Veneno lá fora, alimentos no Brasil. Veja 10 coisas proibidas lá fora e consumidas por nós brasileiros!

Achei esse artigo na internet, no site Saúde Curiosa e resolvi reproduzir aqui. Leitura interessante sobre os nossos alimentos.

Diversos produtos químicos comumente encontrados em nossos alimentos são muito prejudiciais e chegaram até a ser proibidos lá fora.

Muitos aditivos de alimentos, sejam eles industrializados ou não, são considerados perigosos para o consumo e, por isso, são bastante limitados pelos órgãos de inspeção de alimentos.

Alguns desses aditivos são tão prejudiciais que são proibidos em certos países.

1. Salmão de aquicultura

ração deste tipo de salmão pode conter diversos aditivos que deixam resíduos na carne, podendo prejudicar até suas qualidades visuais, como cor e textura – então qual é a solução que os produtores encontraram?

Mais aditivos para disfarçar os efeitos dos primeiros, principalmente a cantaxantina.

Ela é um antioxidante encontrado naturalmente em algas e provê a cor rosada aos animais que a consomem, além de ajudar o sistema imunológico.

Até aí, tudo bem; no entanto, cantaxantina sintética, feita a partir de componentes petroquímicos e vendida em mercados de alimentos de animais pode trazer consequências graves.

Ao comer salmão de cativeiro, você também ingere a cantaxantina sintética, cujos efeitos adversos podem resultar em problemas de visão, anemia, náuseas e diarreia.

Tudo isso sem contar o impacto ambiental que a substância causa: ela pode aumentar o número de parasitas, como o piolho de peixe e, juntamente com medicamentos usados nos tanques para inibir doenças nos peixes, acabar, devido ao mecanismo de seleção natural, fortalecendo microorganismos causadores de enfermidades – estes podem se deslocar pela água e encontrar salmões selvagens, infectando-os e matando-os.

2. Ractopamina

ractopamina é adicionada à ração de animais de produção, principalmente dos suínos, para ajudar no seu desenvolvimento muscular.

Ela é proibida em mais de 50 países porque não há pesquisas suficientes que comprovem sua segurança, mas é permitida pelo Codex Alimentarius dentro de certos limites.

No Brasil, os maiores produtores de carne não utilizam a ractopamina na ração de seus animais porque os importadores não aceitariam, mas muitos ainda insistem em defender o aditivo.

O composto pode ser excretado em fezes animais, se espalhar por campos fertilizados e assim chegar até a água.

Apenas um estudo foi realizado sobre os efeitos nos seres humanos. Foram observados a elevação do ritmo cardíaco e palpitações.

Segundo o FDA (órgão norte-americano responsável pelo controle de alimentos), os efeitos nos animais incluem toxicidade e outros risco de exposição, como mudanças de comportamento e problemas cardiovasculares, reprodutivos e endócrinos.

A substância também é associada aos altos níveis de estresse no animal, hiperatividade, membros fraturados e morte.


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3. Corantes artificiais

Corantes artificiais, que são proibidos na Noruega, Áustria, Finlândia, Reino Unido e na França (e restritos no resto da União Europeia) ainda são encontrados em todos os outros países, em itens como queijos, doces, refrigerantes e muitos outros.

O problema desses corantes é que são feitos com elementos derivados do petróleo e do alcatrão e são muio associados a vários tipos de câncer, inclusive no cérebro.

Uma pesquisa feita pela FSA (Agência de Normas Alimentares do Reino Unido) sugere que o consumo de certos corantes artificiais e do conservante benzoato de sódio pode estar ligado ao aumento de hiperatividade no caso de algumas crianças.

De qualquer forma, é importante lembrar que a hiperatividade também é associada a muitos outros fatores em adição a certas atividades, portanto, uma dieta supervisionada pode ajudar a administrar o comportamento hiperativo, mas pode não ser uma solução completa.

Outros fatores podem incluir parto prematuro, genética e a própria criação.

Na União Europeia, os corantes artificiais são proibidos em 5 países e, nos outros, uma advertência deve ser colocada em toda comida ou bebida que contenha qualquer uma das seis cores – amarelo crepúsculo (E110), amarelo de quinoleína (E104), azorrubina (E122), vermelho 40 (E129), tartrazina (E102) e ponceau 4R (E124).

A embalagem deve conter um aviso alegando que pode haver um efeito adverso na atividade e atenção em crianças.

No Brasil, são permitidas cinco das seis cores (amarelo crepúsculo, azorrubina, vermelho 40, tartrazina e ponceau 4R).


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4. Frango contaminado com arsênico

Arsênico é uma substância comprovadamente cancerígena, mas é componente comum em medicamentos usados na criação de aves – tem várias finalidades (desde tratamento de doenças até aceleração do crescimento animal).

Dos quatro medicamentos que eram utilizados, três foram proibidos no Brasil em 2013 (o que restou é a única alternativa para tratar uma doença chamada histomonose, que costuma atingir perus).

Na União Europeia, não se utiliza nenhum deles.

O arsênico aprovado pelo FDA (dos EUA) é orgânico e não causa câncer.

No entanto, estudos indicam que o arsênico orgânico pode se transformar em arsênico inorgânico, o que pode gerar câncer e também migrar para lençóis freáticos, contaminando a água.

5. Olestra

Proibido no Reino Unido e Canadá, o olestra é uma gordura adicionada aos salgadinhos prontos para consumo ou que precisam ser aquecidos, como a pipoca de micro-ondas.

Ele é um lipídeo sintetizado que frita alimentos e não é absorvido pelo organismo, ou seja, o corpo não acumula calorias em forma de gordura.

É considerado perigoso, pois não só evita a gordura indesejada a partir de alimentos, mas também diminui a capacidade do organismo de absorver as vitaminas A, D, E e K.

Alguns efeitos colaterais podem ser cólicas, gases e diarreia.

O FDA aprovou o olestra sob a condição de que o fabricante colocasse um aviso sobre a existência do componente no produto.

Por fim, ele foi direcionado para produção de tintas e lubrificantes.

No entanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) permite o uso do olestra em produtos alimentícios desde que seja colocado um aviso na rotulagem com os dizeres “este produto pode ter aditivo laxativo”.

No Reino Unido e no Canadá, o olestra é proibido.

6. Óleo vegetal bromado (BVO)

O BVO é produzido a partir da adição de moléculas de brometo no óleo comum.

É proibido em mais de 100 países e muito limitado nos que ainda permitem.

Seu consumo a longo prazo está relacionado a muitas doenças.

Inicialmente feito como retardante de chamas em espuma de colchão, hoje a substância é mais comumente encontrada em refrigerantes.

Atua como um aditivo estabilizante, garantindo que os elementos não se separem durante o processo de fabricação.

excesso de bromo no organismo pode desencadear diversos riscos à saúde dos consumidores, como hipotiroidismo, distúrbios de memória, enfraquecimento, tremores, paranoia aguda e bromismo (sintomas do bromismo: perda de apetite, dor abdominal, fadiga, acne, arritmia cardíaca, infertilidade).


 

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7. Hormônio sintético rbST

somatotropina recombinante bovina (rbST) é uma versão sintética da somatotropina, o hormônio do crescimento, que é usado em vacas para aumentar a produção de leite.

Os resíduos deste aditivo no leite que consumimos já foram associados a infertilidade, fraqueza muscular e câncer de mama e próstata, além de mastite (inflamação das mamas) nas vacas.

É proibido na União Europeia, Canadá, Japão e Oceania. Nos Estados Unidos, é legalizado, porém, sob a restrição de que apresente no rótulo “contém rbST”.

8. Bromato de potássio

Olha o bromo aqui de novo. Mas desta vez, com um uso diferente.

Enquanto o BVO está em isotônicos e refrigerantes, o bromato de potássio é usado na panificação, diminuindo o tempo necessário para assar a massa.

É proibido na China, Canadá e União Europeia. Também foi proibido no Brasil.

International Agency for Research on Cancer (IARC – Agência Internacional de Pesquisa em Câncer), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), classificou o bromato de potássio como um agente possivelmente cancerígeno para humanos.

Essa substância é proibida por lei federal em qualquer quantidade nas farinhas, em preparo de massas e nos produtos de panificação.

O uso é considerado crime hediondo, a substância pode causar câncer em fetos se ingerida por gestantes, problemas nos rins, danos ao sistema nervoso, problemas na tireoide, desconforto gastrointestinal e câncer.

Uma boa maneira de identificar o pão com bromato de potássio é verificar se ele esfarela com facilidade.   

 

9. Azodicarbonamida (ADA)

A ADA pode induzir à asma e existem apenas cinco países no mundo que não proíbem este composto, que é utilizado para clarear a farinha e o plástico.

O que um componente do plástico está fazendo no meio da nossa comida? Definitivamente, não deveria estar lá.

Também é utilizado pela indústria química na fabricação de solas de borracha de sapatos e tapetes de ioga.

Na indústria alimentícia, ele é utilizado em pães e foi proibido em diversos países por ser potencialmente prejudicial à saúde.

Segundo um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) feito em 1999, o composto pode causar problemas respiratórios, como asma e irritações de pele.

No Brasil, a azodicabonamida é legalizada nos padrões de 0,004 g por 100 g de farinha.

10. Conservantes BHA (hidroxianisole butilado) e BHT (hidroxitolueno butilado)

Em 2011, o relatório sobre agentes cancerígenos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, do Programa Nacional de Toxicologia dos EUA, afirmou que o BHA “é razoavelmente previsto para ser um carcinógeno” e o BHT pode causar intoxicações sistêmicas.

Esses conservantes estão em gomas de mascar, cervejas, cereais e até na carne, para evitar a rancificação de óleos e a oxidação.

São proibidos no Japão e em grande parte da Europa.

Isso tudo nos faz pensar sobre o surgimento de novas doenças e o grande número de pessoas doentes.

A industrialização dos nossos alimentos nos trouxe facilidade e ganho de tempo. Mas, e a nossa saúde? Como fica? Pense nisso!

Fonte: Na Mira da Notícia

 


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Pão de linhaça, sem glúten e sem lactose!!!

Esse pão de linhaça tem uma receita com muitos ingredientes, mas relativamente simples para ser executado.

A linhaça, conhecida desde 5.000 a.C. é a semente do linho, processada ou não em forma de farinha.

Ela é muito consumida em diversas culturas, mas de uns tempos pra cá tem sido muito difundida em alimentações funcionais devido aos seus benefícios.

Entre os benefícios estão a saúde do coração, do intestino e prevenindo até alguns tipos de câncer.

Essa receita de pão de linhaça está presente no ebook de “Receitas de Pães e bolos sem glúten” da Lidiane Ribeiro e hoje vou compartilhar ela com vocês.


Pães e bolos - 01

Quer aprender receitas de pães sem glúten? Esse ebook tem 15 receitas de pães e 6 bolos sem glúten!!! 


Receita de pão de linhaça

 Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna;
  • 2 colheres de sopa de açúcar demerara;
  • 2 colheres de chá de fermento biológico seco;
  • 2 ovos;
  • 4 colheres de sopa de óleo de girassol;
  • 1/2 colher de sopa de vinagre branco;
  • 3/4 xícara de farinha de arroz;
  • 1/4 xícara de farinha de linhaça dourada;
  • 1 xícara de polvilho doce;
  • 1 xícara de farinha de amêndoas;
  • 1 colher de chá de CMC;
  • 1 colher de chá de gelatina sem sabor em pó;
  • 1. 1/4 colher de chá de sal;

Modo de Preparo

  1. Dissolver o fermento e o açúcar na água morna;
  2. Reserve por 10 minutos até que forme uma esponja;
  3. Na batedeira, bata bem os ovos até dobrarem de tamanho e formarem espuma;
  4. Acrescentar o azeite e o vinagre;
  5. Peneirar todos os ingredientes secos restantes e adicionar a batedeira em funcionamento;
  6. Adicionar a água com fermento que ficou descansando;
  7. Bater bem para misturar todos os ingredientes (a massa vai ficar com uma textura mais dura, mas um pouco pegajosa);
  8. Untar as mãos e modelar o pão em uma forma de pão, ou em pequenas bolinhas individuais de 50 a 60g;
  9. Deixe crescer por 20 a 30 minutos;
  10. Assar em forno pré-aquecido a 180 graus até ficar dourado (aproximadamente 25 a 30 minutos)

Gostou da receita? Essa e outras 14 receitas de pães sem glúten estão disponíveis no livro digital da Lidiane Ribeiro. além de ainda levar de bônus mais 6 receitas de bolos sem glúten. Não perca tempo, acesse e conheça o ebook: 


 “Bolo Festivo – by Camila Dutra!

Tudo sobre bolos espatulados

 

Bolo de caneca Low Carb!!!

Mais uma receita sensacional dos meus amigos Chefs Low Carbesse bolo de caneca é super prático e rápido de fazer.

Nos ingredientes ele leva café e pimenta caiena.

A pimenta caiena tem propriedades reconhecidas como benéficas para o organismo.

Ela auxilia na recuperação de gripes e resfriados devido a inibição de produção de muco e efeito descongestionante.

Auxilia no processo digestivo, pois acelera a produção de enzimas e sucos gástricos.

É um excelente estimulante da circulação sanguínea.

É termogênico, e ajuda a manter o metabolismo acelerado.

E ajuda a manter os níveis de pressão arterial normalizados.

Quantos benefícios em um só ingrediente, não concordam???

Pensando nisso, os Chefs Low Carb (Michele Alam e Michael Miranda) desenvolveram essa receita de bolo de caneca, que leva menos de 5 minutos pra misturar todos os ingredientes e sair comendo o seu bolinho.

É excelente pra consumir naquele dia que bate a vontade de comer doce!!!

Com a vantagem de ser um produto livre de conservantes, low carb e totalmente sem glúten.


Hoje estou dividindo com vocês essa receita sensacional, e super simples de preparar. Acesse o site dos Chefs Low Carb e visualize a receita!!!


 

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3 questões sobre os efeitos do consumo do glúten para o organismo!

Diversas são as pessoas que mesmo não tendo a doença celíaca, cortam o glúten da sua dieta.

Algumas o fazem por questão de sensibilidade a proteína, outras por alguma convicção alimentar e muito apenas porque está na moda.

Mas você sabe realmente quais os benefícios e malefícios do glúten na sua saúde, seja de uma pessoa celíaca ou não?

Vou tentar de forma bem prática e resumida, passar 3 dessas questões sobre as consequências do consumo do glúten ao organismo.

Leia o post, comente, deixe sua opinião. Esse é um post interativo, que podemos ir atualizando juntos sempre que tivermos novidades a respeito.

Uma dieta livre de glúten emagrece

Sim e não. Somente cortar o glúten não vai fazer você emagrecer, pois você pode estar fazendo as substituições erradas.

Apenas substituir a farinha de trigo de uma receita por um mix de farinhas composto de farinhas de arroz, féculas, polvilhos, não é uma garantia de emagrecimento.

Em alguns casos, o ganho calórico com essas receitas é igual ou até superior ao produto convencional.

Então se você simplesmente só cortar o glúten e manter a mesma dieta apenas substituindo, provavelmente não vai ter efeito de emagrecimento.

Para emagrecer, o segredo é manter uma alimentação saudável e equilibrada — cortando o glúten ou não (se você não for celíaco) — e praticar atividade física regularmente.


O consumo de glúten pode afetar o cérebro.

Essa é uma verdade, para quem tem doença celíaca e alguns outros grupos específicos, com os autistas.

O consumo frequente de glúten para pessoas celíacas pode além de efeitos nocivos ao cérebro, ter outros efeitos.

Pode se apresentar em forma de dores nas articulações, dores abdominais, diarreias, dores no corpo, fadiga excessiva.

Para pessoas que não tenham a doença celíaca, um bem estar associado ao corte na dieta, pode ser também referente ao não consumo de fermentos, por exemplo, ou então a outros ingredientes dos produtos tradicionais com glúten.

O consumo de glúten causa câncer.

Não existe uma relação concreta entre o consumo por pessoas não celíacas com o câncer.

O glúten é o grande vilão para os celíacos, que podem desenvolver câncer no intestino.

Para outros tipos de câncer, mesmo em celíacos, ainda é um pouco controverso que o glúten seja o causador dos mesmos.

Existem estudos para outros tipos de câncer associados ao consumo de glúten, mas que ainda carecem de confirmação.

Ai entramos novamente na questão de que o exagero no consumo que pode ser o vilão.

O consumo moderado e equilibrado é mais uma vez recomendado.



Conclusões e recomendações

Diante desses questionamentos, podemos dizer que o glúten afeta sim os celíacos, como já discutimos em outros posts aqui do blog.

Mas para as pessoas não celíacas, não precisa ser retirado totalmente da alimentação, pois os benefícios para a saúde não são tão claros.

Uma dieta saudável e equilibrada, com ou sem a presença do glúten, associada a atividades físicas regulares e acompanhamento médico vai garantir sim uma vida mais saudável.


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Biscoito Savoiardi – A história e a receita sem glúten do biscoito base do tiramisú!!!

O biscoito Savoiardi, também conhecido no Brasil como biscoito champagne, é um biscoito leve e de forma alongada.

O biscoito tem origem italiana e é utilizado para fazer o verdadeiro tiramisu.

A história dessa receita, assim como de várias outras tem várias versões e várias lendas a respeito.

Como eu estou vivendo e estudando no Piemonte, na região noroeste da Itália, vou reproduzir aqui a história contada nessa região.

A Itália como conhecemos só tem sua unificação formada em torno de 150 anos atrás.

O movimento de unificação é conhecido como Ressurgimento e aconteceu entre os anos 1815 e 1870.

Antes disso a Itália era dividida em vários territórios e entre eles o ducado de Savoia, onde surgiu nossa receita de hoje.

Mapa dos reinos e ducados da Itália por volta do século 15.

Pela metade dos anos 1.300, o rei da França estava em visita ao Piemonte (ducado de Savoia) e o duque Amedeo VI di Savoia, para recebe-lo, organizou um verdadeiro banquete.

Ele queria que fosse feito um biscoito marcante, diferente de todos os que já tinham no Piemonte.

Assim então nasceu esse biscoito de estrutura leve e aerada, que a partir desse jantar,  foi difundido por toda a Europa.

O nome “Savoiardi”, como é conhecido na Itália, é uma homenagem ao duque.

Mas na língua inglesa ele é conhecido como ladyfinger biscuit, ou biscoito champagne no Brasil



Receita de biscoitos Savoiardi

A receita é bem simples e rápida de ser executada, não requer muita habilidade culinária, apenas certo controle com o saco de confeitar.

 Ingredientes:

  • 60g de farinha de arroz;
  • 60g de açúcar refinado;
  • 2 ovos grandes (minimo de 50g cada um);
  • 1 pitada de sal;
  • 1 colher de café de essência de baunilha (opcional);
  • Açúcar de confeiteiro (opcional) para polvilhar;


Modo de Preparo

  1. Bater as gemas com o açúcar e a essência de baunilha até obter uma consistência cremosa;
  2. Peneirar a farinha e misturar bem com a gema e o açúcar batidos;
  3. Montar as claras em neve com uma pitada de sal;
  4. Misturar as claras ao resto dos ingredientes, de forma cuidadosa para não perder a aeração;
  5. Levar tudo para um saco de confeitar, fazer uma abertura circular de uns 2cm de diâmetro;
  6. Em uma forma com papel manteiga, montar os biscoitos, de forma alongada, espaçando 2cm entre cada um;
  7. Levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por aproximadamente 12 minutos (não deixar dourar demais);
  8. Pode-se polvilhar açúcar de confeiteiro ou servir assim mesmo;

 Rendimento: Aproximadamente 20 biscoitos savoiardi (depende do tamanho que forem moldados quando colocar na forma).

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5 coisas que todos que convivem com celíaco deviam saber!!!

A descoberta da doença celíaca é uma revolução na vida de qualquer pessoa.

A dieta muda radicalmente, tudo o que antes fazia parte de uma alimentação “normal” agora parece proibido.

Mas apesar disso, o que mais dificulta a adaptação o celíaco a nova realidade, acreditem, é o desconhecimento das pessoas mais próximas, principalmente da família, quanto a doença e as necessidades do celíaco.

Por isso listamos 5 coisas que todo mundo que convive com um celíaco deve saber

1. É doença, não é frescura ou dieta da moda!

A doença celíaca é uma reação imunológica do organismo ao glúten.

O consumo do glúten por um celíaco causa grave inflamação no intestino e dificuldade de absorção dos nutrientes dos alimentos.

Portanto, o celíaco não está fazendo a dieta da moda.

E também não está de frescura quando diz que não pode comer pão, massa, bolos ou qualquer outro alimento que contenha trigo, centeio, cevada, etc.

2. Vai fazer mal sim!

É só um pedacinho, não vai fazer mal! Vai fazer mal sim.

Qualquer alimento com glúten faz mal sim ao celíaco.

Em alguns isso se manifesta de maneira rápida, com dores abdominais, dores nas articulações.

Em outros a reação pode ser silenciosa, mas não menos perigosa.

Quem tem o diagnóstico de doença celíaca não pode definitivamente consumir produtos com glúten.


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 3. Contaminação cruzada no ambiente doméstico!

Vamos assar um pão de queijo no forno de casa.

Se o forno for novo, e nunca tiver sido usado para fazer qualquer produto com glúten, tudo bem.

Caso contrário, vai acontecer a contaminação cruzada, que é quando as partículas de glúten contaminam alimentos sem glúten.

Fornos convencionais, fornos de micro-ondas, liquidificadores, sanduicheiras, batedeiras e demais utensílios que já foram usados com glúten estão tecnicamente contaminados.

Pode ser feita uma descontaminação, que é uma limpeza profunda de todos os utensílios, mas que não é garantia total de contaminação (lembra que qualquer pedacinho faz mal??).

Ou então deve ser feita a substituição de todos esses utensílios ou uso de utensílios separados.

Entende-se por separados, os utensílios/equipamentos de uso exclusivo e que tenham armazenamento e higienização também exclusivos.

4. Contaminação cruzada em restaurantes!

Vamos comer naquele restaurante que sempre comemos.

Ai está um ponto bem polêmico. Hoje temos vários restaurantes exclusivos, que trabalham com alimentação sem glúten.

Estes ai são altamente recomendados para os celíacos.

Os demais restaurantes, são uma roleta russa.

Vou dar exemplos: Você vai num restaurante e pede bife, com arroz e batatas fritas.

Até ai tudo bem, 3 alimentos naturalmente sem glúten (carne, arroz e batata), mas o que você não sabe é que os 3 podem estar contaminados.

Primeiro pelo simples fato de que o trigo se propaga no ar e pode ter contaminação cruzada no ambiente ou utensílios.

Mas também pelo fato de que as preparações em restaurantes podem contaminar o alimento.

O bife pode ter sido grelhado após ter sido passado levemente na farinha de trigo para ganhar uma “corzinha” mais atraente.

O arroz pode ter sido temperado com temperos prontos industrializados que podem conter glúten.

E as batatas podem ter sido fritas no mesmo óleo que já fritou empanados ou pasteis.

Então, antes de comer tranquilamente num restaurante, preocupe-se em saber como foram preparados.

Eu recomendo, se possível, não se alimentar em restaurantes a não ser que tenha certeza da manipulação dos alimentos



5. Tem cura?

Quem nunca ouviu: É só uma fase, depois passa! Não. Definitivamente não.

A doença celíaca, infelizmente, ainda é uma doença sem cura.

O único tratamento possível para o celíaco é se manter 100% numa dieta livre de glúten.

Portanto, para o celíaco, a reintrodução de alimentos com glúten não é uma opção, a não ser que uma cura, vacina ou algo do tipo seja criado no futuro.



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Conclusões e recomendações

O que se conclui disso é que a doença celíaca deve ser levada a sério.

Parentes e amigos de celíacos devem estar cientes da doença e dos cuidados.

Os celíacos devem sim estarem integrados a sociedade, ter a possibilidade de se alimentar em grupo, mas alguns pequenos cuidados devem ser respeitados.

Não é frescura, não é uma condição passageira, mas tudo pode ser adaptado.

E para as famílias que descobrem a doença celíaca em algum membro da casa, o melhor conselho que eu posso dar é: Mudem seus hábitos em casa!!!

Façam o esforço de tentar não mais levar o glúten pra dentro de casa. Ter uma alimentação livre de glúten.

Ao menos no ambiente doméstico.

Não precisa deixar de se alimentar com glúten em outros ambientes, desde que tome os cuidados de não levar a contaminação pra casa.

Com certeza a qualidade de vida do celíaco da casa vai se tornar muito melhor.

E a satisfação de estar contribuindo pra isso não tem preço, vai por mim!!!



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