Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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5 coisas que todos que convivem com celíaco deviam saber!!!

A descoberta da doença celíaca é uma revolução na vida de qualquer pessoa.

A dieta muda radicalmente, tudo o que antes fazia parte de uma alimentação “normal” agora parece proibido.

Mas apesar disso, o que mais dificulta a adaptação o celíaco a nova realidade, acreditem, é o desconhecimento das pessoas mais próximas, principalmente da família, quanto a doença e as necessidades do celíaco.

Por isso listamos 5 coisas que todo mundo que convive com um celíaco deve saber

1. É doença, não é frescura ou dieta da moda!

A doença celíaca é uma reação imunológica do organismo ao glúten.

O consumo do glúten por um celíaco causa grave inflamação no intestino e dificuldade de absorção dos nutrientes dos alimentos.

Portanto, o celíaco não está fazendo a dieta da moda.

E também não está de frescura quando diz que não pode comer pão, massa, bolos ou qualquer outro alimento que contenha trigo, centeio, cevada, etc.

2. Vai fazer mal sim!

É só um pedacinho, não vai fazer mal! Vai fazer mal sim.

Qualquer alimento com glúten faz mal sim ao celíaco.

Em alguns isso se manifesta de maneira rápida, com dores abdominais, dores nas articulações.

Em outros a reação pode ser silenciosa, mas não menos perigosa.

Quem tem o diagnóstico de doença celíaca não pode definitivamente consumir produtos com glúten.


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 3. Contaminação cruzada no ambiente doméstico!

Vamos assar um pão de queijo no forno de casa.

Se o forno for novo, e nunca tiver sido usado para fazer qualquer produto com glúten, tudo bem.

Caso contrário, vai acontecer a contaminação cruzada, que é quando as partículas de glúten contaminam alimentos sem glúten.

Fornos convencionais, fornos de micro-ondas, liquidificadores, sanduicheiras, batedeiras e demais utensílios que já foram usados com glúten estão tecnicamente contaminados.

Pode ser feita uma descontaminação, que é uma limpeza profunda de todos os utensílios, mas que não é garantia total de contaminação (lembra que qualquer pedacinho faz mal??).

Ou então deve ser feita a substituição de todos esses utensílios ou uso de utensílios separados.

Entende-se por separados, os utensílios/equipamentos de uso exclusivo e que tenham armazenamento e higienização também exclusivos.

4. Contaminação cruzada em restaurantes!

Vamos comer naquele restaurante que sempre comemos.

Ai está um ponto bem polêmico. Hoje temos vários restaurantes exclusivos, que trabalham com alimentação sem glúten.

Estes ai são altamente recomendados para os celíacos.

Os demais restaurantes, são uma roleta russa.

Vou dar exemplos: Você vai num restaurante e pede bife, com arroz e batatas fritas.

Até ai tudo bem, 3 alimentos naturalmente sem glúten (carne, arroz e batata), mas o que você não sabe é que os 3 podem estar contaminados.

Primeiro pelo simples fato de que o trigo se propaga no ar e pode ter contaminação cruzada no ambiente ou utensílios.

Mas também pelo fato de que as preparações em restaurantes podem contaminar o alimento.

O bife pode ter sido grelhado após ter sido passado levemente na farinha de trigo para ganhar uma “corzinha” mais atraente.

O arroz pode ter sido temperado com temperos prontos industrializados que podem conter glúten.

E as batatas podem ter sido fritas no mesmo óleo que já fritou empanados ou pasteis.

Então, antes de comer tranquilamente num restaurante, preocupe-se em saber como foram preparados.

Eu recomendo, se possível, não se alimentar em restaurantes a não ser que tenha certeza da manipulação dos alimentos



5. Tem cura?

Quem nunca ouviu: É só uma fase, depois passa! Não. Definitivamente não.

A doença celíaca, infelizmente, ainda é uma doença sem cura.

O único tratamento possível para o celíaco é se manter 100% numa dieta livre de glúten.

Portanto, para o celíaco, a reintrodução de alimentos com glúten não é uma opção, a não ser que uma cura, vacina ou algo do tipo seja criado no futuro.



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Conclusões e recomendações

O que se conclui disso é que a doença celíaca deve ser levada a sério.

Parentes e amigos de celíacos devem estar cientes da doença e dos cuidados.

Os celíacos devem sim estarem integrados a sociedade, ter a possibilidade de se alimentar em grupo, mas alguns pequenos cuidados devem ser respeitados.

Não é frescura, não é uma condição passageira, mas tudo pode ser adaptado.

E para as famílias que descobrem a doença celíaca em algum membro da casa, o melhor conselho que eu posso dar é: Mudem seus hábitos em casa!!!

Façam o esforço de tentar não mais levar o glúten pra dentro de casa. Ter uma alimentação livre de glúten.

Ao menos no ambiente doméstico.

Não precisa deixar de se alimentar com glúten em outros ambientes, desde que tome os cuidados de não levar a contaminação pra casa.

Com certeza a qualidade de vida do celíaco da casa vai se tornar muito melhor.

E a satisfação de estar contribuindo pra isso não tem preço, vai por mim!!!



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Madeleine sem glúten!!! Receita e história!!!

madeleine é um pequeno bolo em forma de concha, feito com ovos e raspas de limão, que foi eternizado por Proust em seu livro “Em busca do tempo perdido”.

A história foi abaixo foi publicada no site Conexão Paris  e estamos reproduzindo aqui.

Originária da cidade de Commercy, conta-se que ela apareceu pela primeira vez na mesa do duque de Lorraine no final do século XVIII.

Depois de perder seu reino da Polônia, Stanislas Leszcynski, sogro de Louis XV, recebe o Ducado de Lorraine.
Localização da cidade de Commercy na França!
Humanista, filantropo e filósofo, ele mantinha um estilo de vida luxuoso.
Diz a lenda que uma noite o convidado de honra para o jantar era o controverso escritor Voltaire.
Muitos ali naquela cidade detestavam Voltaire, inclusive o mordomo e o padeiro do Duque que se recusaram a lhe servir.
Para salvar o jantar do fiasco, Madeleine, uma empregada da casa, improvisa uma receita de bolo ensinado por sua avó.
Todo mundo aprecia e Stanislas envia um pacote de “madeleines” para sua filha.
A encomenda pipoca em Versalhes e em pouquissimo tempo Commercy vira a capital francesa da madeleine.
Em 1852, a linha de trem Paris-Strasbourg é inaugurada e, a fama do bolo já é tão grande, que a prefeitura autoriza a venda de madeleines na plataforma da estação.
Todos os viajantes retornavam de Commercy com uma caixa debaixo do braço.

Após a Segunda Guerra Mundial, a madeleine se tornou um produto comum do consumidor, sendo produzido em larga escala em fábricas em toda a França.



Receita de madeleines sem glúten

A receita de hoje é da Suzana, leitora do nosso blog, que gentilmente nos cedeu a receita que ela adaptou para ser publicada aqui.

 Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 10g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 75g de açúcar refinado;
  • 4g de fermento químico;
  • 50g de manteiga derretida;
  • 25g de mel;
  • raspas de limão ou laranja;

Modo de Preparo

  1. Misturar bem os ovos, o açucar e o mel;
  2. Adicionar a farinha, o amido e o fermento peneirados;
  3. Misturar tudo muito bem;
  4. Adicionar as raspas de limão ou laranja e continuar misturando;
  5. Levar a geladeira por duas horas;
  6. Adicionar a manteiga derretida ainda morna e misturar bem;
  7. Colocar em um saco de confeitar e encher 2/3 de forminhas de madeleines untadas;
  8. Levar para assar em forno pré aquecido a 220 graus por 5 minutos;
  9. Abaixar o fogo pra 200 graus e deixar mais 10 minutos, acompanhando pra ver se a parte interna da massa assa completamente;

 Rendimento: Aproximadamente 20 a 24 madeleines.


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Tabela de conversão de farinhas sem glúten para pães – com e sem goma xantana!!!

Praticamente todo processo criativo de uma receita sem glúten, tem como ponto de partida alguma lembrança ou algum produto tradicional que foi degustado.

Transformar produtos tradicionais da panificação e confeitaria em produtos sem glúten é um grande desafio.

Para tal, sempre é interessante existir um ponto de partida, de onde as receitas começam a ser adaptadas de uma forma mais “segura”, dentro da zona de conforto do cozinheiro.

Depois de desperdiçar muitos ingredientes pelo caminho, desenvolvi algumas tabelas de conversão, para iniciar o processo de transformação de uma receita tradicional.



Hoje vou compartilhar com vocês a tabela que eu utilizo para iniciar os teste na produção de pães.

Como utilizo muito o psyllium nos preparos, dividi em 2 tabelas de conversão, uma utilizando o psyllium e a outra utilizando a goma xantana.

Tabela de conversão

Esse é meu ponto de partida para todos os pães que eu transformo.

Quando quero utilizar outras farinhas, procuro sempre entender qual a função de cada uma delas nos preparos.

Por exemplo, se quero farinha de arroz integral, ou farinha de castanhas, substituo ou diminuo a quantidade de farinha de arroz.

Quanto quero dar um aspecto mais macio, aumento o amido de milho e diminuo a fécula ou os dois polvilhos.

Tudo vai depender do resultado final que você quer obter e de como as receitas vão se comportar conforme você for testando.

Nos próximos dias vou postar como faço as substituições para desenvolver receitas de pizzas e bolos.


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“Bolo Festivo – by Camila Dutra!”

 

 

NoGlu – Restaurante Gluten Free em Paris!!!

De passagem por Paris antes de iniciar minha jornada na Itália, visitei alguns lugares 100% Glúten Free na cidade.

Pesquisei na internet no site Sortir Sans Gluten que tem uma lista bem completa dos locais onde se fazer as refeições sem glúten, inclusive informando sobre as chances de contaminação.

O restaurante fica no número 16 da Passage des Panoramas, uma galeria que fica no Boulevard de Montmartre no 2nd Arrondissement de Paris.

Eles tem outras unidades na cidade, inclusive uma Bakery do tipo Take Away, onde você encontra delicias da confeitaria francesa totalmente livres de glúten para levar para casa. Vou falar dela em outro post.

Localização do Restaurante – clique no mapa para abrir no Google Maps

Eu visitei o restaurante num sábado no almoço.

Eles estavam lotados, mas como estava sozinho, consegui um lugar no bar, em frente ao chef preparando a comida.

Pra mim é o melhor lugar, mas para evitar ter que esperar muito ou não conseguir mesa se estiver em mais pessoa, convém reservar.

Eles trabalham com menu que muda com frequência, com alguns pratos para brunch, 2 ou 3 pratos para almoço e algumas opções de sobremesa.

Eu pedi um filé de Cabillaud, com risoto e aspargos. Que foi preparado ali na minha frente e ficou pronto em menos de 10 minutos.

Filé de cabillaud, risoto e aspargos

E para acompanhar pedi uma cerveja(bière) Altiplano Bio de Quinoa para provar.

 

A comida estava ótima, o chef do restaurante é muito bom com os temperos, com o ponto dos preparos e também dá uma atenção especial para a apresentação.

O atendimento é de primeira qualidade, sempre muito atenciosos, perguntam se você está satisfeito, se precisa de algo, enfim, atendimento excelente.


Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você…  


O preço não é dos mais baratos, mas para quem procura uma refeição sem glúten, 100% segura, e com qualidade de restaurante de primeira linha, esse é uma boa pedida.

O prato + a cerveja saíram por 24 euros. Mas existem opções de brunch no cardápio a partir de 5,50 euros, passando por pratos de 9 a 12 euros.

A sobremesa eu recomendo que não seja pedida no Noglu Restaurant e sim na NoGlu Bakery Take Away, que fica em frente, na Passage des Panoramas.

Vou fazer um post especifico sobre as delícias da casa e posto o link aqui quando estiver postado.


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Pão integral!!! Sem glúten e sem lactose!!!

Receita desse pão integral,  com farinha de arroz integral, que não ficou pesado, e ainda tem uma estrutura bem aerada.

Ingredientes:

Modo de preparo:

  1. Misturar todos os secos, exceto o sal;
  2. Dissolver o sal na água;
  3. Na batedeira, velocidade baixa, adicionar os ovos;
  4. Adicionar metade da água;
  5. Misturar bem;
  6. Adicionar o óleo de milho;
  7. Adicionar o restante da água e bater bem por 1 minuto em velocidade média;
  8. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psyllium absorver a água;
  9. Voltar a bater por pelo menos 10 minutos para misturar bem;
  10. Retirar a massa da batedeira e despejar em uma forma baby untada e enfarinhada;
  11. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  12. Deixar crescer até dobrar de tamanho ou ficar 2 dedos abaixo do topo da forma (aproximadamente 50 minutos);
  13. Em forno pré aquecido a 160 graus, assar por 45 minutos a 1 hora;
  14. Rendimento: Um pão de 450 gramas.Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.

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E-book – Receitas simples sem glúten – Volume 2

Saiu o segundo volume das minhas receitas sem glúten. São receitas adaptadas de receitas tradicionais com glúten e aprimoradas até conseguir chegar num resultado satisfatório para compartilhar com meus seguidores.

 

Muitas receitas do livro também não tem lactose.

Nesse e-book você vai encontrar como preparar seu fermento sem glúten para fazer seus pães, vai aprender novas receitas de pães e baguetes, a famosa receita das empanadas sem glúten e sem lactose e também um pão de ló que vai ser ótimo acompanhamento para um café ou base para seus bolos recheados.

E pra finalizar uma receita de brownie sem glúten em sem lactose.

Para fazer o download gratuito, basta clicar na foto abaixo e cadastrar no site para receber o link para download. 


Espero que gostem do e-book, foi feito com muito carinho, com várias receitas diferenciadas para meus seguidores.

Fez as receitas do livro? tem alguma preferida? Deixe seu comentário e nos conte qual é a sua preferida. 


Já fez o download do nosso primeiro e-book? Caso ainda não tenha feito, clique na foto e siga os mesmos passos do e-book 2. Aproveite, é a última semana dele disponível para download. 

 

Empanadas sem glúten e sem lactose – receita e história!

A origem das empanadas é Persa, nasceram juntamente com as esfihas e foram levadas para a Espanha.

As empanadas foram trazidas aos países latinos pela colonização espanhola, sua fabricação era mais simplificada, no início era uma simples massa de pão recheada com carne ou vegetais.

Mas, foi na Argentina que a empanada se difundiu e virou uma paixão nacional. Temos várias versões de recheios para essa iguaria, mas a mais famosa é a empanada salteña, muito popular também na Bolívia.

O nome Salteña é uma referência à cidade de Salta na Argentina, onde nasceu a senhora Juana Gorriti, que começou a vender empanadas para sustento de sua família na Bolívia onde se instalaram após fugirem da ditadura na Argentina (1829-1853).

Possuem formato de meia lua e seu fechamento é um enrolado característico chamado de ‘Repulgue’ – que só é possível se fazer a mão.

As Empanadas fazem parte da cultura da América Latina, podem ser encontradas em diversos países como: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela e também no Brasil, cada país da América Latina tem sua maneira de rechear, temperar e trabalhar com a massa.

Depois de diversas tentativas de desenvolver uma empanada na versão sem glúten, massa crocante por fora, bem douradinha e fininha sem sucesso, consegui chegar nessa receita que atende a todos os requisitos acima, além de ficar muito saborosa.

Ingredientes para as empanadas:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 100g de fécula de batata;
  • 50g de amido de milho;
  • 8g de psyllium;
  • 8g de farinha de ervilha;
  • 50g de banha de porco gelada;
  • 250ml de água gelada;
  • 10g de sal;
  • 2g de fermento biológico seco;
  • 15g de açucar;

Receitas como essa, você também encontra no livro “Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!” :Conhece o e-book de Receitas sem glúten by Johnny Gourmet???Receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa… Acesse e saiba mais!!!


Modo de preparo:

  1. Misturar todos os secos;
  2. Adicionar a banha de porco em pedaços pequenos;
  3. Adicionar a água e misturar tudo com o auxílio de uma espátula ou colher;
  4. Deixar descansar por 3 minutos para o psyllium absorver a água;
  5. Voltar a mexer com a espátula e quando estiver desgrudando do bowl, transferir para uma superfície levemente enfarinhada;
  6. Sovar a massa delicadamente, usando a palma da mão para pressionar;
  7. Quando a massa estiver bem uniforme, formar uma bolinha e deixar descansar coberta por um plástico por pelo menos 1 hora;
  8. Dividir em várias bolas de 50 a 60g aproximadamente e abrir em círculos;
  9. Rechear conforme sua preferência e fechar a massa;
  10. Pincelar a empanada com um ovo batido com um pouquinho de água;
  11. Assar em forno bem quente (+ de 220 graus) por 8 a 10 minutos;

Rende: 12 empanadas médias
DICA:Para fechar, tem que fazer de forma manual para conseguir o acabamento tradicional, o famoso “repulgue”.

Se você não sabe dar esse acabamento, existem vários videos no youtbue ensinando. Eu gosto muito desse aqui. 


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