Bolo de milho sem glúten!!!

Quem já comeu um bolo de milho acompanhado de um bom café num domingo a tarde?

Esse é o acompanhamento perfeito para essa receita de bolo de milho sem glúten.

Ontem eu estava assistindo a um programa no GNT e vi fazerem um bolo de milho fresco, com farinha de trigo.

Como a vontade bateu, resolvi pensar em algumas adaptações pra fazer um bolo de milho que ficasse saboroso.

Não tinha milho fresco em casa, ai resolvi fazer uma polenta com fubá grosso para substituir.

Na receita usava manteiga e leite. Eu já substitui a manteiga por óleo, mas também pode substituir o leite por algum leite vegetal se você não quiser lactose na receita.

Bolo de milho

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de farinha de arroz;
  • 3 colheres de sopa fécula de batata;
  • 1 colher de sopa polvilho doce
  • 1 colher de chá de goma xantana
  • 1/2 xícara de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 1 xícara de água;
  • 1/2 xícara de leite;
  • 1/2 xícara de óleo;
  • 3/4 xícara de fubá grosso;
  • 1/2 colher de sopa de fermento químico;

Modo de preparo:

1. Aquecer a água com uma colher de acúçar;

2.Quando a água ferver, misturar o fubá grosso e ir mexendo com um fouet;

3.Depois de uns 5/10 minutos mexendo, tirar do fogo a polenta e reservar;

4.Na batedeira, misturar os ovos, o óleo, o açúcar e o leite;

5.Bater em velocidade média para misturar bem;

6.Em um bowl, misturar a farinha de arroz, a fécula, o polvilho e a goma xantana;

7.Desligar a batedeira e adicionar o mix de farinhas e voltar a bater para misturar tudo;

8.Bater por uns 3 ou 4 minutos e adicionar o fermento químico, deixando apenas misturar para desligar a batedeira;

9.Untar e passar um pouco de açúcar numa forma redonda com furo no meio;

10.Levar o bolo para assar em forno pré aquecido a 180 graus por 40 minutos mais ou menos;

11.Desenformar e deixar esfriar antes de servir;

DICAS: 

Se quiser fazer uma cobertura, vai bem com calda de goiabada ou doce de leite.


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Pão de hamburguer sem glúten e sem leite

O hamburguer é adorado por muitos, principalmente as crianças. 

Aproveitando que hoje, 28 de maio, é o Dia Mundial do Hamburguer, essa vai ser a receita de segunda feira.

Claro que antes vamos contar um pouquinho de história. Essa foi retirada do blog Fatos Desconhecidos

Antes mesmo de receber seu famoso nome, esse bifes diferenciados que usamos loucamente em sanduíches, já existiam mas, claro, que em uma versão mais rústica.

Dizem que os primeiro hambúrgueres foram originados devido ao costume nômade dos tártaros, no séculos 12 e 13, de carregar a carne crua embaixo das celas de seus cavalos.

Conforme os historiadores, quando esses bárbaros paravam para comer, a carne já havia virado uma pasta e, nem por isso, era desperdiçada.

Mas, a sensação da América só chegou aos Estado Unidos na segunda metade do século 19, levados por alemães, que embarcavam no porto de Hamburgo.

Daí a carne chegou ao “novo continente” com o nome de hamburg steak (ou bife de Hamburgo) e foi primeiramente consumida, em larga escala, pelos marinheiros americanos.

Depois disso, já no século 20, foram as classes trabalhadoras, de forma geral, que acolheram a novidade.

Além de baratos, esses alimentos eram saborosos, rápidos e práticos, da forma como o ritmo da explosão industrial do país pedia.

E foi a partir dos Estados Unidos que o hambúrguer conquistou o mundo.

Mas vamos ao que interessa, essa receita de pão para hamburguer não leva glúten e nem leite e é muito prática de fazer.
Ela faz parte das receitas do livro “Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!” :

Conhece o e-book de Receitas sem glúten by Johnny Gourmet???Receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa… Acesse e saiba mais!!!


Pão de hamburguer

Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 50g de fécula de batata;
  • 30g de polvilho doce;
  • 20g de polvilho azedo;
  • 10g de goma xantana;
  • 5g de fermento biológico seco;
  • 10g de açúcar;
  • 10g de sal;
  • 30g de óleo;
  • 10g de vinagre de maçã;
  • 2 ovos;
  • 100g de água;
  • Farinha de arroz para sovar a massa;

Modo de preparo:

1.Misturar todos os secos, exceto o sal;

2.Na batedeira, velocidade baixa, adicionar metade da água;

3.Adicionar o óleo, os ovos e o vinagre;

4.Dissolver o sal no restante da água;

5.Aumentar a velocidade da batedeira e misturar bem por 4 a 5 minutos.

6.Retirar a massa da batedeira e sovar delicadamente em uma superfície enfarinhada;

7.Quando a massa estiver bem uniforme, formar uma bolinha e deixar crescer coberta por um plástico por pelo menos 1 hora e 30 minutos;

8.Após crescer, dividir em 8 partes;

9.Em uma bancada enfarinhada,fazer bolinhas uniformes, deixando as emendas da massa para baixo;

10.Distribuir em uma forma untada e enfarinhada e pincelar ovo batido em cima da massa;

11.Levar ao forno pré-aquecido a 170 graus por 20 minutos;

 Rendimento: 8 pãezinhos de 60 gramas

 

DICAS: 

Se quiser pãezinhos com uma casquinha dourada, pincelar um ovo batido antes de assar.

 

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Ela faz parte das receitas do livro “Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!” :

Esse e-book foi escrito pra você!!! Receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa…

Coxinha sem glúten e sem leite!!!

A coxinha é muito conhecida e apreciada no Brasil. É a legítima comida de festinhas infantis e botecos.

Reza a lenda que a coxinha tem origem na corte portuguesa.

O francês Lucas Rigaud, cozinheiro da trisavó da princesa, d. Maria I, publicou no livro Cozinheiro moderno ou nova arte de cozinha, de 1780, uma receita de “coxas de frangas ou galinhas novas” empanadas e fritas.

Antonin Carême chegou ainda mais perto da versão atual da coxinha no livro L’Art de la cuisine française au XIXème Siècle.

Seu croquette de poulet (croquete de frango) deveria ser moldado em forma de pera.

O certo é que aqui no Brasil, qualquer boteco que se preze tem a coxinha no seu cardápio.

Nas festinhas de criança, nunca falta a coxinha entre os salgadinhos a disposição.

E foi a partir dessa dificuldade, que precisei criar a receita que compartilho hoje aqui no blog.

Como todos os pais de crianças celíacas, cada festinha temos que montar o kit pra levar pra festa.

É brigadeiro, esfiha, pastel, bolo. Mas a coxinha sempre foi difícil, ou quando tinha a disposição era muito cara.

Essa receita é extremamente barata e também prática de se preparar, vai dar um pouquinho de trabalho, mas no final o resultado compensa.



Coxinha de frango sem glúten

Ingredientes:

  • 200g de batatas;
  • 50g de polvilho doce;
  • 100g de farinha de arroz;
  • 250ml de caldo de frango ou legumes;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • Sal a gosto;
  • Frango desfiado e temperado para o recheio;

Modo de preparo:

1. Cozinhar as batatas até ficarem bem macias;

2. Misturar as farinhas e o sal e reservar;

3. Esquentar o caldo de frango (se for caseiro, melhor ainda. Fuja dos caldos industrializados);

4. Adicionar o azeite para dissolver no caldo;

5. Espremer as batatas e levar ao fogo junto com o caldo. Misturar bem;

6. Ir adicionando farinha aos poucos;

7. Ir mexendo sempre a panela, para que a massa não grude no fundo;

8. O ponto é quando ela começa a soltar inteira da panela, com a massa bem uniforme;

9. Agora vem a parte mais complicada da receita. Tirar do fogo e, ainda quente, sovar a massa numa bancada enfarinhada;

10. Deixar a massa bem uniforme. Ir separando bolinhas pequenas, abrir em discos, colocar o recheio e fechar no formato da coxinha.

11. Empanar com ovo e farinha de rosca sem glúten;

12. Podem ser guardadas congeladas por até 3 meses

Rendimento: 12 coxinhas pequenas

DICAS: 

Ideal levar as coxinhas ao freezer por uns 30 minutos antes de fritar, ou então fritar elas ainda congeladas.

Passar um pouquinho de azeite nas mãos para facilitar na hora de moldar as coxinhas, assim a massa não gruda nas mãos.

O óleo pode estar na temperatura de aproximadamente 180 graus.

 Tem vários vídeos no youtube ensinando a fechar a coxinha, um que eu gosto é esse AQUI!

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Receita do Chef: Gnocchi sem glúten!!!

O Gnocchi, sem dúvida é a mais antiga forma do Italiano fazer pasta.

Em italiano, gnocco significa um pequeno nódulo. Ai pode ser uma explicação para o nome do prato.

Na ilha da Sicília, quando ainda era a Magna Grécia, muito antes dos romanos os habitantes gregos nativos já se deliciavam com um prato batizado de “macco” (Caldo de favas e pelotas de massas de trigo e água.).

Seja de batatas, semolina ou ricota, a característica de um bom gnocchi é ser leve e fofo.

No passado, o gnocchi ( ou nhoque, em português) era uma preparação característica das cozinhas do norte e centro (principalmente Veneto, Toscana e Lazio) da Itália.

Hoje, caiu em domínio nacional. Venceu até a resistência dos napolitanos, adeptos irredutíveis do espaguete e outras massas de fio longo.
Para fazer um bom gnocchi sem glúten, tenho algumas dicas que podem ajudar:
  • As batatas (ou batata doce, mandioquinha, abóbora) devem ser preferencialmente assadas no forno para evitar a absorção de água no cozimento;
  • Se for cozinhar batata na água, prefira cozinhar com casca;
  • Adicionar o mix de farinhas bem aos poucos e ir sentindo a consistência da massa;
  • Cozinhar logo que cortar os gnocchi.

E como segunda é dia de receita do chef, hoje vamos aprender a fazer um delicioso gnocchi sem glúten.


“Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!”

Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


Gnocchi sem glúten

Ingredientes:

  • 500g de batatas asterix;
  • 50g de amido de milho;
  • 50g de polvilho doce;
  • 100g de farinha de arroz;
  • 1 ovo;
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva;
  • Sal a gosto;

Modo de preparo:

1. Enrolar as batatas em papel alumínio e colocar para assar no forno a 180 graus por 30 minutos;

2. Descascar as batatas ainda quentes e espremer. Reservar;

3. Misturar as farinhas;

4. Em uma tijela, misturar as batatas espremidas, o ovo, o sal e o azeite de oliva;

5. Ir adicionando farinha aos poucos;

6. Enfarinhar uma bancada e sovar a massa;

7. Quando a massa estiver no ponto, abrir em pequenas “cobrinhas” e ir cortando os gnocchi em pedaços de aproximadamente 1cm;

8. Cozinhar em água fervente salgada até as bolinhas subirem e boiarem dentro da panela;

9. Misturar com o molho de sua preferência e servir;

Rendimento: 4 porções

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Receita simples de pão sem glúten e sem leite!

Receita de pão sem glúten simples, postado em vídeo no Youtube.

A receita é bem simples, e não leva goma xantana na sua composição.

 Ingredientes:

  • 150g de farinha de arroz;
  • 50g de xícara de polvilho doce;
  • 50g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 1 colher de sopa de açúcar;
  • 20g de psillium;
  • 50ml de óleo de girassol;
  • 1 colher de sopa de vinagre;
  • 1 colher de sopa de fermento biológico seco;
  • 200ml de água;

_______________________________________Quer aprender a fazer pães sem glúten diferenciados, de forma mais artesanal e utilizando os equipamentos que todos tem em casa??? Esse e-book reúne as melhores receitas que criei sem glúten e muitas sem leite usando uma balança simples, batedeira e forno. 


Modo de preparo:

  1. Misturar os ingredientes secos, exceto o sal;
  2. Bater por 1 minuto para misturar bem;
  3. Acrescentar os ovos e continuar batendo a velocidade baixa;;
  4. Adicionar o óleo e o vinagre e misturar bem;
  5. Adicionar a água;
  6. Bater por 5 minutos;
  7. Adicionar o sal;
  8. Continuar batendo em velocidade média por mais 5 minutos;
  9. A massa vai ficar com a consistência de uma pomada;
  10. Em uma forma untada com óleo e farinha de arroz, despejar a massa;
  11. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  12. Deixar crescer por aproximadamente 45 minutos;
  13. Assar em forno pré aquecido a 180 graus por 40 minutos;

 Rendimento: Um pão de 450 gramas.

Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.


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Orecchiette de milho sem glúten e sem leite!!!

Segunda é dia de receita do chef, e hoje vamos de orecchiette ao sugo.

Já publicada no meu e-book natalino, essa receita tipicamente italiana, mas que tem sua história ligada ao seu grande “rival” gastronômico.

Remontam ao final do primeiro milênio relatos de produção de uma massa similar, com farinha de grão duro, na Provença Francesa.

É uma origem não comprovada, como a maioria das receitas que remontam dessa época, devido a dificuldade de encontrar e interpretar os relatos.

O que é “vero” e incontestável é que essa massa se tornou popular na Itália, mais precisamente nas regiões Puglia e Basilicata.

Essa receita que apresento hoje, utiliza farinha de milho como base e é feita toda manualmente, sem necessidade de nenhuma máquina pra modelar ou cortar a massa.


“Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!”

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Orecchiette de milho

Ingredientes:

  • 100g de farinha de milho fina;
  • 50g de amido de milho;
  • 50g de polvilho doce;
  • 10g de mix de goma xantana e goma guar;
  • 3 ovos;
  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva;
  • 1 colher de chá de sal;
  • Água para dar ponto, se necessário

Modo de preparo:

1.Misturar bem a farinha, o amido, o polvilho e a goma para formar um mix;

2.Adicionar o sal e misturar;

3.Adicionar o azeite de oliva e os ovos;

4.Misturar bem com uma colher e depois com as mãos em umas bancada enfarinhada;

5.Se a massa ficar muito seca, pode adicionar um pouco de água ou até um ovo a mais a mistura;

6.Quando estiver bem uniforme, formar uma bolinha, envolver em filme plástico e levar a geladeira por 20 minutos;

7.Retirar da geladeira, cortar em 3 pedaços e com o auxilio do rolo ir abrindo para deixar a massa bem uniforme;

8.Fazer bolinhas bem pequenas, com no máximo 1,5cm de diâmetro;

9.Com o polegar, apertar no centro da bolinha para dar o formato da massa e apenas acertar as bordas para não ficarem muito grossas;

10.Cozinhar por 6 minutos em água fervente salgada, ou até que os orecchiette estejam  no ponto que voce preferir;

11.Servir com molho sugo ou qualquer molho da sua preferência;

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Receita do Chef: Pastel sem glúten e sem leite!!!

Segunda é dia de receita do chef, e hoje vamos com o pastel, que 10 entre 10 brasileiros gostam.

Já tinha postado aqui no blog uma receita de pastel sem glúten, aqui. 

Também é uma boa receita, mas essa que eu trago hoje, é adaptada da minha receita de massa fresca sem glúten.

Ela fica uma massa relativamente fácil de abrir, da pra deixar bem fininha e assim o pastel fica bem crocante.

A cachaça usada na massa, serve pra fazer as bolhinhas de ar se formarem enquanto frita os pastéis

 

De tão boa a receita, vou chamar aqui de pastel de feira.


Receitas como essa, você também encontra no livro “Pães sem glúten – by Johnny Gourmet!” :Conhece o e-book de Receitas sem glúten by Johnny Gourmet???Receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa… Acesse e saiba mais!!!


Pastel de Feira

Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 100g de fécula de batata;
  • 50g de polvilho doce;
  • 8 g de mix de goma xantana e goma guar;
  • 25g de azeite de oliva;
  • 5g de sal;
  • 1 colher de sopa de cachaça;
  • 3 ovos;
  • Água para dar ponto, se necessário;

 

Modo de preparo:

1.Misturar todos os secos;

2.Adicionar o azeite e a cachaça;

3.Adicionar os ovos e misturar bem com uma colher e complementando com as mãos para ter certeza do ponto;

4.A massa deve ter uma consistência firme, mas não pode ficar grudenta, tem que ser moldável;

5.Caso esteja muito dura, ir adicionando água aos poucos até dar ponto;

6.Sovar bem a massa e fazer uma bolinha. Enrolar num filme plástico e levar a geladeira para descansar por uns 30 minutos;

7.Com auxílio de um cilindro, abrir a massa usando farinha para não grudar;

8.Quando a massa estiver bem fininha, está pronta para fazer os pastéis;

9.Adicionar o recheio de sua preferência e fritar em óleo quente (aproximadamente 180 graus)

Rende: 50 pastéis pequenos.

 

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Pão de batata!! Sem glúten e sem leite!!

Esse pão de batata eu fiz utilizando o mix básico de substituição de farinhas que ensinei aqui no blog.

Como falei no post da Tabela de conversão de farinhas, sempre que pego uma receita de pão tradicional, começo com essa tabela para fazer as substituições.

Um exemplo é esse pão de batata do post de hoje, que eu substitui 2 xícaras de farinha de trigo por farinha de arroz, polvilho doce, polvilho azedo, psillium, farinha de ervilha.

Nessa receita não usei a fécula de batata, pois a batata cozida já fornece o amido que precisamos.

 Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de arroz;
  • 1/4 de xícara de polvilho doce;
  • 1/4 de xícara de polvilho azedo;
  • 180g de batata cozida (substitui a fécula de batata da tabela pela batata);
  • 2 ovos;
  • 8g de sal;
  • 15g de açúcar;
  • 12g de psillium;
  • 12g de farinha de ervilha;
  • 30g de óleo de girassol;
  • 5g de fermento biológico seco;
  • 250ml de água morna;

_______________________________________Quer aprender a fazer pães sem glúten diferenciados, de forma mais artesanal e utilizando os equipamentos que todos tem em casa??? Esse e-book reúne as melhores receitas que criei sem glúten e muitas sem leite usando uma balança simples, batedeira e forno. 


Modo de preparo:

  1. Misturar os ingredientes secos, exceto o sal;
  2. Bater por 1 minuto para misturar bem;
  3. Acrescentar os ovos e continuar batendo a velocidade baixa;
  4. Adicionar a batata cozida e esmagada;
  5. Adicionar metade da água morna;
  6. Adicionar o óleo e misturar bem;
  7. Adicionar o restante da água com o sal dissolvido;
  8. Bater bem por mais 1 minuto;
  9. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psillium absorver a água e começar a agir;
  10. Voltar a bater em velocidade média por 10 minutos;
  11. A massa vai ficar com a consistência de uma pomada;
  12. Em uma forma untada com óleo e farinha de arroz, despejar a massa;
  13. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  14. Deixa no forno com temperatura de uns 40 graus para crescer por aproximadamente 40 minutos;
  15. Assar em forno pré aquecido a 170 graus por 40 minutos;

 Rendimento: Um pão de 450 gramas.

Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.


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Biscoitos de natal Low Carb!!! Gingerbread!!!

Presente nas mesas natalinas de todo o hemisfério norte e também muito apreciado no Brasil.

Assim é o “ginger bread” ou “biscotti allo zenzero” ou biscoito de gengibre.

A lenda em torno de sua criação conta que um casal de velhinhos que não tinha filhos fez um biscoito em formato de boneco.

Quando ele terminou de assar e foi tirado do forno, sai correndo para não ser comido e todo mundo sai correndo atrás dele.

Assim nasceu a história do Gingerbread men.


 

Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


Mantendo a nossa linha sem glúten e agregando valor com uma receita low carb, trago a vocês a receita de hoje.

Ela foi desenvolvida pela Chef Michele Alam, especialista em gastronomia funcional e low carb e faz parte do nosso e-book de natal.

Vamos então a receita do biscoito? Segue abaixo:

 Biscoitos de gengibre low carb

Ingredientes: 

  • 75g de farinha de amendoas;
  • 25g de farinha de coco fina e branca;
  • 50g de xilitol;
  • 70g de manteiga;
  • 1 clara;
  • 20g de gengibre ralado;
  • Raspas de limão;

 


Modo de preparo:

1.Misturar todos os ingredientes secos;

2.Incorpore a manteiga em temperatura ambiente;

3.Acrescente a clara e misture bem ara formar uma massa homogênea;

4.Estique a massa sobre o papel manteiga com a ajuda de um plástico por cima da massa;

5.Leve para a geladeira por 2 horas;

6.Retire da geladeira, retire o plástico e coloque a massa que está sobre o papel manteiga em uma forma;

7.Asse em forno pré aquecido a 130 graus por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja dourada;

8.Ainda quente, use os moldes para formatar os biscoitos;

 Rendimento: 15 biscoitos. 


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

Para fazer o download gratuito, basta clicar na foto abaixo e cadastrar no site para receber o link para download. 


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Panetone sem glúten e sem lactose – História e receita!

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi.

O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano).

Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum.

A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país.

A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.


Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.

Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

  Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  
Vamos então a receita do panetone? Segue abaixo:
panetone

Ingredientes:

 

– 80g de castanhas do pará;

– 40g de amêndoas;

– 40g de amido de milho;

– 40g de polvilho doce;

– 20g de polvilho azedo;

– 10g de psyllium;

– 10g de farinha de ervilha;

– 10g de fibra de beterraba açucareira;

– 40g de açúcar de coco;

– 8g de fermento biológico seco;

– 1 pitada de sal;

– 40ml de suco de laranja;

– 20ml de rum;

– 10ml de essencia de panetone;

– 2 ovos caipiras;

– 25ml de óleo de girassol;

– 200g de frutas cristalizadas;

– 150ml de agua filtrada para o leite de castanhas;



Modo de preparo:

  1. Deixe as castanhas de molho em água suficiente para cobri-las, por no mínimo 6 horas;
  2. Descarte a água que ficou de molho com a castanha e coloque as castanhas no liquidificador com a água filtrada;
  3. Peneire e separe a castanha processada e o leite vegetal;
  4. Processe as amendoas até ficarem em pedaços bem pequenos, como uma farinha grossa;
  5. Em uma tigela, misturar as frutas cristalizadas com o suco de laranja, o rum e a essência de panetone. Reserve;
  6. No bowl da batedeira adicione as castanhas e amendoas processadas e todos os ingredientes secos, misture;
  7. Adicione o óleo e os ovos e continue batendo em velocidade baixa;
  8. Adicione o liquido que está na tigela das frutas cristalizadas. Reserve as frutas;
  9. Adicione o leite da castanha aos poucos e pare de bater por 1 minuto para o psyllium agir;
  10. Volte a bater em velocidade média por aproximadamente 5 minutos.
  11. Retire o bowl da batedeira e misture 150g das frutas cristalizadas a massa, misturando levemente.
  12. Despejar em forma média de panetone e deixar crescer por aproximadamente 50 minutos ou até que a massa alcance 1 dedo abaixo da borda;
  13. Colocar o restante das frutas em cima do panetone e assar em forno pré-aquecido a 170 graus por 40 minutos.

Rende: 1 panetone de 500 a 600g.


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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