Biscoitos de natal Low Carb!!! Gingerbread!!!

Presente nas mesas natalinas de todo o hemisfério norte e também muito apreciado no Brasil.

Assim é o “ginger bread” ou “biscotti allo zenzero” ou biscoito de gengibre.

A lenda em torno de sua criação conta que um casal de velhinhos que não tinha filhos fez um biscoito em formato de boneco.

Quando ele terminou de assar e foi tirado do forno, sai correndo para não ser comido e todo mundo sai correndo atrás dele.

Assim nasceu a história do Gingerbread men.


 

Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


Mantendo a nossa linha sem glúten e agregando valor com uma receita low carb, trago a vocês a receita de hoje.

Ela foi desenvolvida pela Chef Michele Alam, especialista em gastronomia funcional e low carb e faz parte do nosso e-book de natal.

Vamos então a receita do biscoito? Segue abaixo:

 Biscoitos de gengibre low carb

Ingredientes: 

  • 75g de farinha de amendoas;
  • 25g de farinha de coco fina e branca;
  • 50g de xilitol;
  • 70g de manteiga;
  • 1 clara;
  • 20g de gengibre ralado;
  • Raspas de limão;

 


Modo de preparo:

1.Misturar todos os ingredientes secos;

2.Incorpore a manteiga em temperatura ambiente;

3.Acrescente a clara e misture bem ara formar uma massa homogênea;

4.Estique a massa sobre o papel manteiga com a ajuda de um plástico por cima da massa;

5.Leve para a geladeira por 2 horas;

6.Retire da geladeira, retire o plástico e coloque a massa que está sobre o papel manteiga em uma forma;

7.Asse em forno pré aquecido a 130 graus por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja dourada;

8.Ainda quente, use os moldes para formatar os biscoitos;

 Rendimento: 15 biscoitos. 


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Panetone sem glúten e sem lactose – História e receita!

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi.

O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano).

Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum.

A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país.

A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.


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A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.

Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

  Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  
Vamos então a receita do panetone? Segue abaixo:
panetone

Ingredientes:

 

– 80g de castanhas do pará;

– 40g de amêndoas;

– 40g de amido de milho;

– 40g de polvilho doce;

– 20g de polvilho azedo;

– 10g de psyllium;

– 10g de farinha de ervilha;

– 10g de fibra de beterraba açucareira;

– 40g de açúcar de coco;

– 8g de fermento biológico seco;

– 1 pitada de sal;

– 40ml de suco de laranja;

– 20ml de rum;

– 10ml de essencia de panetone;

– 2 ovos caipiras;

– 25ml de óleo de girassol;

– 200g de frutas cristalizadas;

– 150ml de agua filtrada para o leite de castanhas;



Modo de preparo:

  1. Deixe as castanhas de molho em água suficiente para cobri-las, por no mínimo 6 horas;
  2. Descarte a água que ficou de molho com a castanha e coloque as castanhas no liquidificador com a água filtrada;
  3. Peneire e separe a castanha processada e o leite vegetal;
  4. Processe as amendoas até ficarem em pedaços bem pequenos, como uma farinha grossa;
  5. Em uma tigela, misturar as frutas cristalizadas com o suco de laranja, o rum e a essência de panetone. Reserve;
  6. No bowl da batedeira adicione as castanhas e amendoas processadas e todos os ingredientes secos, misture;
  7. Adicione o óleo e os ovos e continue batendo em velocidade baixa;
  8. Adicione o liquido que está na tigela das frutas cristalizadas. Reserve as frutas;
  9. Adicione o leite da castanha aos poucos e pare de bater por 1 minuto para o psyllium agir;
  10. Volte a bater em velocidade média por aproximadamente 5 minutos.
  11. Retire o bowl da batedeira e misture 150g das frutas cristalizadas a massa, misturando levemente.
  12. Despejar em forma média de panetone e deixar crescer por aproximadamente 50 minutos ou até que a massa alcance 1 dedo abaixo da borda;
  13. Colocar o restante das frutas em cima do panetone e assar em forno pré-aquecido a 170 graus por 40 minutos.

Rende: 1 panetone de 500 a 600g.


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Ebook – Um natal italiano “senza Glutine” – By Johnny Gourmet

Está chegando o natal, e com ele todos os pratos típicos, as guloseimas, a união familiar, os presentes.

Como passei boa parte desse ano na Itália estudando gastronomia, achei que seria uma forma interessante de compartilhar a cultura com os meus leitores se desenvolvesse um e-book com histórias e receitas natalinas italianas.

E esse e-book está ai, disponível gratuitamente para você.

Biscoitos de gengibre low carb
Snack de polenta com bacalhau cremoso
Paleta de cordeiro assada

 

Nesse e-book você vai encontrar um pouquinho de história de gastronomia, um pouquinho de cultura italiana e várias receitas para fazer uma ceia natalina completa, com pratos típicos dessa época na Itália, adaptados para o universo celíaco e também para o nosso clima tropical.

Para fazer o download gratuito, basta clicar na foto abaixo e cadastrar no site para receber o link para download. 


Espero que gostem do e-book, foi feito com muito carinho, com várias receitas diferenciadas para meus seguidores.

Fez as receitas do livro? tem alguma preferida? Deixe seu comentário e nos conte qual é a sua preferida. 


Já conhece o nosso e-book de receitas de pães sem glúten???

Receitas criadas por mim, com ingredientes e processos simples de serem reproduzidos na sua casa. Clique na imagem abaixo e saiba mais: 

 

Pão de linhaça, sem glúten e sem lactose!!!

Esse pão de linhaça tem uma receita com muitos ingredientes, mas relativamente simples para ser executado.

A linhaça, conhecida desde 5.000 a.C. é a semente do linho, processada ou não em forma de farinha.

Ela é muito consumida em diversas culturas, mas de uns tempos pra cá tem sido muito difundida em alimentações funcionais devido aos seus benefícios.

Entre os benefícios estão a saúde do coração, do intestino e prevenindo até alguns tipos de câncer.

Essa receita de pão de linhaça está presente no ebook de “Receitas de Pães e bolos sem glúten” da Lidiane Ribeiro e hoje vou compartilhar ela com vocês.



Receita de pão de linhaça

 Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna;
  • 2 colheres de sopa de açúcar demerara;
  • 2 colheres de chá de fermento biológico seco;
  • 2 ovos;
  • 4 colheres de sopa de óleo de girassol;
  • 1/2 colher de sopa de vinagre branco;
  • 3/4 xícara de farinha de arroz;
  • 1/4 xícara de farinha de linhaça dourada;
  • 1 xícara de polvilho doce;
  • 1 xícara de farinha de amêndoas;
  • 1 colher de chá de CMC;
  • 1 colher de chá de gelatina sem sabor em pó;
  • 1. 1/4 colher de chá de sal;


Modo de Preparo

  1. Dissolver o fermento e o açúcar na água morna;
  2. Reserve por 10 minutos até que forme uma esponja;
  3. Na batedeira, bata bem os ovos até dobrarem de tamanho e formarem espuma;
  4. Acrescentar o azeite e o vinagre;
  5. Peneirar todos os ingredientes secos restantes e adicionar a batedeira em funcionamento;
  6. Adicionar a água com fermento que ficou descansando;
  7. Bater bem para misturar todos os ingredientes (a massa vai ficar com uma textura mais dura, mas um pouco pegajosa);
  8. Untar as mãos e modelar o pão em uma forma de pão, ou em pequenas bolinhas individuais de 50 a 60g;
  9. Deixe crescer por 20 a 30 minutos;
  10. Assar em forno pré-aquecido a 180 graus até ficar dourado (aproximadamente 25 a 30 minutos)

 Gostou da receita? Essa e outras 14 receitas de pães sem glúten estão disponíveis no livro digital da Lidiane Ribeiro. além de ainda levar de bônus mais 6 receitas de bolos sem glúten. Não perca tempo, acesse e conheça o ebook: 


 

Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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Biscoito Savoiardi – A história e a receita sem glúten do biscoito base do tiramisú!!!

O biscoito Savoiardi, também conhecido no Brasil como biscoito champagne, é um biscoito leve e de forma alongada.

O biscoito tem origem italiana e é utilizado para fazer o verdadeiro tiramisu.

A história dessa receita, assim como de várias outras tem várias versões e várias lendas a respeito.

Como eu estou vivendo e estudando no Piemonte, na região noroeste da Itália, vou reproduzir aqui a história contada nessa região.

A Itália como conhecemos só tem sua unificação formada em torno de 150 anos atrás.

O movimento de unificação é conhecido como Ressurgimento e aconteceu entre os anos 1815 e 1870.

Antes disso a Itália era dividida em vários territórios e entre eles o ducado de Savoia, onde surgiu nossa receita de hoje.

Mapa dos reinos e ducados da Itália por volta do século 15.

Pela metade dos anos 1.300, o rei da França estava em visita ao Piemonte (ducado de Savoia) e o duque Amedeo VI di Savoia, para recebe-lo, organizou um verdadeiro banquete.

Ele queria que fosse feito um biscoito marcante, diferente de todos os que já tinham no Piemonte.

Assim então nasceu esse biscoito de estrutura leve e aerada, que a partir desse jantar,  foi difundido por toda a Europa.

O nome “Savoiardi”, como é conhecido na Itália, é uma homenagem ao duque.

Mas na língua inglesa ele é conhecido como ladyfinger biscuit, ou biscoito champagne no Brasil



Receita de biscoitos Savoiardi

A receita é bem simples e rápida de ser executada, não requer muita habilidade culinária, apenas certo controle com o saco de confeitar.

 Ingredientes:

  • 60g de farinha de arroz;
  • 60g de açúcar refinado;
  • 2 ovos grandes (minimo de 50g cada um);
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de café de essência de baunilha (opcional);
  • Açúcar de confeiteiro (opcional) para polvilhar;


Modo de Preparo

  1. Bater as gemas com o açúcar e a essência de baunilha até obter uma consistência cremosa;
  2. Peneirar a farinha e misturar bem com a gema e o açúcar batidos;
  3. Montar as claras em neve com uma pitada de sal;
  4. Misturar as claras ao resto dos ingredientes, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Levar tudo para um saco de confeitar, fazer uma abertura circular de uns 2cm de diâmetro;
  6. Em uma forma com papel manteiga, montar os biscoitos, de forma alongada, espaçando 2cm entre cada um;
  7. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 12 minutos (não deixar dourar demais);
  8. Pode-se polvilhar açúcar de confeiteiro ou servir assim mesmo;

 Rendimento: Aproximadamente 20 biscoitos savoiardi (depende do tamanho que forem moldados quando colocar na forma).

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Madeleine sem glúten!!! Receita e história!!!

madeleine é um pequeno bolo em forma de concha, feito com ovos e raspas de limão, que foi eternizado por Proust em seu livro “Em busca do tempo perdido”.

A história foi abaixo foi publicada no site Conexão Paris  e estamos reproduzindo aqui.

Originária da cidade de Commercy, conta-se que ela apareceu pela primeira vez na mesa do duque de Lorraine no final do século XVIII.

Depois de perder seu reino da Polônia, Stanislas Leszcynski, sogro de Louis XV, recebe o Ducado de Lorraine.
Localização da cidade de Commercy na França!
Humanista, filantropo e filósofo, ele mantinha um estilo de vida luxuoso.
Diz a lenda que uma noite o convidado de honra para o jantar era o controverso escritor Voltaire.
Muitos ali naquela cidade detestavam Voltaire, inclusive o mordomo e o padeiro do Duque que se recusaram a lhe servir.
Para salvar o jantar do fiasco, Madeleine, uma empregada da casa, improvisa uma receita de bolo ensinado por sua avó.
Todo mundo aprecia e Stanislas envia um pacote de “madeleines” para sua filha.
A encomenda pipoca em Versalhes e em pouquissimo tempo Commercy vira a capital francesa da madeleine.
Em 1852, a linha de trem Paris-Strasbourg é inaugurada e, a fama do bolo já é tão grande, que a prefeitura autoriza a venda de madeleines na plataforma da estação.
Todos os viajantes retornavam de Commercy com uma caixa debaixo do braço.

Após a Segunda Guerra Mundial, a madeleine se tornou um produto comum do consumidor, sendo produzido em larga escala em fábricas em toda a França.



Receita de madeleines sem glúten

A receita de hoje é da Suzana, leitora do nosso blog, que gentilmente nos cedeu a receita que ela adaptou para ser publicada aqui.

 Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 10g de amido de milho;
  • 2 ovos;
  • 75g de açúcar refinado;
  • 4g de fermento químico;
  • 50g de manteiga derretida;
  • 25g de mel;
  • raspas de limão ou laranja;

Modo de Preparo

  1. Misturar bem os ovos, o açucar e o mel;
  2. Adicionar a farinha, o amido e o fermento peneirados;
  3. Misturar tudo muito bem;
  4. Adicionar as raspas de limão ou laranja e continuar misturando;
  5. Levar a geladeira por duas horas;
  6. Adicionar a manteiga derretida ainda morna e misturar bem;
  7. Colocar em um saco de confeitar e encher 2/3 de forminhas de madeleines untadas;
  8. Levar para assar em forno pré aquecido a 220 graus por 5 minutos;
  9. Abaixar o fogo pra 200 graus e deixar mais 10 minutos, acompanhando pra ver se a parte interna da massa assa completamente;

 Rendimento: Aproximadamente 20 a 24 madeleines.


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Focaccia de azeitona verde e benefícios do consumo da azeitona para o organismo!!!

A azeitona está presente na dieta mediterrânea, reconhecida como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela Unesco.

A dieta mediterrânea teve tal reconhecimento pela sua base focada em ingredientes equilibrados, que fornecem todos os nutrientes necessários, sem abuso de gorduras, açúcares ou álcool.

Um dos pilares da dieta é o azeite de oliva, extraído das azeitonas, produzidas principalmente na região mediterrânea (Destaque para Espanha e Itália) e com alguns focos de produção em outros lugares do mundo (Mendoza na Argentina é um dos exemplos).

Para a produção do azeite, as azeitonas recém colhidas (a partir do final de outubro na Itália), são prensadas em um “frantoio” (foto abaixo), de onde é extraído o sumo do fruto da oliveira.

Frantoio para processamento das azeitonas. 

Após a extração, o sumo das azeitonas passa por um processo de centrifugação, onde se separa a água, o azeite e o bagaço da azeitona.

Hoje esse processo é feito em equipamentos modernos, para ter o melhor aproveitamento, mas antigamente se fazia aquecendo caldeiras de metal, em temperaturas em torno dos 35 graus, que promoviam a separação da água do azeite, sem perder a qualidade do ingrediente.

Após o processamento, o azeite pode ficar armazenado em grandes tanques de aço inoxidável, até a sua embalagem, sem perder qualidade do produto.

Benefícios do consumo da azeitona

Além da gordura monoinsaturada, a azeitona verde é rica em polifenóis, que são potentes anti-oxidantes, e agem da redução de formação dos radicais livres.

A azeitona verde possui uma grande quantidade de nutrientes essenciais para o organismo. Tais como Proteínas, Fibras, Magnésio, Manganês, Potássio, Ferro, Sódio, Cobre, Zinco, Cálcio, Fósforo, Vitamina C, Vitamina B6 e Tiamina. Além dos poderosos antioxidantes.

Estudos mostraram que o consumo da azeitona verde está diretamente ligado à prevenção de doenças crônicas e não transmissíveis, possivelmente pelo aumento de consumo de compostos antioxidantes, que protegem nosso organismo dos carcinogênicos que entram em contato diariamente com nosso corpo, podendo causar a mutação de nossas células e formar, futuramente um câncer.

Hoje vou ensinar como preparar uma focaccia com azeitonas verdes deliciosa, sem glúten e sem lactose.


Focaccia com azeitonas verdes

 Ingredientes:

  • 100g de farinha de arroz;
  • 50g de amido de milho;
  • 50g de polvilho doce;
  • 50g de farinha de teff;
  • 10g de psillium;
  • 10g de açúcar;
  • 10g de fermento biológico seco;
  • 20g de azeite de oliva extra virgem para a massa;
  • 20g de azeite de oliva extra virgem para finalizar;
  • 8g de sal;
  • 50g de azeitonas verdes sem caroço;
  • 250ml de água;

Modo de Preparo

  1. Misturar todos os secos, exceto o sal;
  2. Picar as azeitonas em pedaços pequenos e deixar reservado (Guardar algumas em rodelas para decorar a focaccia);
  3. Dissolver o sal na água fria;
  4. Na batedeira, velocidade baixa, adicionar metade da água;
  5. Adicionar o azeite de oliva;
  6. Adicionar o restante da água e bater bem por 1 minuto em velocidade média;
  7. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psyllium absorver a água;
  8. Voltar a bater por pelo menos 5 minutos para misturar bem;
  9. A massa vai ficar relativamente macia, não chegando a ser liquida, mas não é moldável;
  10. Misturar levemente as azeitonas picadas;
  11. Retirar a massa da batedeira e espalhar numa forma untada;
  12. Com um pouco de azeite de oliva extra, espalhar sobre a massa e com a ponta dos dedos apertar a massa delicadamente;
  13. Espalhar as azeitonas em rodelas sobre a massa e levar ao forno pré aquecido a 250 graus por 6 a 7 minutos.

 Rendimento: Uma focaccia de 28cm ou uma assadeira retangular de 20x30cm.


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Rocambole com geleia de frutas – Sem gluten e sem lactose!!!

A origem do rocambole é controversa. Várias são as versões e vários são os países que dizem serem donos da criação.

Chamado de Swiss Roll (Rolo Suiço) nos países europeus e países de língua inglesa, acredita-se que tenha origem em uma receita antiga britânica, datada do século XIX.

Já os franceses dizem que o Buche de Noel (um bolo natalino de chocolate enrolado e recheado como um rocambole e decorado como se fosse um tronco) é o precursor do Rocambole.

Alguns cozinheiros dizem que é uma receita austríaca, e existem outras histórias de origem francesa.

Difícil dizer qual é a verdadeira e também difícil saber porque se chama “Swiss Roll” se nenhuma das versões “originais” é Suíça.

Importante é a receita sem glúten e sem lactose aqui do blog. É uma mistura de duas receitas já publicadas aqui: O “Pão de ló” e a geléia que utilizamos na “Cheesecake de Frutas Vermelhas”.

 


 Ingredientes:

  • 6 ovos (300g);
  • 150g de açúcar;
  • 1 colher de sopa de essência de baunilha;
  • 150g de amido de milho;

Modo de Preparo

  1. Bater os ovos e o açúcar em velocidade média por 10 minutos até que fique uma massa esbranquiçada e aumente o volume umas 3 ou 4x;
  2. Acrescentar a essência de baunilha;
  3. Com a batedeira na velocidade baixa ou apenas com uma espátula, adicionar o amido peneirado aos poucos;
  4. Forrar uma assadeira retangular de 40x25cm com papel manteiga e despejar a mistura;
  5. Assar em forno pré aquecido a 180 graus por 25 minutos;

 Rendimento: Um pão de ló de 3cm de altura.

Geleia de Frutas Vermelhas

 Ingredientes:

  • 500g de frutas vermelhas a sua escolha (framboesa, amora, morango, mirtilo);
  • 250g de açúcar;
  • Suco de 1 limão siciliano;
  • Raspas de limão siciliano;
  • Água;

Modo de Preparo

  1. Em uma panela misturar as frutas e o açúcar;
  2. Aquecer em fogo baixo e misturar bem;
  3. As frutas costumam soltar bastante líquido, mas se for necessário, adicionar um pouco de água;
  4. Se quiser uma geleia bem lisinha, pode processar e peneirar a mistura no meio do cozimento;
  5. Mexer sempre enquanto cozinha, para não grudar no fundo da panela;
  6. Quanto estiver chegando ao ponto desejado, adicionar as raspas e o suco do limão;
  7. Misturar bem, cozinhar por mais uns 5 minutos e reservar.

 Montagem do rocambole

  1. Se quiser, pode cortar a crosta que se forma sobre o pão de ló;
  2. Tirar da forma e manter no papel manteiga para ajudar a enrolar;
  3. Fazer um xarope de frutas vermelhas, misturando 100ml de suco de frutas e 100g de açucar, e dissolvendo numa panela em fogo baixo até misturar bem;
  4. Espalhar o xarope já frio sobre a massa para que ela fique úmida;
  5. Espalhar a geleia sobre massa em toda sua extensão;
  6. Ir enrolando o pão de ló e removendo o papel manteiga conforme avança;
  7. Dispor em uma forma ou prato para servir e polvilhar açúcar de confeiteiro por cima do bolo;

Essa é uma das ideias de recheio para o rocambole, mas você pode inventar o seu recheio, pode cobrir com ganache de chocolate, com glacê ou como ficar melhor ao seu paladar.



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Biscoito Amanteigado – Sem glúten!!!

Esse biscoito amanteigado vai muito bem acompanhado de um café nos dias frios, bem como serve de base para a Cheesecake de Frutas Vermelhas da receita aqui do blog.

Esse biscoito também pode ficar bem adicionando cacau em pó, para um biscoito de chocolate, que pode ser base para uma torta de limão, ou de qualquer outro sabor que te agrade.

Vamos a receita? Anota ai:

Ingredientes:

  • 120g de farinha de arroz;
  • 120g de fécula de batata;
  • 80g de manteiga amolecida;
  • 60g de açúcar;
  • 6g de farinha de ervilha;

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  • ____________________________________

Modo de preparo:

  • Em uma tigela, misture todos os ingredientes secos;
  • Vá incorporando a manteiga aos poucos;
  • Quando estiver desgrudando da tigela, a massa estará chegando no ponto ideal;
  • Em uma bancada, continue sovando a massa até conseguir uma consistência bem homogênea (se precisar, adicione mais manteiga);
  • Forme bolinhas com a mão e achate para formar discos;
  • Disponha em uma assadeira untada ou sobre papel manteiga;
  • Asse em forno pré-aquecido a 180 graus por 15 a 20 minutos;

Dica: Para dar um formato uniforme aos seus biscoitos, faça as bolinhas, achate e corte com um aro de 4 a 5cm de diâmetro.

Para um biscoito sem lactose, a manteiga pode ser substituída por manteiga de côco.

Rendimento: 15 biscoitos de 5cm de diâmetro


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