Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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Biscoito Savoiardi – A história e a receita sem glúten do biscoito base do tiramisú!!!

O biscoito Savoiardi, também conhecido no Brasil como biscoito champagne, é um biscoito leve e de forma alongada.

O biscoito tem origem italiana e é utilizado para fazer o verdadeiro tiramisu.

A história dessa receita, assim como de várias outras tem várias versões e várias lendas a respeito.

Como eu estou vivendo e estudando no Piemonte, na região noroeste da Itália, vou reproduzir aqui a história contada nessa região.

A Itália como conhecemos só tem sua unificação formada em torno de 150 anos atrás.

O movimento de unificação é conhecido como Ressurgimento e aconteceu entre os anos 1815 e 1870.

Antes disso a Itália era dividida em vários territórios e entre eles o ducado de Savoia, onde surgiu nossa receita de hoje.

Mapa dos reinos e ducados da Itália por volta do século 15.

Pela metade dos anos 1.300, o rei da França estava em visita ao Piemonte (ducado de Savoia) e o duque Amedeo VI di Savoia, para recebe-lo, organizou um verdadeiro banquete.

Ele queria que fosse feito um biscoito marcante, diferente de todos os que já tinham no Piemonte.

Assim então nasceu esse biscoito de estrutura leve e aerada, que a partir desse jantar,  foi difundido por toda a Europa.

O nome “Savoiardi”, como é conhecido na Itália, é uma homenagem ao duque.

Mas na língua inglesa ele é conhecido como ladyfinger biscuit, ou biscoito champagne no Brasil



Receita de biscoitos Savoiardi

A receita é bem simples e rápida de ser executada, não requer muita habilidade culinária, apenas certo controle com o saco de confeitar.

 Ingredientes:

  • 60g de farinha de arroz;
  • 60g de açúcar refinado;
  • 2 ovos grandes (minimo de 50g cada um);
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de café de essência de baunilha (opcional);
  • Açúcar de confeiteiro (opcional) para polvilhar;


Modo de Preparo

  1. Bater as gemas com o açúcar e a essência de baunilha até obter uma consistência cremosa;
  2. Peneirar a farinha e misturar bem com a gema e o açúcar batidos;
  3. Montar as claras em neve com uma pitada de sal;
  4. Misturar as claras ao resto dos ingredientes, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Levar tudo para um saco de confeitar, fazer uma abertura circular de uns 2cm de diâmetro;
  6. Em uma forma com papel manteiga, montar os biscoitos, de forma alongada, espaçando 2cm entre cada um;
  7. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 12 minutos (não deixar dourar demais);
  8. Pode-se polvilhar açúcar de confeiteiro ou servir assim mesmo;

 Rendimento: Aproximadamente 20 biscoitos savoiardi (depende do tamanho que forem moldados quando colocar na forma).

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Madeleine sem glúten!!! Receita e história!!!

madeleine é um pequeno bolo em forma de concha, feito com ovos e raspas de limão, que foi eternizado por Proust em seu livro “Em busca do tempo perdido”.

A história foi abaixo foi publicada no site Conexão Paris  e estamos reproduzindo aqui.

Originária da cidade de Commercy, conta-se que ela apareceu pela primeira vez na mesa do duque de Lorraine no final do século XVIII.

Depois de perder seu reino da Polônia, Stanislas Leszcynski, sogro de Louis XV, recebe o Ducado de Lorraine.
Localização da cidade de Commercy na França!
Humanista, filantropo e filósofo, ele mantinha um estilo de vida luxuoso.
Diz a lenda que uma noite o convidado de honra para o jantar era o controverso escritor Voltaire.
Muitos ali naquela cidade detestavam Voltaire, inclusive o mordomo e o padeiro do Duque que se recusaram a lhe servir.
Para salvar o jantar do fiasco, Madeleine, uma empregada da casa, improvisa uma receita de bolo ensinado por sua avó.
Todo mundo aprecia e Stanislas envia um pacote de “madeleines” para sua filha.
A encomenda pipoca em Versalhes e em pouquissimo tempo Commercy vira a capital francesa da madeleine.
Em 1852, a linha de trem Paris-Strasbourg é inaugurada e, a fama do bolo já é tão grande, que a prefeitura autoriza a venda de madeleines na plataforma da estação.
Todos os viajantes retornavam de Commercy com uma caixa debaixo do braço.

Após a Segunda Guerra Mundial, a madeleine se tornou um produto comum do consumidor, sendo produzido em larga escala em fábricas em toda a França.



Receita de madeleines sem glúten

A receita de hoje é da Suzana, leitora do nosso blog, que gentilmente nos cedeu a receita que ela adaptou para ser publicada aqui.

 Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 10g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 75g de açúcar refinado;
  • 4g de fermento químico;
  • 50g de manteiga derretida;
  • 25g de mel;
  • raspas de limão ou laranja;

Modo de Preparo

  1. Misturar bem os ovos, o açucar e o mel;
  2. Adicionar a farinha, o amido e o fermento peneirados;
  3. Misturar tudo muito bem;
  4. Adicionar as raspas de limão ou laranja e continuar misturando;
  5. Levar a geladeira por duas horas;
  6. Adicionar a manteiga derretida ainda morna e misturar bem;
  7. Colocar em um saco de confeitar e encher 2/3 de forminhas de madeleines untadas;
  8. Levar para assar em forno pré aquecido a 220 graus por 5 minutos;
  9. Abaixar o fogo pra 200 graus e deixar mais 10 minutos, acompanhando pra ver se a parte interna da massa assa completamente;

 Rendimento: Aproximadamente 20 a 24 madeleines.


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9 mitos celíacos que precisam ser aposentados!!!

Verdade ou Mito?? Excelente texto extraído do blog DIETA SEM GLÚTEN,   Traduzido por REGINA MANCINI, da publicação Simply Gluten Free – escrito por Cheryl Harris.

Há muitos equívocos sobre a doença celíaca e muito ainda para aprender.  É fundamental que as pessoas saibam o básico para obter um diagnóstico preciso, evitar a contaminação, e viver bem.

Então, vamos desmascarar alguns mitos comuns quando se trata de doença celíaca e separar os fatos da ficção.

1. Você está acima do peso, então você não pode ter a doença celíaca.

Mito.

Eu também aprendi isso na escola, mas isso não significa que seja correto.

As pessoas com doença celíaca podem pesar menos do que a população em geral, mas a esmagadora maioria têm de peso normal, sobrepeso ou estão obesas no momento do diagnóstico.

2. Sua mãe / irmão / primo / etc  tem doença celíaca, mas você não precisa se preocupar . Você não tem problemas de barriga.

Mito. Ah, se fosse assim tão simples.

Mesmo que algumas pessoas experimentem sintomas clássicos como diarreia e perda de peso, a maioria dos celíacos não têm sintomas, ou apresentam sintomas “atípicos” como a anemia por deficiência de ferro, dores de cabeça, infertilidade e muitos outros.

Se você tem um parente de primeiro grau com a doença celíaca, você tem uma chance de 1 em 22. Faça o teste o mais rápido possível.



3. Você está velho demais para ter a doença celíaca.

Mito. A doença celíaca não discrimina pela idade.

Quase um terço dos pacientes recém-diagnosticados têm mais de 60 anos de idade. Já vi pacientes de 80 anos recém-diagnosticados.

4 . Pessoas de determinados grupos Étnicos ( Afro-americanos , hispânicos, etc ) não têm doença celíaca.

Mito. A doença celíaca é mais comum entre os caucasianos e é rara em outros grupos, mas a África é um continente vasto e um enorme grupo de pessoas se identificam como latino-americanos.

A maioria de nós também carregam genes de uma variedade de lugares, de modo que essa lógica é imprecisa.

Cinco por cento das pessoas na região do Saara na África têm doença celíaca em comparação com menos de um por cento nos Estados Unidos, portanto claramente não é tão simples como um diagnóstico por grupo racial.

5 . ” Escutem, celíacos ! Cereais são todos iguais. Todos eles têm glúten e todos eles são veneno. “

Mito. Sabemos que quando as pessoas com doença celíaca param de comer glúten (trigo , cevada, centeio ) seus níveis de anticorpos autoimunes quase sempre retornam a um nível normal, mesmo que continuem comendo cereais sem glúten, como milho, arroz e quinoa.

Muitas vezes, muitos ou todos os sintomas desaparecem . Definitivamente, nem todos os cereais têm o mesmo impacto sobre o corpo.

Estudos têm mostrado que muitas vezes apesar de relatarem seguir uma dieta sem glúten, muitas pessoas ainda têm dano intestinal quando são submetidos a uma nova biópsia.

Médicos convencionais acreditam que isso aconteça por causa da ingestão acidental de glúten (provavelmente devido à contaminação cruzada), mas alguns consideram que isso é resultado de uma inflamação por outros cereais.

Algumas pessoas, inclusive eu, se sentem mal quando comem cereais.

Outras pessoas têm problemas com produtos lácteos, ou soja, feijões, gorduras e muito mais.

Se você se sente mal quando come outros cereais, considere removê-los também. Há muitas outras boas fontes de nutrientes.

Mas dizer que todos os cereais são a mesma coisa, incentiva uma ladeira escorregadia de desculpas onde comer arroz é equivalente a comer trigo, e nós sabemos que não é verdade.

Evitar o glúten não é negociável . O resto é bastante individual.



6. Basta tirar  o glúten da dieta. Se você se sentir melhor, vamos fazer os testes. 

Mito. A parte mais surpreendente da doença celíaca é que uma vez que você pare de comer glúten, o intestino começar a sarar .

Ausência de glúten significa ausência de danos. O processo de cicatrização pode levar de alguns meses até mais de um ano.

Mas quanto mais você esperar, menos precisos os testes serão.

Faça o teste antes de iniciar a dieta.

 7. “Seus intestinos pareciam bem por isso você não precisa de uma biópsia” ou , “Nós vamos tomar uma (ou duas) amostras para biópsia, para obter o diagnóstico . “

Mito. É fácil entender onde este conceito erra. Primeiro, é muito fácil para um médico deixar de perceber dano sem olhar sob um microscópio.

A área da superfície de nosso intestino é aproximadamente do tamanho de um campo de ténis.

Danos relacionados com a doença celíaca são irregulares, aparecem em algumas áreas e em outras não. Se eles só olharem para um ou dois pontos , eles podem não encontrar o dano.

Embora a doença celíaca possa ser diagnosticada com apenas uma biópsia, a recomendação é de tomar 4-6 fragmentos para biópsia. Apenas 35 % dos médicos estão seguindo estas recomendações.

Quanto mais fragmentos tomados, maior a chance de um diagnóstico correto de doença celíaca.

Então, se você ou alguém que você ama vai fazer uma endoscopia com biópsia, maximize as chances de um diagnóstico preciso ao escolher um médico com experiência e que siga as diretrizes atuais.

8. Eu entrei em uma dieta especial / tomei suplementos especiais / tive um tratamento especial e meu intestino está agora curado, portanto eu posso voltar a comer glúten em segurança.

Mito. Por tudo o que sabemos , a doença celíaca é uma condição para toda a vida. Não importa quantas varinhas mágicas você use ou suplementos especiais que você tome, você deve permanecer sem glúten para a vida toda.

Se você e sensível ao glúten , mas não têm doença celíaca, sinceramente, não sabemos ainda sobre os efeitos a longo prazo da reintrodução do glúten depois de seguir uma dieta livre de glúten.



9. Você precisa se alimentar sem glúten, mas tudo bem ter um dia de folga de vez em quando.

Mito. Eu aposto que você sabe que isso não é verdade, mas existem alguns médicos que ainda dizem isso! Uma migalha é tudo o que é preciso para ter danos continuados.

Até mesmo alguns miligramas  por dia é suficiente para deixar alguém doente. Um dia de escapada não é, definitivamente, uma opção segura.

References:
1. Kabbani TA, Goldberg A, Kelly CP. Body mass index and the risk of obesity in coeliac disease treated with the gluten-free diet. Aliment Pharmacol Ther 2012; 35: 723–729.
2. http://www.uchospitals.edu/pdf/uch_007937.pdf
3. Rashtak S, Murray JA. Celiac disease in the elderly. Gastroenterol Clin North Am. Sep 2009;38(3):433-46.
4. Rubio-Tapia A, Ludvigsson JF, Brantner TL. The prevalence of celiac disease in the United States. Am J Gastroenterol. 2012 Oct;107(10):1538-44.
5. Lebwohl B, Kapel RC, Neugut AI, et al. Adherence to biopsy guidelines increases celiac disease diagnosis. Gastrointest Endosc. 2011 Jul;74(1):103-9.
6. Biagi F, Campanella J, Martucci S. A milligram of gluten a day keeps the mucosal recovery away: a case report. Nutr Rev. 2004 Sep;62(9):360-3.

Writen by, Cheryl Harris. Find her at HarrisWholeHealth.com & gfGoodness.com



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Tabela de conversão de farinhas sem glúten para pães – com e sem goma xantana!!!

Praticamente todo processo criativo de uma receita sem glúten, tem como ponto de partida alguma lembrança ou algum produto tradicional que foi degustado.

Transformar produtos tradicionais da panificação e confeitaria em produtos sem glúten é um grande desafio.

Para tal, sempre é interessante existir um ponto de partida, de onde as receitas começam a ser adaptadas de uma forma mais “segura”, dentro da zona de conforto do cozinheiro.

Depois de desperdiçar muitos ingredientes pelo caminho, desenvolvi algumas tabelas de conversão, para iniciar o processo de transformação de uma receita tradicional.



Hoje vou compartilhar com vocês a tabela que eu utilizo para iniciar os teste na produção de pães.

Como utilizo muito o psyllium nos preparos, dividi em 2 tabelas de conversão, uma utilizando o psyllium e a outra utilizando a goma xantana.

Tabela de conversão

Esse é meu ponto de partida para todos os pães que eu transformo.

Quando quero utilizar outras farinhas, procuro sempre entender qual a função de cada uma delas nos preparos.

Por exemplo, se quero farinha de arroz integral, ou farinha de castanhas, substituo ou diminuo a quantidade de farinha de arroz.

Quanto quero dar um aspecto mais macio, aumento o amido de milho e diminuo a fécula ou os dois polvilhos.

Tudo vai depender do resultado final que você quer obter e de como as receitas vão se comportar conforme você for testando.

Nos próximos dias vou postar como faço as substituições para desenvolver receitas de pizzas e bolos.


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“Bolo Festivo – by Camila Dutra!”

 

 

NoGlu – Restaurante Gluten Free em Paris!!!

De passagem por Paris antes de iniciar minha jornada na Itália, visitei alguns lugares 100% Glúten Free na cidade.

Pesquisei na internet no site Sortir Sans Gluten que tem uma lista bem completa dos locais onde se fazer as refeições sem glúten, inclusive informando sobre as chances de contaminação.

O restaurante fica no número 16 da Passage des Panoramas, uma galeria que fica no Boulevard de Montmartre no 2nd Arrondissement de Paris.

Eles tem outras unidades na cidade, inclusive uma Bakery do tipo Take Away, onde você encontra delicias da confeitaria francesa totalmente livres de glúten para levar para casa. Vou falar dela em outro post.

Localização do Restaurante – clique no mapa para abrir no Google Maps

Eu visitei o restaurante num sábado no almoço.

Eles estavam lotados, mas como estava sozinho, consegui um lugar no bar, em frente ao chef preparando a comida.

Pra mim é o melhor lugar, mas para evitar ter que esperar muito ou não conseguir mesa se estiver em mais pessoa, convém reservar.

Eles trabalham com menu que muda com frequência, com alguns pratos para brunch, 2 ou 3 pratos para almoço e algumas opções de sobremesa.

Eu pedi um filé de Cabillaud, com risoto e aspargos. Que foi preparado ali na minha frente e ficou pronto em menos de 10 minutos.

Filé de cabillaud, risoto e aspargos

E para acompanhar pedi uma cerveja(bière) Altiplano Bio de Quinoa para provar.

 

A comida estava ótima, o chef do restaurante é muito bom com os temperos, com o ponto dos preparos e também dá uma atenção especial para a apresentação.

O atendimento é de primeira qualidade, sempre muito atenciosos, perguntam se você está satisfeito, se precisa de algo, enfim, atendimento excelente.


Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você…  


O preço não é dos mais baratos, mas para quem procura uma refeição sem glúten, 100% segura, e com qualidade de restaurante de primeira linha, esse é uma boa pedida.

O prato + a cerveja saíram por 24 euros. Mas existem opções de brunch no cardápio a partir de 5,50 euros, passando por pratos de 9 a 12 euros.

A sobremesa eu recomendo que não seja pedida no Noglu Restaurant e sim na NoGlu Bakery Take Away, que fica em frente, na Passage des Panoramas.

Vou fazer um post especifico sobre as delícias da casa e posto o link aqui quando estiver postado.


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Focaccia – Uma pitadinha de história e a receita sem glúten!!!

A focaccia é típica da região da Ligúria e é apresentada em duas versões: al formaggio e salata. A primeira, característica da cidade de Recco, tem massa fina e crocante, não é fermentada e é recheada de queijo cremoso chamado stracchino. A segunda é mais alta – tem cerca de dois centímetros –, crocante por fora e macia por dentro e leva apenas sal grosso e alecrim na cobertura.” A explicação está no blog de receitas do IG (receitas.ig.com.br).

Na Itália se encontram focaccias de todos os tipos, simples, recheadas, com cobertura.

Podem ser servidas como parte de um antepasto numa refeição tipicamente italiana, ou substituindo o pão num couvert ou entrada.

Ficam muito saborosas e fazem sucesso. A receita como sempre é livre de glúten.

 

Ingredientes

  • 100g de farinha de arroz;
  • 50g de fécula de batata;
  • 20g de polvilho doce;
  • 20g de polvilho azedo;
  • 20g de amido de milho;
  • 7g de psyllium;
  • 7g de farinha de ervilha;
  • 10g de azeite de oliva;
  • 200ml de água fria;
  • 1 colher de café de sal;
  • 4g de fermento biológico seco;
  •  Cobertura:
    • Alecrim fresco a gosto;
    • 40g de azeite de oliva;
    • Sal grosso triturado a gosto

_____________________________________


Modo de preparo:

  1. Misturar todos os secos, exceto o sal;
  2. Dissolver o sal na água fria;
  3. Na batedeira, velocidade baixa, adicionar metade da água;
  4. Adicionar o azeite de oliva;
  5. Adicionar o restante da água e bater bem por 1 minuto em velocidade média;
  6. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psyllium absorver a água;
  7. Voltar a bater por pelo menos 5 minutos para misturar bem;
  8. Retirar a massa da batedeira e sovar delicadamente em uma superfície enfarinhada;
  9. Quando a massa estiver bem uniforme, formar uma bolinha e deixar crescer coberta por um plástico por pelo menos 1 hora;
  10. Abrir a massa, fazer alguns furinhos com o garfo, pincelar o azeite de oliva e salpicar sal grosso triturado a gosto e assar em forno aquecido a 250 graus por aproximadamente 10 minutos;
  11. Ao retirar do forno, espalhar o alecrim fresco e servir;

Rende: 1 focaccia de 28cm.

 

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Pão integral!!! Sem glúten e sem lactose!!!

Receita desse pão integral,  com farinha de arroz integral, que não ficou pesado, e ainda tem uma estrutura bem aerada.

Ingredientes:

Modo de preparo:

  1. Misturar todos os secos, exceto o sal;
  2. Dissolver o sal na água;
  3. Na batedeira, velocidade baixa, adicionar os ovos;
  4. Adicionar metade da água;
  5. Misturar bem;
  6. Adicionar o óleo de milho;
  7. Adicionar o restante da água e bater bem por 1 minuto em velocidade média;
  8. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psyllium absorver a água;
  9. Voltar a bater por pelo menos 10 minutos para misturar bem;
  10. Retirar a massa da batedeira e despejar em uma forma baby untada e enfarinhada;
  11. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  12. Deixar crescer até dobrar de tamanho ou ficar 2 dedos abaixo do topo da forma (aproximadamente 50 minutos);
  13. Em forno pré aquecido a 160 graus, assar por 45 minutos a 1 hora;
  14. Rendimento: Um pão de 450 gramas.Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.

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E-book – Receitas simples sem glúten – Volume 2

Saiu o segundo volume das minhas receitas sem glúten. São receitas adaptadas de receitas tradicionais com glúten e aprimoradas até conseguir chegar num resultado satisfatório para compartilhar com meus seguidores.

 

Muitas receitas do livro também não tem lactose.

Nesse e-book você vai encontrar como preparar seu fermento sem glúten para fazer seus pães, vai aprender novas receitas de pães e baguetes, a famosa receita das empanadas sem glúten e sem lactose e também um pão de ló que vai ser ótimo acompanhamento para um café ou base para seus bolos recheados.

E pra finalizar uma receita de brownie sem glúten em sem lactose.

Para fazer o download gratuito, basta clicar na foto abaixo e cadastrar no site para receber o link para download. 


Espero que gostem do e-book, foi feito com muito carinho, com várias receitas diferenciadas para meus seguidores.

Fez as receitas do livro? tem alguma preferida? Deixe seu comentário e nos conte qual é a sua preferida. 


Já fez o download do nosso primeiro e-book? Caso ainda não tenha feito, clique na foto e siga os mesmos passos do e-book 2. Aproveite, é a última semana dele disponível para download. 

 

Empanadas sem glúten e sem lactose – receita e história!

A origem das empanadas é Persa, nasceram juntamente com as esfihas e foram levadas para a Espanha.

As empanadas foram trazidas aos países latinos pela colonização espanhola, sua fabricação era mais simplificada, no início era uma simples massa de pão recheada com carne ou vegetais.

Mas, foi na Argentina que a empanada se difundiu e virou uma paixão nacional. Temos várias versões de recheios para essa iguaria, mas a mais famosa é a empanada salteña, muito popular também na Bolívia.

O nome Salteña é uma referência à cidade de Salta na Argentina, onde nasceu a senhora Juana Gorriti, que começou a vender empanadas para sustento de sua família na Bolívia onde se instalaram após fugirem da ditadura na Argentina (1829-1853).

Possuem formato de meia lua e seu fechamento é um enrolado característico chamado de ‘Repulgue’ – que só é possível se fazer a mão.

As Empanadas fazem parte da cultura da América Latina, podem ser encontradas em diversos países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela e também no Brasil, cada país da América Latina tem sua maneira de rechear, temperar e trabalhar com a massa.

Depois de diversas tentativas de desenvolver uma empanada na versão sem glúten, massa crocante por fora, bem douradinha e fininha sem sucesso, consegui chegar nessa receita que atende a todos os requisitos acima, além de ficar muito saborosa.

Ingredientes para as empanadas:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 100g de fécula de batata;
  • 50g de amido de milho;
  • 8g de psyllium;
  • 8g de farinha de ervilha;
  • 50g de banha de porco gelada;
  • 250ml de água gelada;
  • 10g de sal;
  • 2g de fermento biológico seco;
  • 15g de açucar;

Receitas como essa, você também encontra no livro “Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!” :Conhece o e-book de Receitas sem glúten by Johnny Gourmet???Receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa… Acesse e saiba mais!!!


Modo de preparo:

  1. Misturar todos os secos;
  2. Adicionar a banha de porco em pedaços pequenos;
  3. Adicionar a água e misturar tudo com o auxílio de uma espátula ou colher;
  4. Deixar descansar por 3 minutos para o psyllium absorver a água;
  5. Voltar a mexer com a espátula e quando estiver desgrudando do bowl, transferir para uma superfície levemente enfarinhada;
  6. Sovar a massa delicadamente, usando a palma da mão para pressionar;
  7. Quando a massa estiver bem uniforme, formar uma bolinha e deixar descansar coberta por um plástico por pelo menos 1 hora;
  8. Dividir em várias bolas de 50 a 60g aproximadamente e abrir em círculos;
  9. Rechear conforme sua preferência e fechar a massa;
  10. Pincelar a empanada com um ovo batido com um pouquinho de água;
  11. Assar em forno bem quente (+ de 220 graus) por 8 a 10 minutos;

Rende: 12 empanadas médias
DICA:Para fechar, tem que fazer de forma manual para conseguir o acabamento tradicional, o famoso “repulgue”.

Se você não sabe dar esse acabamento, existem vários videos no youtbue ensinando. Eu gosto muito desse aqui. 


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