Minha filha é celíaca, e agora??? Dicas de um pai!

A descoberta da doença celíaca é uma revolução na vida de qualquer pessoa.

Dias atrás vi um post num grupo de uma mãe de uma criança celíaca. Ela contou que a criança tinha 3 ou 4 anos e não tinha desfraldado ainda.

Aí ela explicou que em casa a dieta é certinha, mas que na rua a criança comia glúten. Eu pensei: como assim?

Nunca escrevi muitos detalhes sobre minha filha aqui no blog, pois não é esse o intuito do espaço, mas para ilustrar esse post, vou falar um pouco mais.


 

Quer aprender receitas de pães sem glúten com mix mais naturais e simples de se fazer em casa??? Esse e-book foi escrito pra você… 


Como tudo começou… 

Minha filha tem 5 anos, e descobrimos a doença celíaca dela quando tinha menos de 2 anos.

Num primeiro momento a gente fica em choque, pois parece que vai ser impossível, porque nesse momento você só consegue pensar:  TUDO contém glúten.

Conforme o tempo vai passando e as coisas se estabilizam, você percebe que é possível, mas que os produtos custam mais caro.

No meu caso, sempre fui apaixonado por gastronomia, apesar de ser engenheiro. Isso tornou as coisas um pouco mais simples, mas não menos difíceis.

Eu passei a me dedicar a estudar como fazer meus próprios produtos sem glúten, mas era difícil pois apesar de saber fazer, eu não entendi as técnicas gastronômicas.

Surgiu nesse momento a gastronomia de forma mais presente na minha vida. Me matriculei num curso semi intensivo de gastronomia convencional.

Paralelo a isso, fiz vários cursos de preparos sem glúten. Tudo pra entender como eram as técnicas tradicionais e entender o que os chefs faziam pra transformar os preparos para glúten free.

Lidando com a contaminação cruzada… 

Junto a tudo isso, surgiu o próximo problema, a contaminação cruzada. Principalmente fora de casa, já que em casa abolimos o glúten, todos aderiram a dieta enquanto estão dentro de casa.

Então minha esposa procurou a Acelbra da nossa cidade. Lá encontrou diversas pessoas na mesma situação. Acompanhou as palestras para entender mais sobre o assunto.

As pessoas ligadas a Acelbra de Joinville foram sensacionais, deram todo o suporte que precisávamos, inclusive fazendo uma mini palestra para as cozinheiras da escola.

A escola é outro problema, pois além das comidas servidas lá (nossa filha frequenta em período integral), ainda tem a possibilidade dos amiguinhos oferecerem.

Mas felizmente sempre tivemos profissionais atenciosos e preocupados com o bem estar da criança, e sempre pudemos contar com eles.

Viajar é possível… 

Como gosto de viajar para vários lugares do mundo, surgia mais um problema, o que essa criança vai comer???

A primeira viagem depois de descobrirmos a doença celíaca foi pra Espanha, e admito, por medo e inexperiência, ela passou 12 dias a base de mamadeira, macarrão e bolacha.

Mas insistimos, depois disso já viajamos inclusive levando fogão elétrico portátil e panela na mala, tudo para que ela pudesse comer carnes, ovos, proteínas em geral.

Hoje já podemos viajar para qualquer lugar do mundo, que vamos conseguir nos virar, descobrimos o AirBnb, sempre ficamos em apartamentos com infra estrutura para preparar os alimentos, e nos viramos com compras, na própria cidade, de itens básicos para a alimentação dela.

Mas, e a criança, como reage??? 

Voltando a dieta, como qualquer criança celíaca, num primeiro momento a dieta se encheu de massas e carboidratos.

Crianças adoram batata, bolacha, macarrão. Ai então tivemos que ir moldando o paladar aos poucos.

Apesar de ainda não ser uma dieta perfeita, hoje ela come muita salada, frutas, carnes, ovos, e é aberta a experimentar os alimentos que oferecemos.

Mas aí você pode estar se perguntando: Como essa criança reage a doença celíaca?

Não é fácil, mas com jeitinho, e de uma forma lúdica, fomos (méritos da minha esposa) ensinando para ela que princesas não comem glúten, que ela tinha que ser como as princesas, senão a barriga iria doer, enfim, diversas teorias para que ela absorvesse a informação.

Podemos nos considerar bem sucedidos, pois se qualquer pessoa (e isso vale para nós, para os avós, qualquer pessoa mesmo) oferecer algo pra ela, vai ouvir: “Você já leu ai se tem glúten?”.

Os parentes são um caso a parte. Já escrevi sobre essa história de “Só um pedacinho não vai fazer mal…” em outro post do blog, que você pode conferir aqui.

Hoje ela sabe identificar o símbolo referente a alimentos sem glúten nas prateleiras e não tem problema nenhum para aceitar que não pode comer o que todos comem.

Ahh, obvio que não posso me esquecer do acompanhamento médico, que fazemos religiosamente, com consultas, exames, etc.


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 Conclusões e recomendações de um pai… 

Enfim, contei toda essa história porque queria ilustrar o que penso sobre a doença celíaca em crianças pequenas.

NADA vai dar certo, se os pais não entenderem a importância da dieta para o resto da vida.

Tudo deve ser revisto, não adianta ter uma alimentação especial para a criança e trazer glúten para dentro de casa.

Não adianta ter uma alimentação especial e regrada em casa, se a criança tem liberdade para comer fora de casa.

E isso não é papel dos avós, dos parentes, dos professores, eles não têm culpa. Nós como pais temos que explicar sobre a doença celíaca, exigir que se tenha respeito e fazê-los entender da importância.

Os pais têm a responsabilidade de procurar a escola e discutir sobre o assunto.

Os pais têm a responsabilidade de educar seus filhos e ensinarem o que é certo e o que é errado (não apenas na dieta celíaca).

Portanto, nada vai dar certo, se nós, os pais, não mudarmos nosso pensamento e aceitarmos a doença e lidarmos com ela de cabeça erguida e peito aberto.

Com certeza a qualidade de vida do celíaco da casa vai se tornar muito melhor.

E a satisfação de estar contribuindo pra isso não tem preço, vai por mim!!!



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Biscoitos de natal Low Carb!!! Gingerbread!!!

Presente nas mesas natalinas de todo o hemisfério norte e também muito apreciado no Brasil.

Assim é o “ginger bread” ou “biscotti allo zenzero” ou biscoito de gengibre.

A lenda em torno de sua criação conta que um casal de velhinhos que não tinha filhos fez um biscoito em formato de boneco.

Quando ele terminou de assar e foi tirado do forno, sai correndo para não ser comido e todo mundo sai correndo atrás dele.

Assim nasceu a história do Gingerbread men.


 

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Mantendo a nossa linha sem glúten e agregando valor com uma receita low carb, trago a vocês a receita de hoje.

Ela foi desenvolvida pela Chef Michele Alam, especialista em gastronomia funcional e low carb e faz parte do nosso e-book de natal.

Vamos então a receita do biscoito? Segue abaixo:

 Biscoitos de gengibre low carb

Ingredientes: 

  • 75g de farinha de amendoas;
  • 25g de farinha de coco fina e branca;
  • 50g de xilitol;
  • 70g de manteiga;
  • 1 clara;
  • 20g de gengibre ralado;
  • Raspas de limão;

 


Modo de preparo:

1.Misturar todos os ingredientes secos;

2.Incorpore a manteiga em temperatura ambiente;

3.Acrescente a clara e misture bem ara formar uma massa homogênea;

4.Estique a massa sobre o papel manteiga com a ajuda de um plástico por cima da massa;

5.Leve para a geladeira por 2 horas;

6.Retire da geladeira, retire o plástico e coloque a massa que está sobre o papel manteiga em uma forma;

7.Asse em forno pré aquecido a 130 graus por aproximadamente 30 minutos ou até que esteja dourada;

8.Ainda quente, use os moldes para formatar os biscoitos;

 Rendimento: 15 biscoitos. 


Essa e outras receitas fazem parte do e-book natalino gratuito, com receitas natalinas italianas.

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Panetone sem glúten e sem lactose – História e receita!

De tão tradicional no Brasil, a origem do panetone poderia ter sido brasileira. Mas não foi.

O pão amplamente consumido no Natal foi criado em Milão, na Itália, graças ao “erro” de um padeiro.

A lenda em torno de sua criação remonta ao ano de 900 e diz que o humilde assistente de padeiro Toni, após ter trabalhado horas a fio na véspera de Natal, precisava ainda assar mais uma fornada de pães e preparar uma torta para seu chefe.

De tão exausto que estava, confundiu-se e colocou as uvas passas da torta na massa de pão. Desesperado, tentou salvar a situação jogando frutas cristalizadas, manteiga, ovos e os demais ingredientes do recheio que seriam usados originalmente na torta.

Toni assou a mistura e entregou para o patrão. O que o assistente não esperava era que sua criação fizesse sucesso durante a ceia de Natal de seu chefe, que, além de elogiá-lo, decidiu homenageá-lo e dar o nome à massa de “pane di Toni” (“Pão do Toni”, na tradução do italiano).

Com o passar do tempo, o bolo começou a ser chamado de panetone. Como toda boa lenda, a origem do panetone possui várias versões, mas todas elas têm Toni como denominador comum.

A chegada dos imigrantes italianos no Brasil após a Segunda Guerra Mundial trouxe o panetone para o país.

A Bauducco diz que o fundador na empresa, o italiano Carlo Bauducco, começou a vender o produto aqui a partir de 1948.


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A confecção do panetone clássico na Itália é tão levada a sério que em 2005 passaram a ser especificados por lei os ingredientes e os percentuais mínimos que devem ser utilizados para que o bolo possa ser classificado como panetone.

Em entrevista à ANSA, a Bauli, umas das mais tradicionais empresas no ramo de panetones na Itália, explicou que o decreto determina que sejam utilizados “farinha, sal, açúcar, ovos, nata e frutas cristalizadas, cuja quantidade não pode ser inferior a 20%”.

  Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/noticias/ansa/2013/12/23/tradicional-no-natal-panetone-surgiu-por-erro-de-padeiro.htm  
Vamos então a receita do panetone? Segue abaixo:
panetone

Ingredientes:

 

– 80g de castanhas do pará;

– 40g de amêndoas;

– 40g de amido de milho;

– 40g de polvilho doce;

– 20g de polvilho azedo;

– 10g de psyllium;

– 10g de farinha de ervilha;

– 10g de fibra de beterraba açucareira;

– 40g de açúcar de coco;

– 8g de fermento biológico seco;

– 1 pitada de sal;

– 40ml de suco de laranja;

– 20ml de rum;

– 10ml de essencia de panetone;

– 2 ovos caipiras;

– 25ml de óleo de girassol;

– 200g de frutas cristalizadas;

– 150ml de agua filtrada para o leite de castanhas;



Modo de preparo:

  1. Deixe as castanhas de molho em água suficiente para cobri-las, por no mínimo 6 horas;
  2. Descarte a água que ficou de molho com a castanha e coloque as castanhas no liquidificador com a água filtrada;
  3. Peneire e separe a castanha processada e o leite vegetal;
  4. Processe as amendoas até ficarem em pedaços bem pequenos, como uma farinha grossa;
  5. Em uma tigela, misturar as frutas cristalizadas com o suco de laranja, o rum e a essência de panetone. Reserve;
  6. No bowl da batedeira adicione as castanhas e amendoas processadas e todos os ingredientes secos, misture;
  7. Adicione o óleo e os ovos e continue batendo em velocidade baixa;
  8. Adicione o liquido que está na tigela das frutas cristalizadas. Reserve as frutas;
  9. Adicione o leite da castanha aos poucos e pare de bater por 1 minuto para o psyllium agir;
  10. Volte a bater em velocidade média por aproximadamente 5 minutos.
  11. Retire o bowl da batedeira e misture 150g das frutas cristalizadas a massa, misturando levemente.
  12. Despejar em forma média de panetone e deixar crescer por aproximadamente 50 minutos ou até que a massa alcance 1 dedo abaixo da borda;
  13. Colocar o restante das frutas em cima do panetone e assar em forno pré-aquecido a 170 graus por 40 minutos.

Rende: 1 panetone de 500 a 600g.


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Ebook – Um natal italiano “senza Glutine” – By Johnny Gourmet

Está chegando o natal, e com ele todos os pratos típicos, as guloseimas, a união familiar, os presentes.

Como passei boa parte desse ano na Itália estudando gastronomia, achei que seria uma forma interessante de compartilhar a cultura com os meus leitores se desenvolvesse um e-book com histórias e receitas natalinas italianas.

E esse e-book está ai, disponível gratuitamente para você.

Biscoitos de gengibre low carb
Snack de polenta com bacalhau cremoso
Paleta de cordeiro assada

 

Nesse e-book você vai encontrar um pouquinho de história de gastronomia, um pouquinho de cultura italiana e várias receitas para fazer uma ceia natalina completa, com pratos típicos dessa época na Itália, adaptados para o universo celíaco e também para o nosso clima tropical.

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Espero que gostem do e-book, foi feito com muito carinho, com várias receitas diferenciadas para meus seguidores.

Fez as receitas do livro? tem alguma preferida? Deixe seu comentário e nos conte qual é a sua preferida. 


Já conhece o nosso e-book de receitas de pães sem glúten???

Receitas criadas por mim, com ingredientes e processos simples de serem reproduzidos na sua casa. Clique na imagem abaixo e saiba mais: 

 

Quindim – História e receita

Quindim tem sua origem em Portugal, sendo mais um dos legítimos doces de convento portugueses.

Nos conventos portugueses as freirar utilizavam muitas claras de ovo para engomar as roupas utilizadas por elas. Sendo assim, sobravam muitas gemas.

Assim nasceram a maioria dos doces portugueses que são a base de ovo e açúcar.

O doce “brisas do lis” é feito a base de gemas, açúcar e amêndoas e tem uma forma e aspecto muito similares ao quindim da atualidade.

Quanto chegou no Brasil, foi rapidamente adaptado ao país adotando-se o coco no lugar das amêndoas, nascendo assim o quindim.

Vamos a receita?

 Ingredientes:

  • 240g de açúcar demerara;
  • 120g de coco ralado fresco;
  • 60g de leite;
  • 30g de manteiga derretida;
  • 12 gemas


 

Modo de Preparo

  1. Processar o açúcar para que não fiquem cristais;
  2. No liquidificador acrescentar ao açúcar o leite e a manteiga e misturar bem;
  3. Adicionar as gemas peneiradas e misturar;
  4. Adicionar o coco ralado e pulsar rapidamente somente para misturar e não triturar muito;
  5. Encher forminhas já untadas com manteiga e polvilhadas de açúcar;
  6. Levar para a geladeira por pelo menos 2 horas para separar o coco da massa;
  7. Pré-aquecer o forno a 180 graus e assar dentro de uma forma com água (até a metade da altura das forminhas) por 30 minutos;
  8. Desformar ainda morno e levar a geladeira por pelo menos 1 hora antes de consumir.

Rendimento: Aproximadamente 12 quindins pequenos.


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Mousse de chocolate sem glúten!!!

Doce, aerado, leve, espumoso. A mousse provoca uma sensação agradável ao paladar.

Se for de chocolate então, ai é unanimidade.

Essa receitinha é simples e rápida, leva só 4 ingredientes e é perfeita pra uma sobremesa num jantar ou para agradar a criançada.

Apenas tomar cuidado para não perder a aeração na hora de misturar todos os ingredientes.

Vamos a receita?

 Ingredientes:

  • 200g de chocolate meio amargo ou 70% cacau sem glúten;
  • 100g de creme de leite fresco;
  • 3 claras de ovo;
  • 50g de açúcar demerara;

Modo de Preparo

  1. Levar as claras e o açúcar em banho maria misturando bem para dissolver o açúcar até conseguir uma textura liquida e espumosa;
  2. Colocar no bowl de uma batedeira e bater na velocidade média até esfriar e as claras formarem picos firmes;
  3. Enquanto as claras batem, derreter o chocolate em banho maria e misturar o creme de leite ao final;
  4. Misturar o chocolate derretido nas claras, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Encher taças ou potinhos com a mousse;
  6. Levar para a geladeira por pelo menos 2 horas antes de servir;

Rendimento: Aproximadamente 6 sobremesas de 100ml.


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Veneno lá fora, alimentos no Brasil. Veja 10 coisas proibidas lá fora e consumidas por nós brasileiros!

Achei esse artigo na internet, no site Saúde Curiosa e resolvi reproduzir aqui. Leitura interessante sobre os nossos alimentos.

Diversos produtos químicos comumente encontrados em nossos alimentos são muito prejudiciais e chegaram até a ser proibidos lá fora.

Muitos aditivos de alimentos, sejam eles industrializados ou não, são considerados perigosos para o consumo e, por isso, são bastante limitados pelos órgãos de inspeção de alimentos.

Alguns desses aditivos são tão prejudiciais que são proibidos em certos países.

1. Salmão de aquicultura

ração deste tipo de salmão pode conter diversos aditivos que deixam resíduos na carne, podendo prejudicar até suas qualidades visuais, como cor e textura – então qual é a solução que os produtores encontraram?

Mais aditivos para disfarçar os efeitos dos primeiros, principalmente a cantaxantina.

Ela é um antioxidante encontrado naturalmente em algas e provê a cor rosada aos animais que a consomem, além de ajudar o sistema imunológico.

Até aí, tudo bem; no entanto, cantaxantina sintética, feita a partir de componentes petroquímicos e vendida em mercados de alimentos de animais pode trazer consequências graves.

Ao comer salmão de cativeiro, você também ingere a cantaxantina sintética, cujos efeitos adversos podem resultar em problemas de visão, anemia, náuseas e diarreia.

Tudo isso sem contar o impacto ambiental que a substância causa: ela pode aumentar o número de parasitas, como o piolho de peixe e, juntamente com medicamentos usados nos tanques para inibir doenças nos peixes, acabar, devido ao mecanismo de seleção natural, fortalecendo microorganismos causadores de enfermidades – estes podem se deslocar pela água e encontrar salmões selvagens, infectando-os e matando-os.

2. Ractopamina

ractopamina é adicionada à ração de animais de produção, principalmente dos suínos, para ajudar no seu desenvolvimento muscular.

Ela é proibida em mais de 50 países porque não há pesquisas suficientes que comprovem sua segurança, mas é permitida pelo Codex Alimentarius dentro de certos limites.

No Brasil, os maiores produtores de carne não utilizam a ractopamina na ração de seus animais porque os importadores não aceitariam, mas muitos ainda insistem em defender o aditivo.

O composto pode ser excretado em fezes animais, se espalhar por campos fertilizados e assim chegar até a água.

Apenas um estudo foi realizado sobre os efeitos nos seres humanos. Foram observados a elevação do ritmo cardíaco e palpitações.

Segundo o FDA (órgão norte-americano responsável pelo controle de alimentos), os efeitos nos animais incluem toxicidade e outros risco de exposição, como mudanças de comportamento e problemas cardiovasculares, reprodutivos e endócrinos.

A substância também é associada aos altos níveis de estresse no animal, hiperatividade, membros fraturados e morte.


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3. Corantes artificiais

Corantes artificiais, que são proibidos na Noruega, Áustria, Finlândia, Reino Unido e na França (e restritos no resto da União Europeia) ainda são encontrados em todos os outros países, em itens como queijos, doces, refrigerantes e muitos outros.

O problema desses corantes é que são feitos com elementos derivados do petróleo e do alcatrão e são muio associados a vários tipos de câncer, inclusive no cérebro.

Uma pesquisa feita pela FSA (Agência de Normas Alimentares do Reino Unido) sugere que o consumo de certos corantes artificiais e do conservante benzoato de sódio pode estar ligado ao aumento de hiperatividade no caso de algumas crianças.

De qualquer forma, é importante lembrar que a hiperatividade também é associada a muitos outros fatores em adição a certas atividades, portanto, uma dieta supervisionada pode ajudar a administrar o comportamento hiperativo, mas pode não ser uma solução completa.

Outros fatores podem incluir parto prematuro, genética e a própria criação.

Na União Europeia, os corantes artificiais são proibidos em 5 países e, nos outros, uma advertência deve ser colocada em toda comida ou bebida que contenha qualquer uma das seis cores – amarelo crepúsculo (E110), amarelo de quinoleína (E104), azorrubina (E122), vermelho 40 (E129), tartrazina (E102) e ponceau 4R (E124).

A embalagem deve conter um aviso alegando que pode haver um efeito adverso na atividade e atenção em crianças.

No Brasil, são permitidas cinco das seis cores (amarelo crepúsculo, azorrubina, vermelho 40, tartrazina e ponceau 4R).


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4. Frango contaminado com arsênico

Arsênico é uma substância comprovadamente cancerígena, mas é componente comum em medicamentos usados na criação de aves – tem várias finalidades (desde tratamento de doenças até aceleração do crescimento animal).

Dos quatro medicamentos que eram utilizados, três foram proibidos no Brasil em 2013 (o que restou é a única alternativa para tratar uma doença chamada histomonose, que costuma atingir perus).

Na União Europeia, não se utiliza nenhum deles.

O arsênico aprovado pelo FDA (dos EUA) é orgânico e não causa câncer.

No entanto, estudos indicam que o arsênico orgânico pode se transformar em arsênico inorgânico, o que pode gerar câncer e também migrar para lençóis freáticos, contaminando a água.

5. Olestra

Proibido no Reino Unido e Canadá, o olestra é uma gordura adicionada aos salgadinhos prontos para consumo ou que precisam ser aquecidos, como a pipoca de micro-ondas.

Ele é um lipídeo sintetizado que frita alimentos e não é absorvido pelo organismo, ou seja, o corpo não acumula calorias em forma de gordura.

É considerado perigoso, pois não só evita a gordura indesejada a partir de alimentos, mas também diminui a capacidade do organismo de absorver as vitaminas A, D, E e K.

Alguns efeitos colaterais podem ser cólicas, gases e diarreia.

O FDA aprovou o olestra sob a condição de que o fabricante colocasse um aviso sobre a existência do componente no produto.

Por fim, ele foi direcionado para produção de tintas e lubrificantes.

No entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite o uso do olestra em produtos alimentícios desde que seja colocado um aviso na rotulagem com os dizeres “este produto pode ter aditivo laxativo”.

No Reino Unido e no Canadá, o olestra é proibido.

6. Óleo vegetal bromado (BVO)

O BVO é produzido a partir da adição de moléculas de brometo no óleo comum.

É proibido em mais de 100 países e muito limitado nos que ainda permitem.

Seu consumo a longo prazo está relacionado a muitas doenças.

Inicialmente feito como retardante de chamas em espuma de colchão, hoje a substância é mais comumente encontrada em refrigerantes.

Atua como um aditivo estabilizante, garantindo que os elementos não se separem durante o processo de fabricação.

excesso de bromo no organismo pode desencadear diversos riscos à saúde dos consumidores, como hipotiroidismo, distúrbios de memória, enfraquecimento, tremores, paranoia aguda e bromismo (sintomas do bromismo: perda de apetite, dor abdominal, fadiga, acne, arritmia cardíaca, infertilidade).


 

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7. Hormônio sintético rbST

somatotropina recombinante bovina (rbST) é uma versão sintética da somatotropina, o hormônio do crescimento, que é usado em vacas para aumentar a produção de leite.

Os resíduos deste aditivo no leite que consumimos já foram associados a infertilidade, fraqueza muscular e câncer de mama e próstata, além de mastite (inflamação das mamas) nas vacas.

É proibido na União Europeia, Canadá, Japão e Oceania. Nos Estados Unidos, é legalizado, porém, sob a restrição de que apresente no rótulo “contém rbST”.

8. Bromato de potássio

Olha o bromo aqui de novo. Mas desta vez, com um uso diferente.

Enquanto o BVO está em isotônicos e refrigerantes, o bromato de potássio é usado na panificação, diminuindo o tempo necessário para assar a massa.

É proibido na China, Canadá e União Europeia. Também foi proibido no Brasil.

International Agency for Research on Cancer (IARC – Agência Internacional de Pesquisa em Câncer), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), classificou o bromato de potássio como um agente possivelmente cancerígeno para humanos.

Essa substância é proibida por lei federal em qualquer quantidade nas farinhas, em preparo de massas e nos produtos de panificação.

O uso é considerado crime hediondo, a substância pode causar câncer em fetos se ingerida por gestantes, problemas nos rins, danos ao sistema nervoso, problemas na tireoide, desconforto gastrointestinal e câncer.

Uma boa maneira de identificar o pão com bromato de potássio é verificar se ele esfarela com facilidade.   

 

9. Azodicarbonamida (ADA)

A ADA pode induzir à asma e existem apenas cinco países no mundo que não proíbem este composto, que é utilizado para clarear a farinha e o plástico.

O que um componente do plástico está fazendo no meio da nossa comida? Definitivamente, não deveria estar lá.

Também é utilizado pela indústria química na fabricação de solas de borracha de sapatos e tapetes de ioga.

Na indústria alimentícia, ele é utilizado em pães e foi proibido em diversos países por ser potencialmente prejudicial à saúde.

Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) feito em 1999, o composto pode causar problemas respiratórios, como asma e irritações de pele.

No Brasil, a azodicabonamida é legalizada nos padrões de 0,004 g por 100 g de farinha.

10. Conservantes BHA (hidroxianisole butilado) e BHT (hidroxitolueno butilado)

Em 2011, o relatório sobre agentes cancerígenos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, do Programa Nacional de Toxicologia dos EUA, afirmou que o BHA “é razoavelmente previsto para ser um carcinógeno” e o BHT pode causar intoxicações sistêmicas.

Esses conservantes estão em gomas de mascar, cervejas, cereais e até na carne, para evitar a rancificação de óleos e a oxidação.

São proibidos no Japão e em grande parte da Europa.

Isso tudo nos faz pensar sobre o surgimento de novas doenças e o grande número de pessoas doentes.

A industrialização dos nossos alimentos nos trouxe facilidade e ganho de tempo. Mas, e a nossa saúde? Como fica? Pense nisso!

Fonte: Na Mira da Notícia

 


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Pão de linhaça, sem glúten e sem lactose!!!

Esse pão de linhaça tem uma receita com muitos ingredientes, mas relativamente simples para ser executado.

A linhaça, conhecida desde 5.000 a.C. é a semente do linho, processada ou não em forma de farinha.

Ela é muito consumida em diversas culturas, mas de uns tempos pra cá tem sido muito difundida em alimentações funcionais devido aos seus benefícios.

Entre os benefícios estão a saúde do coração, do intestino e prevenindo até alguns tipos de câncer.

Essa receita de pão de linhaça está presente no ebook de “Receitas de Pães e bolos sem glúten” da Lidiane Ribeiro e hoje vou compartilhar ela com vocês.



Receita de pão de linhaça

 Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna;
  • 2 colheres de sopa de açúcar demerara;
  • 2 colheres de chá de fermento biológico seco;
  • 2 ovos;
  • 4 colheres de sopa de óleo de girassol;
  • 1/2 colher de sopa de vinagre branco;
  • 3/4 xícara de farinha de arroz;
  • 1/4 xícara de farinha de linhaça dourada;
  • 1 xícara de polvilho doce;
  • 1 xícara de farinha de amêndoas;
  • 1 colher de chá de CMC;
  • 1 colher de chá de gelatina sem sabor em pó;
  • 1. 1/4 colher de chá de sal;


Modo de Preparo

  1. Dissolver o fermento e o açúcar na água morna;
  2. Reserve por 10 minutos até que forme uma esponja;
  3. Na batedeira, bata bem os ovos até dobrarem de tamanho e formarem espuma;
  4. Acrescentar o azeite e o vinagre;
  5. Peneirar todos os ingredientes secos restantes e adicionar a batedeira em funcionamento;
  6. Adicionar a água com fermento que ficou descansando;
  7. Bater bem para misturar todos os ingredientes (a massa vai ficar com uma textura mais dura, mas um pouco pegajosa);
  8. Untar as mãos e modelar o pão em uma forma de pão, ou em pequenas bolinhas individuais de 50 a 60g;
  9. Deixe crescer por 20 a 30 minutos;
  10. Assar em forno pré-aquecido a 180 graus até ficar dourado (aproximadamente 25 a 30 minutos)

 Gostou da receita? Essa e outras 14 receitas de pães sem glúten estão disponíveis no livro digital da Lidiane Ribeiro. além de ainda levar de bônus mais 6 receitas de bolos sem glúten. Não perca tempo, acesse e conheça o ebook: 


 

Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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 São várias receitas sem glúten gratuitas para você!

Todas foram criadas ou adaptadas de versões com glúten e testadas até chegarmos numa textura e padrão ideal para fazerem parte destes dois e-books.

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3 questões sobre os efeitos do consumo do glúten para o organismo!

Diversas são as pessoas que mesmo não tendo a doença celíaca, cortam o glúten da sua dieta.

Algumas o fazem por questão de sensibilidade a proteína, outras por alguma convicção alimentar e muito apenas porque está na moda.

Mas você sabe realmente quais os benefícios e malefícios do glúten na sua saúde, seja de uma pessoa celíaca ou não?

Vou tentar de forma bem prática e resumida, passar 3 dessas questões sobre as consequências do consumo do glúten ao organismo.

Leia o post, comente, deixe sua opinião. Esse é um post interativo, que podemos ir atualizando juntos sempre que tivermos novidades a respeito.

Uma dieta livre de glúten emagrece

Sim e não. Somente cortar o glúten não vai fazer você emagrecer, pois você pode estar fazendo as substituições erradas.

Apenas substituir a farinha de trigo de uma receita por um mix de farinhas composto de farinhas de arroz, féculas, polvilhos, não é uma garantia de emagrecimento.

Em alguns casos, o ganho calórico com essas receitas é igual ou até superior ao produto convencional.

Então se você simplesmente só cortar o glúten e manter a mesma dieta apenas substituindo, provavelmente não vai ter efeito de emagrecimento.

Para emagrecer, o segredo é manter uma alimentação saudável e equilibrada — cortando o glúten ou não (se você não for celíaco) — e praticar atividade física regularmente.


O consumo de glúten pode afetar o cérebro.

Essa é uma verdade, para quem tem doença celíaca e alguns outros grupos específicos, com os autistas.

O consumo frequente de glúten para pessoas celíacas pode além de efeitos nocivos ao cérebro, ter outros efeitos.

Pode se apresentar em forma de dores nas articulações, dores abdominais, diarreias, dores no corpo, fadiga excessiva.

Para pessoas que não tenham a doença celíaca, um bem estar associado ao corte na dieta, pode ser também referente ao não consumo de fermentos, por exemplo, ou então a outros ingredientes dos produtos tradicionais com glúten.

O consumo de glúten causa câncer.

Não existe uma relação concreta entre o consumo por pessoas não celíacas com o câncer.

O glúten é o grande vilão para os celíacos, que podem desenvolver câncer no intestino.

Para outros tipos de câncer, mesmo em celíacos, ainda é um pouco controverso que o glúten seja o causador dos mesmos.

Existem estudos para outros tipos de câncer associados ao consumo de glúten, mas que ainda carecem de confirmação.

Ai entramos novamente na questão de que o exagero no consumo que pode ser o vilão.

O consumo moderado e equilibrado é mais uma vez recomendado.



Conclusões e recomendações

Diante desses questionamentos, podemos dizer que o glúten afeta sim os celíacos, como já discutimos em outros posts aqui do blog.

Mas para as pessoas não celíacas, não precisa ser retirado totalmente da alimentação, pois os benefícios para a saúde não são tão claros.

Uma dieta saudável e equilibrada, com ou sem a presença do glúten, associada a atividades físicas regulares e acompanhamento médico vai garantir sim uma vida mais saudável.


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