Pão de batata!! Sem glúten e sem leite!!

Esse pão de batata eu fiz utilizando o mix básico de substituição de farinhas que ensinei aqui no blog.

Como falei no post da Tabela de conversão de farinhas, sempre que pego uma receita de pão tradicional, começo com essa tabela para fazer as substituições.

Um exemplo é esse pão de batata do post de hoje, que eu substitui 2 xícaras de farinha de trigo por farinha de arroz, polvilho doce, polvilho azedo, psillium, farinha de ervilha.

Nessa receita não usei a fécula de batata, pois a batata cozida já fornece o amido que precisamos.

 Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de arroz;
  • 1/4 de xícara de polvilho doce;
  • 1/4 de xícara de polvilho azedo;
  • 180g de batata cozida (substitui a fécula de batata da tabela pela batata);
  • 2 ovos;
  • 8g de sal;
  • 15g de açúcar;
  • 12g de psillium;
  • 12g de farinha de ervilha;
  • 30g de óleo de girassol;
  • 5g de fermento biológico seco;
  • 250ml de água morna;

_______________________________________Quer aprender a fazer pães sem glúten diferenciados, de forma mais artesanal e utilizando os equipamentos que todos tem em casa??? Esse e-book reúne as melhores receitas que criei sem glúten e muitas sem leite usando uma balança simples, batedeira e forno. 


Modo de preparo:

  1. Misturar os ingredientes secos, exceto o sal;
  2. Bater por 1 minuto para misturar bem;
  3. Acrescentar os ovos e continuar batendo a velocidade baixa;
  4. Adicionar a batata cozida e esmagada;
  5. Adicionar metade da água morna;
  6. Adicionar o óleo e misturar bem;
  7. Adicionar o restante da água com o sal dissolvido;
  8. Bater bem por mais 1 minuto;
  9. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psillium absorver a água e começar a agir;
  10. Voltar a bater em velocidade média por 10 minutos;
  11. A massa vai ficar com a consistência de uma pomada;
  12. Em uma forma untada com óleo e farinha de arroz, despejar a massa;
  13. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  14. Deixa no forno com temperatura de uns 40 graus para crescer por aproximadamente 40 minutos;
  15. Assar em forno pré aquecido a 170 graus por 40 minutos;

 Rendimento: Um pão de 450 gramas.

Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.


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Já fez o download dos nossos e-books? São várias receitas sem glúten gratuitas para você! Todas foram criadas ou adaptadas de versões com glúten e testadas até chegarmos numa textura e padrão ideal para fazerem parte destes dois e-books.

 

 

 

 

 

 

 


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Panetone sem glúten e sem lactose – História e receita!

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi.

O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano).

Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum.

A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país.

A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.


Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.

Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

  Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  
Vamos então a receita do panetone? Segue abaixo:
panetone

Ingredientes:

 

– 80g de castanhas do pará;

– 40g de amêndoas;

– 40g de amido de milho;

– 40g de polvilho doce;

– 20g de polvilho azedo;

– 10g de psyllium;

– 10g de farinha de ervilha;

– 10g de fibra de beterraba açucareira;

– 40g de açúcar de coco;

– 8g de fermento biológico seco;

– 1 pitada de sal;

– 40ml de suco de laranja;

– 20ml de rum;

– 10ml de essencia de panetone;

– 2 ovos caipiras;

– 25ml de óleo de girassol;

– 200g de frutas cristalizadas;

– 150ml de agua filtrada para o leite de castanhas;



Modo de preparo:

  1. Deixe as castanhas de molho em água suficiente para cobri-las, por no mínimo 6 horas;
  2. Descarte a água que ficou de molho com a castanha e coloque as castanhas no liquidificador com a água filtrada;
  3. Peneire e separe a castanha processada e o leite vegetal;
  4. Processe as amendoas até ficarem em pedaços bem pequenos, como uma farinha grossa;
  5. Em uma tigela, misturar as frutas cristalizadas com o suco de laranja, o rum e a essência de panetone. Reserve;
  6. No bowl da batedeira adicione as castanhas e amendoas processadas e todos os ingredientes secos, misture;
  7. Adicione o óleo e os ovos e continue batendo em velocidade baixa;
  8. Adicione o liquido que está na tigela das frutas cristalizadas. Reserve as frutas;
  9. Adicione o leite da castanha aos poucos e pare de bater por 1 minuto para o psyllium agir;
  10. Volte a bater em velocidade média por aproximadamente 5 minutos.
  11. Retire o bowl da batedeira e misture 150g das frutas cristalizadas a massa, misturando levemente.
  12. Despejar em forma média de panetone e deixar crescer por aproximadamente 50 minutos ou até que a massa alcance 1 dedo abaixo da borda;
  13. Colocar o restante das frutas em cima do panetone e assar em forno pré-aquecido a 170 graus por 40 minutos.

Rende: 1 panetone de 500 a 600g.


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Pão em fatia – Low carb – Sem glúten!!!

Quando se inicia uma dieta celíaca, já na fase adolescente ou adulta, o maior desafio é encontrar produtos com a mesma textura/sabor do produto que estamos acostumados a comer.

Quando se inicia uma dieta low carb, o grande desafio para quem é acostumado com os carboidratos é substituir o pão de uma forma agradável.

Quando estamos com nosso organismo já habituado a consumir os produtos com glúten, sofremos o impacto dessas substituições, e encontrá-los se torna uma missão difícil.



Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de “pão de fatia” que não fica devendo em nada aos pães encontrados no mercado.

Ele te proporciona a sensação de estar consumindo um misto quente tradicional.

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


 

Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


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Benefícios do psyllium para o organismo!

Psyllium

O psyllium ou psílio é um composto de fibras solúveis e insolúveis retiradas da casca de uma semente da planta de origem asiática chamada Plantago ovata. Há séculos, ela vem sendo consumida amplamente em países como Índia e Paquistão, mas só nos últimos anos vem chamando a atenção de outros países, devido às suas propriedades, especialmente quando suplementado no formato de cápsulas. Na América do Norte essa substância vem sendo consumida nos últimos 75 anos.

Ele tem alto indíce de absorção de água, e concentra os seguintes benefícios:

  • Melhora o funcionamento do sistema digestivo;
  • Ajuda na redução das taxas de glicose no sangue, auxiliando no controle do diabetes;
  • Diminui as taxas de colesterol ruim;
  • Pela alta concentração de fibras, é um regulador intestinal e ajuda a eliminar toxinas nesse processo;
  • Pode ser benéfico em dietas de perda de peso, associado a atividades físicas e alimentação balanceada;
  • É extremamente eficaz em receitas sem glúten, auxiliando assim no bem estar dos celíacos;

Por ser um produto extremamente rico em fibras, o psyllium auxilia o funcionamento intestinal e ajuda a evitar prisão de ventre. Só isso já deixaria você mais livre e relaxado durante seu dia, mas os benefícios vão além disso. Muitos estudos mostram que essas fibras ajudam a reduzir o colesterol ruim (também conhecido como LDL) e que a presença delas na alimentação, especialmente as insolúveis, aumenta consideravelmente a sensação de saciedade e nos faz comer menos.

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No universo gastronômico gluten free, o psyllium tem a função de dar estrutura para as receitas, pois com seu nível de absorção de água, nos ajuda a equilibrar as quantidades de farinhas, liquidos e gorduras utilizados na receita.

Tenho utilizado muito o psyllium como substituto da goma xantana e do CMC em receitas, associado com a farinha de ervilha, que nos dá a proteina necessária para simular a ação do glúten.

Como complemento desse texto, segue a receita de um pão de castanha do pará, utilizando o psyllium como espessante.

 

Para acessar a receita do pão de castanhas, clique-aqui-1024x239





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Já baixou nosso ebook? São várias receitas sem glúten gratuitas para você!
São receitas de pães, pizza, doces e sobremesas. 

Baguete vegana sem glúten!!!

Clássico da culinária francesa, a baguete é o pão oficial da França desde 1793. No dia 15 de novembro de 1793, foi oficializado um decreto todo francês teria acesso a um determinado tipo de pão. Nesse momento se instituía a famosa baguete.

Num primeiro momento a baguete se popularizou em Paris, mas não virou o pão oficial do restante da França. Foi somente ao fim da segunda guerra mundial, em 1944 que a baguete se popularizou em todos os cantos do país.

Hoje estima-se que a baguete seja responsável por 80% dos pães consumidos na França.

Esse tipo de pão é um coringa na cozinha, serve para fazer grandes sanduiches para um evento especial, como também pode servir de base para a famosa bruschetta italiana, cortando a baguete em fatias diagonais, e tostando-a no forno com azeite de oliva e sal.

A partir de alguns conhecimentos adquiridos em cursos e pesquisas, consegui desenvolver uma baguete que fica com textura macia, casquinha crocante e muito saborosa.

 

Para acessar a receita da baguete vegana glúten,

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Pão sem glúten – como pensar a receita!!!

A dificuldade em se conseguir um pão sem glúten com textura macia se dá porque a farinha de arroz não tem o mesmo comportamento que a farinha de trigo tem quando se adiciona água, sal e fermento.

Com certeza, todos que começam a fazer pães sem glúten já fizeram farinha de rosca para não desperdiçar pães que não deram certo.

Fiz inúmeros testes e cursos até conseguir alguns mix interessantes e me permitir arriscar implementando os meus conceitos, de eliminar a goma xantana, desenvolver pães com sabores diferenciados.

Nos meus pães hoje procuro lançar mão de recursos diferenciados, como fermentação natural, utilização do psyllium e da farinha de ervilha como base para conseguir a textura, combinados com o mix de farinhas base das receitas.

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    Pães e bolos - 01

Ebook com 15 receitas de pães e 6 receitas de bolos sem glúten!!! 

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Para entender quais farinhas utilizar em cada receita, e suas quantidades, os testes serão determinantes.

Basicamente as farinhas de arroz branca ou integral são combinadas com amidos (fécula de batata ou amido de milho) e polvilhos (doce e azedo), cada um em quantidades diferentes.

Se você quer um pão mais leve, mais crocante, etc, e adicionado algum aglutinador (em geral a goma xantana que eu substituo por psyllium e farinha de ervilha nas minhas receitas).

Mais adiante vamos fazer um post específico sobre as farinhas e também sobre as substituições da goma xantana.

Basicamente temos a seguinte configuração quando elaboramos um pão sem glúten:

 

1. Mix de farinhas – 100%

2. Liquidos – 70 a 80%

3. Goma ou substitutos – 4 a 6%

4. Fermento – 2% ou Fermento natural – 40%

5. Gordura – 5 a 10%

6. sal – 1%

7. Açúcar – 2%


Meu foco quando produzo pães é apenas que ele não tenha glúten, portanto não tenho muitas receitas testadas com farinhas integrais, com substituição de ovos, mas sempre que tiver alguma receita interessante com esses ingredientes, vou postar no aqui no blog.

Como complemento a esse post, segue uma receita de um pão de milho saboroso, daqueles de fazenda, pra comer quentinho com manteiga pela manhã ou no café da tarde. Faça o teste e depois me conte como ficou.

Para acessar a receita do pão de milho, clique-aqui-1024x239

 

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A origem do panetone

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi. O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro. A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe. De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano). Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum. A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país. A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.

A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone. Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  

Quer aprender uma deliciosa receita de panetone sem glúten e sem lactose,
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