Panetone sem glúten e sem lactose – História e receita!

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi.

O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano).

Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum.

A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país.

A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.


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A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.

Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

  Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  
Vamos então a receita do panetone? Segue abaixo:
panetone

Ingredientes:

 

– 80g de castanhas do pará;

– 40g de amêndoas;

– 40g de amido de milho;

– 40g de polvilho doce;

– 20g de polvilho azedo;

– 10g de psyllium;

– 10g de farinha de ervilha;

– 10g de fibra de beterraba açucareira;

– 40g de açúcar de coco;

– 8g de fermento biológico seco;

– 1 pitada de sal;

– 40ml de suco de laranja;

– 20ml de rum;

– 10ml de essencia de panetone;

– 2 ovos caipiras;

– 25ml de óleo de girassol;

– 200g de frutas cristalizadas;

– 150ml de agua filtrada para o leite de castanhas;



Modo de preparo:

  1. Deixe as castanhas de molho em água suficiente para cobri-las, por no mínimo 6 horas;
  2. Descarte a água que ficou de molho com a castanha e coloque as castanhas no liquidificador com a água filtrada;
  3. Peneire e separe a castanha processada e o leite vegetal;
  4. Processe as amendoas até ficarem em pedaços bem pequenos, como uma farinha grossa;
  5. Em uma tigela, misturar as frutas cristalizadas com o suco de laranja, o rum e a essência de panetone. Reserve;
  6. No bowl da batedeira adicione as castanhas e amendoas processadas e todos os ingredientes secos, misture;
  7. Adicione o óleo e os ovos e continue batendo em velocidade baixa;
  8. Adicione o liquido que está na tigela das frutas cristalizadas. Reserve as frutas;
  9. Adicione o leite da castanha aos poucos e pare de bater por 1 minuto para o psyllium agir;
  10. Volte a bater em velocidade média por aproximadamente 5 minutos.
  11. Retire o bowl da batedeira e misture 150g das frutas cristalizadas a massa, misturando levemente.
  12. Despejar em forma média de panetone e deixar crescer por aproximadamente 50 minutos ou até que a massa alcance 1 dedo abaixo da borda;
  13. Colocar o restante das frutas em cima do panetone e assar em forno pré-aquecido a 170 graus por 40 minutos.

Rende: 1 panetone de 500 a 600g.


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Quindim – História e receita

Quindim tem sua origem em Portugal, sendo mais um dos legítimos doces de convento portugueses.

Nos conventos portugueses as freirar utilizavam muitas claras de ovo para engomar as roupas utilizadas por elas. Sendo assim, sobravam muitas gemas.

Assim nasceram a maioria dos doces portugueses que são a base de ovo e açúcar.

O doce “brisas do lis” é feito a base de gemas, açúcar e amêndoas e tem uma forma e aspecto muito similares ao quindim da atualidade.

Quanto chegou no Brasil, foi rapidamente adaptado ao país adotando-se o coco no lugar das amêndoas, nascendo assim o quindim.

Vamos a receita?

 Ingredientes:

  • 240g de açúcar demerara;
  • 120g de coco ralado fresco;
  • 60g de leite;
  • 30g de manteiga derretida;
  • 12 gemas


 

Modo de Preparo

  1. Processar o açúcar para que não fiquem cristais;
  2. No liquidificador acrescentar ao açúcar o leite e a manteiga e misturar bem;
  3. Adicionar as gemas peneiradas e misturar;
  4. Adicionar o coco ralado e pulsar rapidamente somente para misturar e não triturar muito;
  5. Encher forminhas já untadas com manteiga e polvilhadas de açúcar;
  6. Levar para a geladeira por pelo menos 2 horas para separar o coco da massa;
  7. Pré-aquecer o forno a 180 graus e assar dentro de uma forma com água (até a metade da altura das forminhas) por 30 minutos;
  8. Desformar ainda morno e levar a geladeira por pelo menos 1 hora antes de consumir.

Rendimento: Aproximadamente 12 quindins pequenos.


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Mousse de chocolate sem glúten!!!

Doce, aerado, leve, espumoso. A mousse provoca uma sensação agradável ao paladar.

Se for de chocolate então, ai é unanimidade.

Essa receitinha é simples e rápida, leva só 4 ingredientes e é perfeita pra uma sobremesa num jantar ou para agradar a criançada.

Apenas tomar cuidado para não perder a aeração na hora de misturar todos os ingredientes.

Vamos a receita?

 Ingredientes:

  • 200g de chocolate meio amargo ou 70% cacau sem glúten;
  • 100g de creme de leite fresco;
  • 3 claras de ovo;
  • 50g de açúcar demerara;

Modo de Preparo

  1. Levar as claras e o açúcar em banho maria misturando bem para dissolver o açúcar até conseguir uma textura liquida e espumosa;
  2. Colocar no bowl de uma batedeira e bater na velocidade média até esfriar e as claras formarem picos firmes;
  3. Enquanto as claras batem, derreter o chocolate em banho maria e misturar o creme de leite ao final;
  4. Misturar o chocolate derretido nas claras, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Encher taças ou potinhos com a mousse;
  6. Levar para a geladeira por pelo menos 2 horas antes de servir;

Rendimento: Aproximadamente 6 sobremesas de 100ml.


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Cheesecake


 

Cheesecake

A cheesecake hoje é conhecida no mundo todo como uma sobremesa americana legítima, mas essa história é um pouco controversa.  Há relatos de que o doce foi servido nas olimpíadas de 776 a.C. na Grécia. Também existem outras sobremesas européias que poderiam ter servido de inspiração para a cheesecake, como a torta de ricota na Itália, algumas tortas de queijo francesas e por ai vai.

Controvérsias a parte, a cheesecake como é conhecida hoje, nasceu nos Estados Unidos e tem início com a criação, nos anos 1870, do cream cheese em Nova York (apesar de ser muito conhecido como Philadelphia Cream Cheese) e popularizado quando produzido em escala industrial pela Empire Cheese & Co, posteriormente comprada pela Kraft Company, que existe até hoje.

A cheesecake americana, como conhecemos hoje (o New York Cheesecake), é composta de uma base de bolacha triturada, um recheio a base de cream cheese, ovos e açúcar, assada ao forno e uma cobertura com as frutas da estação ou de sua preferência. As coberturas mais difundidas são as de frutas vermelhas ou de morangos.

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Existem versões de cheesecake também feitas com cream cheese, mas que não levam ovos e nem precisam ser assadas. Também conhecemos versões desconstruídas, onde a sobremesa é apresentada em porções individuais, com montagem moderna, com elementos de todos os passos da receita, não necessariamente seguindo uma apresentação e sabores convencionais.

A receita que vamos apresentar no blog, segue o conceito da receita tradicional, adaptada nas bolachas para que ela seja sem glúten e com a técnica de preparo e cozimento do recheio para que a cheesecake seja perfeita e proporcione uma experiência única para quem provar.

Quer aprender a preparar a cheesecake clássica,

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Macarons – história e receita

A história do macaron

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Quem já foi para Paris, com certeza se deparou com alguma confeitaria com uma vitrine lotada de macarons, com toda sua variedade de cores e sabores. O doce tem uma receita centenária e é simbolo da confeitaria no país. Os franceses tem orgulho das suas raizes e das suas criações e esse doce é um dos exemplos disso.

Iguaria típica francesa, o macaron possui origem italiana, explicando também o seu nome. A primeira versão da receita do macaron era feita com merengue de amêndoas e similar ao Amarreti (biscoitos italianos feitos à base de amêndoas, açúcar e clara de ovos), crocante por fora e úmido por dentro. O seu nome, provem da palavra italiana para massa “macarrone”.

macarons

No século XVI, o macaron foi levado para a França pela corte de Catarina de Médicis e sua receita era mantida em segredo, atendendo apenas à nobreza. As primeiras a fazer os biscoitinhos na França foram as irmãs do convento Saint-Sacrement, da cidade de Nancy. Após a revolução francesa, em 1789, as congregações religiosas passaram a produzir macarons fora dos conventos.

Inicialmente servido como um pequeno biscoito fino, o macaron recebeu a sua versão final no início do século XIX, quando o patisseur Pierre Desfontaines – da famosa Ladurée, de Paris – uniu os dois pequenos discos, colocando cremes especiais entre eles.

O original macaron parisiense é o que possui merengue feito com amêndoa e recheio de ganache, entretanto, é possível encontrar diversos sabores como caramelo, baunilha, pistache, framboesa, laranja, chocolate branco, café, e etc. As diversas cores, elemento responsável por grande parte do sucesso do macaron, provem da adição de um corante comestível.

Abaixo várias fotos de como esse doce pode ficar lindo e irresistivel, principalmente pelo fato de que comemos primeiro com os olhos.

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Ficou interessado em aprender como fazer os macarons?
Acesse o link abaixo e consulte o passo a passo na nossa pagina de receitas.

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