Biscoitos de natal Low Carb!!! Gingerbread!!!

Presente nas mesas natalinas de todo o hemisfério norte e também muito apreciado no Brasil.

Assim é o “ginger bread” ou “biscotti allo zenzero” ou biscoito de gengibre.

A lenda em torno de sua criação conta que um casal de velhinhos que não tinha filhos fez um biscoito em formato de boneco.

Quando ele terminou de assar e foi tirado do forno, sai correndo para não ser comido e todo mundo sai correndo atrás dele.

Assim nasceu a história do Gingerbread men.


 

Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


Mantendo a nossa linha sem glúten e agregando valor com uma receita low carb, trago a vocês a receita de hoje.

Ela foi desenvolvida pela Chef Michele Alam, especialista em gastronomia funcional e low carb e faz parte do nosso e-book de natal.

Vamos então a receita do biscoito? Segue abaixo:

 Biscoitos de gengibre low carb

Ingredientes: 

  • 75g de farinha de amendoas;
  • 25g de farinha de coco fina e branca;
  • 50g de xilitol;
  • 70g de manteiga;
  • 1 clara;
  • 20g de gengibre ralado;
  • Raspas de limão;

 


Modo de preparo:

1.Misturar todos os ingredientes secos;

2.Incorpore a manteiga em temperatura ambiente;

3.Acrescente a clara e misture bem ara formar uma massa homogênea;

4.Estique a massa sobre o papel manteiga com a ajuda de um plástico por cima da massa;

5.Leve para a geladeira por 2 horas;

6.Retire da geladeira, retire o plástico e coloque a massa que está sobre o papel manteiga em uma forma;

7.Asse em forno pré aquecido a 130 graus por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja dourada;

8.Ainda quente, use os moldes para formatar os biscoitos;

 Rendimento: 15 biscoitos. 


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Panetone sem glúten e sem lactose – História e receita!

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi.

O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano).

Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum.

A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país.

A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.


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A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.

Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

  Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  
Vamos então a receita do panetone? Segue abaixo:
panetone

Ingredientes:

 

– 80g de castanhas do pará;

– 40g de amêndoas;

– 40g de amido de milho;

– 40g de polvilho doce;

– 20g de polvilho azedo;

– 10g de psyllium;

– 10g de farinha de ervilha;

– 10g de fibra de beterraba açucareira;

– 40g de açúcar de coco;

– 8g de fermento biológico seco;

– 1 pitada de sal;

– 40ml de suco de laranja;

– 20ml de rum;

– 10ml de essencia de panetone;

– 2 ovos caipiras;

– 25ml de óleo de girassol;

– 200g de frutas cristalizadas;

– 150ml de agua filtrada para o leite de castanhas;



Modo de preparo:

  1. Deixe as castanhas de molho em água suficiente para cobri-las, por no mínimo 6 horas;
  2. Descarte a água que ficou de molho com a castanha e coloque as castanhas no liquidificador com a água filtrada;
  3. Peneire e separe a castanha processada e o leite vegetal;
  4. Processe as amendoas até ficarem em pedaços bem pequenos, como uma farinha grossa;
  5. Em uma tigela, misturar as frutas cristalizadas com o suco de laranja, o rum e a essência de panetone. Reserve;
  6. No bowl da batedeira adicione as castanhas e amendoas processadas e todos os ingredientes secos, misture;
  7. Adicione o óleo e os ovos e continue batendo em velocidade baixa;
  8. Adicione o liquido que está na tigela das frutas cristalizadas. Reserve as frutas;
  9. Adicione o leite da castanha aos poucos e pare de bater por 1 minuto para o psyllium agir;
  10. Volte a bater em velocidade média por aproximadamente 5 minutos.
  11. Retire o bowl da batedeira e misture 150g das frutas cristalizadas a massa, misturando levemente.
  12. Despejar em forma média de panetone e deixar crescer por aproximadamente 50 minutos ou até que a massa alcance 1 dedo abaixo da borda;
  13. Colocar o restante das frutas em cima do panetone e assar em forno pré-aquecido a 170 graus por 40 minutos.

Rende: 1 panetone de 500 a 600g.


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Ebook – Um natal italiano “senza Glutine” – By Johnny Gourmet

Está chegando o natal, e com ele todos os pratos típicos, as guloseimas, a união familiar, os presentes.

Como passei boa parte desse ano na Itália estudando gastronomia, achei que seria uma forma interessante de compartilhar a cultura com os meus leitores se desenvolvesse um e-book com histórias e receitas natalinas italianas.

E esse e-book está ai, disponível gratuitamente para você.

Biscoitos de gengibre low carb
Snack de polenta com bacalhau cremoso
Paleta de cordeiro assada

 

Nesse e-book você vai encontrar um pouquinho de história de gastronomia, um pouquinho de cultura italiana e várias receitas para fazer uma ceia natalina completa, com pratos típicos dessa época na Itália, adaptados para o universo celíaco e também para o nosso clima tropical.

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Espero que gostem do e-book, foi feito com muito carinho, com várias receitas diferenciadas para meus seguidores.

Fez as receitas do livro? tem alguma preferida? Deixe seu comentário e nos conte qual é a sua preferida. 


Já conhece o nosso e-book de receitas de pães sem glúten???

Receitas criadas por mim, com ingredientes e processos simples de serem reproduzidos na sua casa. Clique na imagem abaixo e saiba mais: 

 

Quindim – História e receita

Quindim tem sua origem em Portugal, sendo mais um dos legítimos doces de convento portugueses.

Nos conventos portugueses as freirar utilizavam muitas claras de ovo para engomar as roupas utilizadas por elas. Sendo assim, sobravam muitas gemas.

Assim nasceram a maioria dos doces portugueses que são a base de ovo e açúcar.

O doce “brisas do lis” é feito a base de gemas, açúcar e amêndoas e tem uma forma e aspecto muito similares ao quindim da atualidade.

Quanto chegou no Brasil, foi rapidamente adaptado ao país adotando-se o coco no lugar das amêndoas, nascendo assim o quindim.

Vamos a receita?

 Ingredientes:

  • 240g de açúcar demerara;
  • 120g de coco ralado fresco;
  • 60g de leite;
  • 30g de manteiga derretida;
  • 12 gemas


 

Modo de Preparo

  1. Processar o açúcar para que não fiquem cristais;
  2. No liquidificador acrescentar ao açúcar o leite e a manteiga e misturar bem;
  3. Adicionar as gemas peneiradas e misturar;
  4. Adicionar o coco ralado e pulsar rapidamente somente para misturar e não triturar muito;
  5. Encher forminhas já untadas com manteiga e polvilhadas de açúcar;
  6. Levar para a geladeira por pelo menos 2 horas para separar o coco da massa;
  7. Pré-aquecer o forno a 180 graus e assar dentro de uma forma com água (até a metade da altura das forminhas) por 30 minutos;
  8. Desformar ainda morno e levar a geladeira por pelo menos 1 hora antes de consumir.

Rendimento: Aproximadamente 12 quindins pequenos.


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Todas foram criadas ou adaptadas de versões com glúten e testadas até chegarmos numa textura e padrão ideal para fazerem parte destes dois e-books.

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Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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Biscoito Savoiardi – A história e a receita sem glúten do biscoito base do tiramisú!!!

O biscoito Savoiardi, também conhecido no Brasil como biscoito champagne, é um biscoito leve e de forma alongada.

O biscoito tem origem italiana e é utilizado para fazer o verdadeiro tiramisu.

A história dessa receita, assim como de várias outras tem várias versões e várias lendas a respeito.

Como eu estou vivendo e estudando no Piemonte, na região noroeste da Itália, vou reproduzir aqui a história contada nessa região.

A Itália como conhecemos só tem sua unificação formada em torno de 150 anos atrás.

O movimento de unificação é conhecido como Ressurgimento e aconteceu entre os anos 1815 e 1870.

Antes disso a Itália era dividida em vários territórios e entre eles o ducado de Savoia, onde surgiu nossa receita de hoje.

Mapa dos reinos e ducados da Itália por volta do século 15.

Pela metade dos anos 1.300, o rei da França estava em visita ao Piemonte (ducado de Savoia) e o duque Amedeo VI di Savoia, para recebe-lo, organizou um verdadeiro banquete.

Ele queria que fosse feito um biscoito marcante, diferente de todos os que já tinham no Piemonte.

Assim então nasceu esse biscoito de estrutura leve e aerada, que a partir desse jantar,  foi difundido por toda a Europa.

O nome “Savoiardi”, como é conhecido na Itália, é uma homenagem ao duque.

Mas na língua inglesa ele é conhecido como ladyfinger biscuit, ou biscoito champagne no Brasil



Receita de biscoitos Savoiardi

A receita é bem simples e rápida de ser executada, não requer muita habilidade culinária, apenas certo controle com o saco de confeitar.

 Ingredientes:

  • 60g de farinha de arroz;
  • 60g de açúcar refinado;
  • 2 ovos grandes (minimo de 50g cada um);
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de café de essência de baunilha (opcional);
  • Açúcar de confeiteiro (opcional) para polvilhar;


Modo de Preparo

  1. Bater as gemas com o açúcar e a essência de baunilha até obter uma consistência cremosa;
  2. Peneirar a farinha e misturar bem com a gema e o açúcar batidos;
  3. Montar as claras em neve com uma pitada de sal;
  4. Misturar as claras ao resto dos ingredientes, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Levar tudo para um saco de confeitar, fazer uma abertura circular de uns 2cm de diâmetro;
  6. Em uma forma com papel manteiga, montar os biscoitos, de forma alongada, espaçando 2cm entre cada um;
  7. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 12 minutos (não deixar dourar demais);
  8. Pode-se polvilhar açúcar de confeiteiro ou servir assim mesmo;

 Rendimento: Aproximadamente 20 biscoitos savoiardi (depende do tamanho que forem moldados quando colocar na forma).

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5 coisas que todos que convivem com celíaco deviam saber!!!

A descoberta da doença celíaca é uma revolução na vida de qualquer pessoa.

A dieta muda radicalmente, tudo o que antes fazia parte de uma alimentação “normal” agora parece proibido.

Mas apesar disso, o que mais dificulta a adaptação o celíaco a nova realidade, acreditem, é o desconhecimento das pessoas mais próximas, principalmente da família, quanto a doença e as necessidades do celíaco.

Por isso listamos 5 coisas que todo mundo que convive com um celíaco deve saber

1. É doença, não é frescura ou dieta da moda!

A doença celíaca é uma reação imunológica do organismo ao glúten.

O consumo do glúten por um celíaco causa grave inflamação no intestino e dificuldade de absorção dos nutrientes dos alimentos.

Portanto, o celíaco não está fazendo a dieta da moda.

E também não está de frescura quando diz que não pode comer pão, massa, bolos ou qualquer outro alimento que contenha trigo, centeio, cevada, etc.

2. Vai fazer mal sim!

É só um pedacinho, não vai fazer mal! Vai fazer mal sim.

Qualquer alimento com glúten faz mal sim ao celíaco.

Em alguns isso se manifesta de maneira rápida, com dores abdominais, dores nas articulações.

Em outros a reação pode ser silenciosa, mas não menos perigosa.

Quem tem o diagnóstico de doença celíaca não pode definitivamente consumir produtos com glúten.


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 3. Contaminação cruzada no ambiente doméstico!

Vamos assar um pão de queijo no forno de casa.

Se o forno for novo, e nunca tiver sido usado para fazer qualquer produto com glúten, tudo bem.

Caso contrário, vai acontecer a contaminação cruzada, que é quando as partículas de glúten contaminam alimentos sem glúten.

Fornos convencionais, fornos de micro-ondas, liquidificadores, sanduicheiras, batedeiras e demais utensílios que já foram usados com glúten estão tecnicamente contaminados.

Pode ser feita uma descontaminação, que é uma limpeza profunda de todos os utensílios, mas que não é garantia total de contaminação (lembra que qualquer pedacinho faz mal??).

Ou então deve ser feita a substituição de todos esses utensílios ou uso de utensílios separados.

Entende-se por separados, os utensílios/equipamentos de uso exclusivo e que tenham armazenamento e higienização também exclusivos.

4. Contaminação cruzada em restaurantes!

Vamos comer naquele restaurante que sempre comemos.

Ai está um ponto bem polêmico. Hoje temos vários restaurantes exclusivos, que trabalham com alimentação sem glúten.

Estes ai são altamente recomendados para os celíacos.

Os demais restaurantes, são uma roleta russa.

Vou dar exemplos: Você vai num restaurante e pede bife, com arroz e batatas fritas.

Até ai tudo bem, 3 alimentos naturalmente sem glúten (carne, arroz e batata), mas o que você não sabe é que os 3 podem estar contaminados.

Primeiro pelo simples fato de que o trigo se propaga no ar e pode ter contaminação cruzada no ambiente ou utensílios.

Mas também pelo fato de que as preparações em restaurantes podem contaminar o alimento.

O bife pode ter sido grelhado após ter sido passado levemente na farinha de trigo para ganhar uma “corzinha” mais atraente.

O arroz pode ter sido temperado com temperos prontos industrializados que podem conter glúten.

E as batatas podem ter sido fritas no mesmo óleo que já fritou empanados ou pasteis.

Então, antes de comer tranquilamente num restaurante, preocupe-se em saber como foram preparados.

Eu recomendo, se possível, não se alimentar em restaurantes a não ser que tenha certeza da manipulação dos alimentos



5. Tem cura?

Quem nunca ouviu: É só uma fase, depois passa! Não. Definitivamente não.

A doença celíaca, infelizmente, ainda é uma doença sem cura.

O único tratamento possível para o celíaco é se manter 100% numa dieta livre de glúten.

Portanto, para o celíaco, a reintrodução de alimentos com glúten não é uma opção, a não ser que uma cura, vacina ou algo do tipo seja criado no futuro.




Conclusões e recomendações

O que se conclui disso é que a doença celíaca deve ser levada a sério.

Parentes e amigos de celíacos devem estar cientes da doença e dos cuidados.

Os celíacos devem sim estarem integrados a sociedade, ter a possibilidade de se alimentar em grupo, mas alguns pequenos cuidados devem ser respeitados.

Não é frescura, não é uma condição passageira, mas tudo pode ser adaptado.

E para as famílias que descobrem a doença celíaca em algum membro da casa, o melhor conselho que eu posso dar é: Mudem seus hábitos em casa!!!

Façam o esforço de tentar não mais levar o glúten pra dentro de casa. Ter uma alimentação livre de glúten.

Ao menos no ambiente doméstico.

Não precisa deixar de se alimentar com glúten em outros ambientes, desde que tome os cuidados de não levar a contaminação pra casa.

Com certeza a qualidade de vida do celíaco da casa vai se tornar muito melhor.

E a satisfação de estar contribuindo pra isso não tem preço, vai por mim!!!



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Madeleine sem glúten!!! Receita e história!!!

madeleine é um pequeno bolo em forma de concha, feito com ovos e raspas de limão, que foi eternizado por Proust em seu livro “Em busca do tempo perdido”.

A história foi abaixo foi publicada no site Conexão Paris  e estamos reproduzindo aqui.

Originária da cidade de Commercy, conta-se que ela apareceu pela primeira vez na mesa do duque de Lorraine no final do século XVIII.

Depois de perder seu reino da Polônia, Stanislas Leszcynski, sogro de Louis XV, recebe o Ducado de Lorraine.
Localização da cidade de Commercy na França!
Humanista, filantropo e filósofo, ele mantinha um estilo de vida luxuoso.
Diz a lenda que uma noite o convidado de honra para o jantar era o controverso escritor Voltaire.
Muitos ali naquela cidade detestavam Voltaire, inclusive o mordomo e o padeiro do Duque que se recusaram a lhe servir.
Para salvar o jantar do fiasco, Madeleine, uma empregada da casa, improvisa uma receita de bolo ensinado por sua avó.
Todo mundo aprecia e Stanislas envia um pacote de “madeleines” para sua filha.
A encomenda pipoca em Versalhes e em pouquissimo tempo Commercy vira a capital francesa da madeleine.
Em 1852, a linha de trem Paris-Strasbourg é inaugurada e, a fama do bolo já é tão grande, que a prefeitura autoriza a venda de madeleines na plataforma da estação.
Todos os viajantes retornavam de Commercy com uma caixa debaixo do braço.

Após a Segunda Guerra Mundial, a madeleine se tornou um produto comum do consumidor, sendo produzido em larga escala em fábricas em toda a França.



Receita de madeleines sem glúten

A receita de hoje é da Suzana, leitora do nosso blog, que gentilmente nos cedeu a receita que ela adaptou para ser publicada aqui.

 Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 10g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 75g de açúcar refinado;
  • 4g de fermento químico;
  • 50g de manteiga derretida;
  • 25g de mel;
  • raspas de limão ou laranja;

Modo de Preparo

  1. Misturar bem os ovos, o açucar e o mel;
  2. Adicionar a farinha, o amido e o fermento peneirados;
  3. Misturar tudo muito bem;
  4. Adicionar as raspas de limão ou laranja e continuar misturando;
  5. Levar a geladeira por duas horas;
  6. Adicionar a manteiga derretida ainda morna e misturar bem;
  7. Colocar em um saco de confeitar e encher 2/3 de forminhas de madeleines untadas;
  8. Levar para assar em forno pré aquecido a 220 graus por 5 minutos;
  9. Abaixar o fogo pra 200 graus e deixar mais 10 minutos, acompanhando pra ver se a parte interna da massa assa completamente;

 Rendimento: Aproximadamente 20 a 24 madeleines.


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Focaccia sem glúten low carb!!!!

Como já contei aqui no blog,  a focaccia é típica da região da Ligúria e é apresentada em duas versões: al formaggio e salata.

A primeira, característica da cidade de Recco, tem massa fina e crocante, não é fermentada e é recheada de queijo cremoso chamado stracchino.

A segunda é mais alta – tem cerca de dois centímetros –, crocante por fora e macia por dentro e leva apenas sal grosso e alecrim na cobertura.”

A explicação está no blog de receitas do IG (receitas.ig.com.br).



Na Itália se encontram focaccias de todos os tipos, simples, recheadas, com cobertura.

Podem ser servidas como parte de um antepasto numa refeição tipicamente italiana, ou substituindo o pão num couvert ou entrada.

Ficam muito saborosas e fazem sucesso.

Hoje a receita além de não levar glúten, ainda é low carb, dos Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda).

Acesse o blog Chefs Low Carb e confira a receita:

 

Pão em fatia – Low carb – Sem glúten!!!

Quando se inicia uma dieta celíaca, já na fase adolescente ou adulta, o maior desafio é encontrar produtos com a mesma textura/sabor do produto que estamos acostumados a comer.

Quando se inicia uma dieta low carb, o grande desafio para quem é acostumado com os carboidratos é substituir o pão de uma forma agradável.

Quando estamos com nosso organismo já habituado a consumir os produtos com glúten, sofremos o impacto dessas substituições, e encontrá-los se torna uma missão difícil.



Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de “pão de fatia” que não fica devendo em nada aos pães encontrados no mercado.

Ele te proporciona a sensação de estar consumindo um misto quente tradicional.

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


 

Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


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