sal;
  8. Continuar batendo em velocidade média por mais 5 minutos;
  9. A massa vai ficar com a consistência de uma pomada;
  10. Em uma forma untada com óleo e farinha de arroz, despejar a massa;
  11. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  12. Deixar crescer por aproximadamente 45 minutos;
  13. Assar em forno pré aquecido a 180 graus por 40 minutos;

 Rendimento: Um pão de 450 gramas.

Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.


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Orecchiette de milho sem glúten e sem leite!!!

Segunda é dia de receita do chef, e hoje vamos de orecchiette ao sugo.

Já publicada no meu e-book natalino, essa receita tipicamente italiana, mas que tem sua história ligada ao seu grande “rival” gastronômico.

Remontam ao final do primeiro milênio relatos de produção de uma massa similar, com farinha de grão duro, na Provença Francesa.

É uma origem não comprovada, como a maioria das receitas que remontam dessa época, devido a dificuldade de encontrar e interpretar os relatos.

O que é “vero” e incontestável é que essa massa se tornou popular na Itália, mais precisamente nas regiões Puglia e Basilicata.

Essa receita que apresento hoje, utiliza farinha de milho como base e é feita toda manualmente, sem necessidade de nenhuma máquina pra modelar ou cortar a massa.


“Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!”

Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


Orecchiette de milho

Ingredientes:

  • 100g de farinha de milho fina;
  • 50g de amido de milho;
  • 50g de polvilho doce;
  • 10g de mix de goma xantana e goma guar;
  • 3 ovos;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de sal;
  • Água para dar ponto, se necessário

Modo de preparo:

1.Misturar bem a farinha, o amido, o polvilho e a goma para formar um mix;

2.Adicionar o sal e misturar;

3.Adicionar o azeite de oliva e os ovos;

4.Misturar bem com uma colher e depois com as mãos em umas bancada enfarinhada;

5.Se a massa ficar muito seca, pode adicionar um pouco de água ou até um ovo a mais a mistura;

6.Quando estiver bem uniforme, formar uma bolinha, envolver em filme plástico e levar a geladeira por 20 minutos;

7.Retirar da geladeira, cortar em 3 pedaços e com o auxilio do rolo ir abrindo para deixar a massa bem uniforme;

8.Fazer bolinhas bem pequenas, com no máximo 1,5cm de diâmetro;

9.Com o polegar, apertar no centro da bolinha para dar o formato da massa e apenas acertar as bordas para não ficarem muito grossas;

10.Cozinhar por 6 minutos em água fervente salgada, ou até que os orecchiette estejam  no ponto que voce preferir;

11.Servir com molho sugo ou qualquer molho da sua preferência;

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Biscoitos de natal Low Carb!!! Gingerbread!!!

Presente nas mesas natalinas de todo o hemisfério norte e também muito apreciado no Brasil.

Assim é o “ginger bread” ou “biscotti allo zenzero” ou biscoito de gengibre.

A lenda em torno de sua criação conta que um casal de velhinhos que não tinha filhos fez um biscoito em formato de boneco.

Quando ele terminou de assar e foi tirado do forno, sai correndo para não ser comido e todo mundo sai correndo atrás dele.

Assim nasceu a história do Gingerbread men.


 

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Mantendo a nossa linha sem glúten e agregando valor com uma receita low carb, trago a vocês a receita de hoje.

Ela foi desenvolvida pela Chef Michele Alam, especialista em gastronomia funcional e low carb e faz parte do nosso e-book de natal.

Vamos então a receita do biscoito? Segue abaixo:

 Biscoitos de gengibre low carb

Ingredientes: 

  • 75g de farinha de amendoas;
  • 25g de farinha de coco fina e branca;
  • 50g de xilitol;
  • 70g de manteiga;
  • 1 clara;
  • 20g de gengibre ralado;
  • Raspas de limão;

 


Modo de preparo:

1.Misturar todos os ingredientes secos;

2.Incorpore a manteiga em temperatura ambiente;

3.Acrescente a clara e misture bem ara formar uma massa homogênea;

4.Estique a massa sobre o papel manteiga com a ajuda de um plástico por cima da massa;

5.Leve para a geladeira por 2 horas;

6.Retire da geladeira, retire o plástico e coloque a massa que está sobre o papel manteiga em uma forma;

7.Asse em forno pré aquecido a 130 graus por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja dourada;

8.Ainda quente, use os moldes para formatar os biscoitos;

 Rendimento: 15 biscoitos. 


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

Para fazer o download gratuito, basta clicar na foto abaixo e cadastrar no site para receber o link para download. 


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Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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Biscoito Savoiardi – A história e a receita sem glúten do biscoito base do tiramisú!!!

O biscoito Savoiardi, também conhecido no Brasil como biscoito champagne, é um biscoito leve e de forma alongada.

O biscoito tem origem italiana e é utilizado para fazer o verdadeiro tiramisu.

A história dessa receita, assim como de várias outras tem várias versões e várias lendas a respeito.

Como eu estou vivendo e estudando no Piemonte, na região noroeste da Itália, vou reproduzir aqui a história contada nessa região.

A Itália como conhecemos só tem sua unificação formada em torno de 150 anos atrás.

O movimento de unificação é conhecido como Ressurgimento e aconteceu entre os anos 1815 e 1870.

Antes disso a Itália era dividida em vários territórios e entre eles o ducado de Savoia, onde surgiu nossa receita de hoje.

Mapa dos reinos e ducados da Itália por volta do século 15.

Pela metade dos anos 1.300, o rei da França estava em visita ao Piemonte (ducado de Savoia) e o duque Amedeo VI di Savoia, para recebe-lo, organizou um verdadeiro banquete.

Ele queria que fosse feito um biscoito marcante, diferente de todos os que já tinham no Piemonte.

Assim então nasceu esse biscoito de estrutura leve e aerada, que a partir desse jantar,  foi difundido por toda a Europa.

O nome “Savoiardi”, como é conhecido na Itália, é uma homenagem ao duque.

Mas na língua inglesa ele é conhecido como ladyfinger biscuit, ou biscoito champagne no Brasil



Receita de biscoitos Savoiardi

A receita é bem simples e rápida de ser executada, não requer muita habilidade culinária, apenas certo controle com o saco de confeitar.

 Ingredientes:

  • 60g de farinha de arroz;
  • 60g de açúcar refinado;
  • 2 ovos grandes (minimo de 50g cada um);
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de café de essência de baunilha (opcional);
  • Açúcar de confeiteiro (opcional) para polvilhar;


Modo de Preparo

  1. Bater as gemas com o açúcar e a essência de baunilha até obter uma consistência cremosa;
  2. Peneirar a farinha e misturar bem com a gema e o açúcar batidos;
  3. Montar as claras em neve com uma pitada de sal;
  4. Misturar as claras ao resto dos ingredientes, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Levar tudo para um saco de confeitar, fazer uma abertura circular de uns 2cm de diâmetro;
  6. Em uma forma com papel manteiga, montar os biscoitos, de forma alongada, espaçando 2cm entre cada um;
  7. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 12 minutos (não deixar dourar demais);
  8. Pode-se polvilhar açúcar de confeiteiro ou servir assim mesmo;

 Rendimento: Aproximadamente 20 biscoitos savoiardi (depende do tamanho que forem moldados quando colocar na forma).

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5 coisas que todos que convivem com celíaco deviam saber!!!

A descoberta da doença celíaca é uma revolução na vida de qualquer pessoa.

A dieta muda radicalmente, tudo o que antes fazia parte de uma alimentação “normal” agora parece proibido.

Mas apesar disso, o que mais dificulta a adaptação o celíaco a nova realidade, acreditem, é o desconhecimento das pessoas mais próximas, principalmente da família, quanto a doença e as necessidades do celíaco.

Por isso listamos 5 coisas que todo mundo que convive com um celíaco deve saber

1. É doença, não é frescura ou dieta da moda!

A doença celíaca é uma reação imunológica do organismo ao glúten.

O consumo do glúten por um celíaco causa grave inflamação no intestino e dificuldade de absorção dos nutrientes dos alimentos.

Portanto, o celíaco não está fazendo a dieta da moda.

E também não está de frescura quando diz que não pode comer pão, massa, bolos ou qualquer outro alimento que contenha trigo, centeio, cevada, etc.

2. Vai fazer mal sim!

É só um pedacinho, não vai fazer mal! Vai fazer mal sim.

Qualquer alimento com glúten faz mal sim ao celíaco.

Em alguns isso se manifesta de maneira rápida, com dores abdominais, dores nas articulações.

Em outros a reação pode ser silenciosa, mas não menos perigosa.

Quem tem o diagnóstico de doença celíaca não pode definitivamente consumir produtos com glúten.


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 3. Contaminação cruzada no ambiente doméstico!

Vamos assar um pão de queijo no forno de casa.

Se o forno for novo, e nunca tiver sido usado para fazer qualquer produto com glúten, tudo bem.

Caso contrário, vai acontecer a contaminação cruzada, que é quando as partículas de glúten contaminam alimentos sem glúten.

Fornos convencionais, fornos de micro-ondas, liquidificadores, sanduicheiras, batedeiras e demais utensílios que já foram usados com glúten estão tecnicamente contaminados.

Pode ser feita uma descontaminação, que é uma limpeza profunda de todos os utensílios, mas que não é garantia total de contaminação (lembra que qualquer pedacinho faz mal??).

Ou então deve ser feita a substituição de todos esses utensílios ou uso de utensílios separados.

Entende-se por separados, os utensílios/equipamentos de uso exclusivo e que tenham armazenamento e higienização também exclusivos.

4. Contaminação cruzada em restaurantes!

Vamos comer naquele restaurante que sempre comemos.

Ai está um ponto bem polêmico. Hoje temos vários restaurantes exclusivos, que trabalham com alimentação sem glúten.

Estes ai são altamente recomendados para os celíacos.

Os demais restaurantes, são uma roleta russa.

Vou dar exemplos: Você vai num restaurante e pede bife, com arroz e batatas fritas.

Até ai tudo bem, 3 alimentos naturalmente sem glúten (carne, arroz e batata), mas o que você não sabe é que os 3 podem estar contaminados.

Primeiro pelo simples fato de que o trigo se propaga no ar e pode ter contaminação cruzada no ambiente ou utensílios.

Mas também pelo fato de que as preparações em restaurantes podem contaminar o alimento.

O bife pode ter sido grelhado após ter sido passado levemente na farinha de trigo para ganhar uma “corzinha” mais atraente.

O arroz pode ter sido temperado com temperos prontos industrializados que podem conter glúten.

E as batatas podem ter sido fritas no mesmo óleo que já fritou empanados ou pasteis.

Então, antes de comer tranquilamente num restaurante, preocupe-se em saber como foram preparados.

Eu recomendo, se possível, não se alimentar em restaurantes a não ser que tenha certeza da manipulação dos alimentos



5. Tem cura?

Quem nunca ouviu: É só uma fase, depois passa! Não. Definitivamente não.

A doença celíaca, infelizmente, ainda é uma doença sem cura.

O único tratamento possível para o celíaco é se manter 100% numa dieta livre de glúten.

Portanto, para o celíaco, a reintrodução de alimentos com glúten não é uma opção, a não ser que uma cura, vacina ou algo do tipo seja criado no futuro.



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Conclusões e recomendações

O que se conclui disso é que a doença celíaca deve ser levada a sério.

Parentes e amigos de celíacos devem estar cientes da doença e dos cuidados.

Os celíacos devem sim estarem integrados a sociedade, ter a possibilidade de se alimentar em grupo, mas alguns pequenos cuidados devem ser respeitados.

Não é frescura, não é uma condição passageira, mas tudo pode ser adaptado.

E para as famílias que descobrem a doença celíaca em algum membro da casa, o melhor conselho que eu posso dar é: Mudem seus hábitos em casa!!!

Façam o esforço de tentar não mais levar o glúten pra dentro de casa. Ter uma alimentação livre de glúten.

Ao menos no ambiente doméstico.

Não precisa deixar de se alimentar com glúten em outros ambientes, desde que tome os cuidados de não levar a contaminação pra casa.

Com certeza a qualidade de vida do celíaco da casa vai se tornar muito melhor.

E a satisfação de estar contribuindo pra isso não tem preço, vai por mim!!!



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Madeleine sem glúten!!! Receita e história!!!

madeleine é um pequeno bolo em forma de concha, feito com ovos e raspas de limão, que foi eternizado por Proust em seu livro “Em busca do tempo perdido”.

A história foi abaixo foi publicada no site Conexão Paris  e estamos reproduzindo aqui.

Originária da cidade de Commercy, conta-se que ela apareceu pela primeira vez na mesa do duque de Lorraine no final do século XVIII.

Depois de perder seu reino da Polônia, Stanislas Leszcynski, sogro de Louis XV, recebe o Ducado de Lorraine.
Localização da cidade de Commercy na França!
Humanista, filantropo e filósofo, ele mantinha um estilo de vida luxuoso.
Diz a lenda que uma noite o convidado de honra para o jantar era o controverso escritor Voltaire.
Muitos ali naquela cidade detestavam Voltaire, inclusive o mordomo e o padeiro do Duque que se recusaram a lhe servir.
Para salvar o jantar do fiasco, Madeleine, uma empregada da casa, improvisa uma receita de bolo ensinado por sua avó.
Todo mundo aprecia e Stanislas envia um pacote de “madeleines” para sua filha.
A encomenda pipoca em Versalhes e em pouquissimo tempo Commercy vira a capital francesa da madeleine.
Em 1852, a linha de trem Paris-Strasbourg é inaugurada e, a fama do bolo já é tão grande, que a prefeitura autoriza a venda de madeleines na plataforma da estação.
Todos os viajantes retornavam de Commercy com uma caixa debaixo do braço.

Após a Segunda Guerra Mundial, a madeleine se tornou um produto comum do consumidor, sendo produzido em larga escala em fábricas em toda a França.



Receita de madeleines sem glúten

A receita de hoje é da Suzana, leitora do nosso blog, que gentilmente nos cedeu a receita que ela adaptou para ser publicada aqui.

 Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 10g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 75g de açúcar refinado;
  • 4g de fermento químico;
  • 50g de manteiga derretida;
  • 25g de mel;
  • raspas de limão ou laranja;

Modo de Preparo

  1. Misturar bem os ovos, o açucar e o mel;
  2. Adicionar a farinha, o amido e o fermento peneirados;
  3. Misturar tudo muito bem;
  4. Adicionar as raspas de limão ou laranja e continuar misturando;
  5. Levar a geladeira por duas horas;
  6. Adicionar a manteiga derretida ainda morna e misturar bem;
  7. Colocar em um saco de confeitar e encher 2/3 de forminhas de madeleines untadas;
  8. Levar para assar em forno pré aquecido a 220 graus por 5 minutos;
  9. Abaixar o fogo pra 200 graus e deixar mais 10 minutos, acompanhando pra ver se a parte interna da massa assa completamente;

 Rendimento: Aproximadamente 20 a 24 madeleines.


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Focaccia sem glúten low carb!!!!

Como já contei aqui no blog,  a focaccia é típica da região da Ligúria e é apresentada em duas versões: al formaggio e salata.

A primeira, característica da cidade de Recco, tem massa fina e crocante, não é fermentada e é recheada de queijo cremoso chamado stracchino.

A segunda é mais alta – tem cerca de dois centímetros –, crocante por fora e macia por dentro e leva apenas sal grosso e alecrim na cobertura.”

A explicação está no blog de receitas do IG (receitas.ig.com.br).



Na Itália se encontram focaccias de todos os tipos, simples, recheadas, com cobertura.

Podem ser servidas como parte de um antepasto numa refeição tipicamente italiana, ou substituindo o pão num couvert ou entrada.

Ficam muito saborosas e fazem sucesso.

Hoje a receita além de não levar glúten, ainda é low carb, dos Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda).

Acesse o blog Chefs Low Carb e confira a receita:

 

“Não contém glúten” – Explicações e recomendações!!!

“Não contém glúten“. Quantas vezes não lemos essa frase em embalagens de alimentos como pães, biscoitos, bolos, bolachas e massas? Achei essa reportagem no site Minha Vida, e estou transcrevendo aqui a título informativo.

Apesar da grande frequência com que esse aviso aparece, ele ainda é encontrado em uma infinidade de outros produtos industrializados que também consumimos.

Saber quais os cuidados ao ingerir esses alimentos é importante tanto para pessoas que possuem intolerância à substância – a chamada doença celíaca – quanto para quem não possui, já que o glúten traz algumas mudanças em nosso organismo.

A seguir, você confere o que especialistas recomendam sobre esse consumo:



O que é o glúten?

“O glúten nada mais é do que uma proteína de tamanho grande, formada por duas proteínas menores chamadas gliadina e glutenina.

Ele é encontrado junto ao amido, em cereais como trigo, centeio, cevada, triticale e malte”, conta a nutricionista Maíra Barreto Malta, da UNESP.

“Todos os alimentos derivados desses grãos, como farinha de trigo, cerveja e uísque, também possuem glúten em sua composição”, completa.



Glúten

Essa substância possui diferentes finalidades na produção dos alimentos.

No processo de fermentação do pão, por exemplo, o glúten contido na farinha de trigo é responsável pela permanência dos gases no interior da massa, fazendo com que o pão aumente de volume e não diminua após esfriar.

“Assim como carne e alguns vegetais,  pode ser usado como fonte de proteínas para o corpo”, diz Vera Lúcia Sdepanian, chefe do Departamento de Gastroenterologia da Unifesp.

Normalmente, em restaurantes vegetarianos, o caldo de glúten cozido é usado para dar mais gosto ao prato.



Ele faz mal?

A nutricionista Maíra afirma que o glúten não faz mal para pessoas sem a doença celíaca, pois pessoas “não doentes” não sofrem as reações químicas que danificam o intestino.

“Há alguns relatos de pessoas que se sentem com distensão abdominal ao consumir grande quantidade de alimentos ricos em glúten, mas esse sintoma não tem nada a ver especificamente com essa proteína”, explica.

O problema em consumir esses alimentos não está nessa proteína em si, mas sim nas outras características desses alimentos.

“As opções ricas em glúten são bastante energéticas.”

Como a energia é armazenada no corpo em forma de gordura, o consumo exagerado desses alimentos pode levar ao aumento de peso, obesidade e posteriormente ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares crônicas”, explica a nutricionista.

Recomendo ler esse artigo aqui, da Isabel Cristina, falando sobre obesidade.

Pessoas não celíacas também podem ter reações ao ingerir esses alimentos, mas relacionadas a outros distúrbios.

“Muitos na verdade são alérgicos ao trigo, mas associam os sintomas dessa doença, como a urticária, à ingestão de glúten, o que é totalmente incorreto”, conta a nutricionista Vera.

Dieta sem glúten

Uma pessoa diagnosticada com doença celiaca não pode comer nenhum tipo de alimento que contenha glúten.

O corpo acaba liberando substâncias como a citosina, que danifica e atrofia a parede do intestino delgado.

Se não houver um acompanhamento ou um controle da alimentação, essa doença pode levar à morte”, diz Vera Lúcia.

O sintoma mais clássico dessa doença é a diarréia crônica, causada pela inflamação no intestino delgado, que passa a apresentar falhas na absorção dos nutrientes.

“Além disso, os celíacos podem apresentar déficit no crescimento, atraso menstrual, esterilidade, aftas recorrentes e dificuldades para tratar anemia, já que o intestino não consegue absorver o ferro”, diz Vera Lúcia.

Não há cura para essa doença, mas procurar um médico que indique uma dieta sem glúten é o melhor tratamento.

“É importante ressaltar que, após o aparecimento desses sintomas, a pessoa não deve parar de comer alimentos que contenham glúten por conta própria.

Essa ação pode prejudicar ainda mais o organismo.

Só um profissional, depois de fazer uma biópsia do intestino, pode fazer o diagnóstico da doença e indicar uma dieta adequada”, recomenda a nutricionista.

É bem provável que o médico indique alimentos que pode ser usados como substitutos do glúten.

“Opções feitas com farinha de arroz, fécula de batata, quinua, milho e mandioca são ótimas alternativas.

Esses alimentos, assim como o trigo, a centeia e a aveia, são ricos em fibras e proteínas”, diz Maíra.


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9 mitos celíacos que precisam ser aposentados!!!

Verdade ou Mito?? Excelente texto extraído do blog DIETA SEM GLÚTEN,   Traduzido por REGINA MANCINI, da publicação Simply Gluten Free – escrito por Cheryl Harris.

Há muitos equívocos sobre a doença celíaca e muito ainda para aprender.  É fundamental que as pessoas saibam o básico para obter um diagnóstico preciso, evitar a contaminação, e viver bem.

Então, vamos desmascarar alguns mitos comuns quando se trata de doença celíaca e separar os fatos da ficção.

1. Você está acima do peso, então você não pode ter a doença celíaca.

Mito.

Eu também aprendi isso na escola, mas isso não significa que seja correto.

As pessoas com doença celíaca podem pesar menos do que a população em geral, mas a esmagadora maioria têm de peso normal, sobrepeso ou estão obesas no momento do diagnóstico.

2. Sua mãe / irmão / primo / etc  tem doença celíaca, mas você não precisa se preocupar . Você não tem problemas de barriga.

Mito. Ah, se fosse assim tão simples.

Mesmo que algumas pessoas experimentem sintomas clássicos como diarreia e perda de peso, a maioria dos celíacos não têm sintomas, ou apresentam sintomas “atípicos” como a anemia por deficiência de ferro, dores de cabeça, infertilidade e muitos outros.

Se você tem um parente de primeiro grau com a doença celíaca, você tem uma chance de 1 em 22. Faça o teste o mais rápido possível.



3. Você está velho demais para ter a doença celíaca.

Mito. A doença celíaca não discrimina pela idade.

Quase um terço dos pacientes recém-diagnosticados têm mais de 60 anos de idade. Já vi pacientes de 80 anos recém-diagnosticados.

4 . Pessoas de determinados grupos Étnicos ( Afro-americanos , hispânicos, etc ) não têm doença celíaca.

Mito. A doença celíaca é mais comum entre os caucasianos e é rara em outros grupos, mas a África é um continente vasto e um enorme grupo de pessoas se identificam como latino-americanos.

A maioria de nós também carregam genes de uma variedade de lugares, de modo que essa lógica é imprecisa.

Cinco por cento das pessoas na região do Saara na África têm doença celíaca em comparação com menos de um por cento nos Estados Unidos, portanto claramente não é tão simples como um diagnóstico por grupo racial.

5 . ” Escutem, celíacos ! Cereais são todos iguais. Todos eles têm glúten e todos eles são veneno. “

Mito. Sabemos que quando as pessoas com doença celíaca param de comer glúten (trigo , cevada, centeio ) seus níveis de anticorpos autoimunes quase sempre retornam a um nível normal, mesmo que continuem comendo cereais sem glúten, como milho, arroz e quinoa.

Muitas vezes, muitos ou todos os sintomas desaparecem . Definitivamente, nem todos os cereais têm o mesmo impacto sobre o corpo.

Estudos têm mostrado que muitas vezes apesar de relatarem seguir uma dieta sem glúten, muitas pessoas ainda têm dano intestinal quando são submetidos a uma nova biópsia.

Médicos convencionais acreditam que isso aconteça por causa da ingestão acidental de glúten (provavelmente devido à contaminação cruzada), mas alguns consideram que isso é resultado de uma inflamação por outros cereais.

Algumas pessoas, inclusive eu, se sentem mal quando comem cereais.

Outras pessoas têm problemas com produtos lácteos, ou soja, feijões, gorduras e muito mais.

Se você se sente mal quando come outros cereais, considere removê-los também. Há muitas outras boas fontes de nutrientes.

Mas dizer que todos os cereais são a mesma coisa, incentiva uma ladeira escorregadia de desculpas onde comer arroz é equivalente a comer trigo, e nós sabemos que não é verdade.

Evitar o glúten não é negociável . O resto é bastante individual.



6. Basta tirar  o glúten da dieta. Se você se sentir melhor, vamos fazer os testes. 

Mito. A parte mais surpreendente da doença celíaca é que uma vez que você pare de comer glúten, o intestino começar a sarar .

Ausência de glúten significa ausência de danos. O processo de cicatrização pode levar de alguns meses até mais de um ano.

Mas quanto mais você esperar, menos precisos os testes serão.

Faça o teste antes de iniciar a dieta.

 7. “Seus intestinos pareciam bem por isso você não precisa de uma biópsia” ou , “Nós vamos tomar uma (ou duas) amostras para biópsia, para obter o diagnóstico . “

Mito. É fácil entender onde este conceito erra. Primeiro, é muito fácil para um médico deixar de perceber dano sem olhar sob um microscópio.

A área da superfície de nosso intestino é aproximadamente do tamanho de um campo de ténis.

Danos relacionados com a doença celíaca são irregulares, aparecem em algumas áreas e em outras não. Se eles só olharem para um ou dois pontos , eles podem não encontrar o dano.

Embora a doença celíaca possa ser diagnosticada com apenas uma biópsia, a recomendação é de tomar 4-6 fragmentos para biópsia. Apenas 35 % dos médicos estão seguindo estas recomendações.

Quanto mais fragmentos tomados, maior a chance de um diagnóstico correto de doença celíaca.

Então, se você ou alguém que você ama vai fazer uma endoscopia com biópsia, maximize as chances de um diagnóstico preciso ao escolher um médico com experiência e que siga as diretrizes atuais.

8. Eu entrei em uma dieta especial / tomei suplementos especiais / tive um tratamento especial e meu intestino está agora curado, portanto eu posso voltar a comer glúten em segurança.

Mito. Por tudo o que sabemos , a doença celíaca é uma condição para toda a vida. Não importa quantas varinhas mágicas você use ou suplementos especiais que você tome, você deve permanecer sem glúten para a vida toda.

Se você e sensível ao glúten , mas não têm doença celíaca, sinceramente, não sabemos ainda sobre os efeitos a longo prazo da reintrodução do glúten depois de seguir uma dieta livre de glúten.



9. Você precisa se alimentar sem glúten, mas tudo bem ter um dia de folga de vez em quando.

Mito. Eu aposto que você sabe que isso não é verdade, mas existem alguns médicos que ainda dizem isso! Uma migalha é tudo o que é preciso para ter danos continuados.

Até mesmo alguns miligramas  por dia é suficiente para deixar alguém doente. Um dia de escapada não é, definitivamente, uma opção segura.

References:
1. Kabbani TA, Goldberg A, Kelly CP. Body mass index and the risk of obesity in coeliac disease treated with the gluten-free diet. Aliment Pharmacol Ther 2012; 35: 723–729.
2. http://www.uchospitals.edu/pdf/uch_007937.pdf
3. Rashtak S, Murray JA. Celiac disease in the elderly. Gastroenterol Clin North Am. Sep 2009;38(3):433-46.
4. Rubio-Tapia A, Ludvigsson JF, Brantner TL. The prevalence of celiac disease in the United States. Am J Gastroenterol. 2012 Oct;107(10):1538-44.
5. Lebwohl B, Kapel RC, Neugut AI, et al. Adherence to biopsy guidelines increases celiac disease diagnosis. Gastrointest Endosc. 2011 Jul;74(1):103-9.
6. Biagi F, Campanella J, Martucci S. A milligram of gluten a day keeps the mucosal recovery away: a case report. Nutr Rev. 2004 Sep;62(9):360-3.

Writen by, Cheryl Harris. Find her at HarrisWholeHealth.com & gfGoodness.com



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