Bolo Red Velvet sem glúten!!!

O bolo Red Velvet é um ícone da confeitaria americana. Na tradução literal, o  “Veludo Vermelho”, é o bolo mais vendido nos Estados Unidos.

O Red Velvet se popularizou durante a Segunda Guerra Mundial, quando começaram a usar beterraba como ingrediente, dando valor nutritivo devido ao ferro e também a coloração vermelha para o bolo.

Na época em que o mundo enfrentava a Crise de 1929, uma empresa americana chamada Adams Extract começou a produzir em grande escala os extratos responsáveis por grande parte do Red Velvet Cake: a cor avermelhada e o sabor, ganhando fama pela popularidade da receita.
A receita do hotel Waldorf-Astoria de Nova York é a mais famosa de todas, não vou reproduzir ela aqui, por ser uma receita com glúten, mas essa adaptação sem glúten fica uma delícia.

Ingredientes:

Bolo

  • 3/4 xicara de açúcar;
  • 1 ovo;
  • 1 colher de sopa de cacau em pó;
  • 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio;
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha;
  • 150ml de óleo de girassol;
  • 400g de beterraba;
  • 1 colher de chá de vinagre branco;
  • 1 e 1/2 xicara de mix de farinha sem glúten;
  • 1/2 xícara de leite;
  • suco de 1 limão;

Cobertura

  • 500g de cream cheese;
  • 3 colheres de sopa de manteiga sem sal;
  • 2 colheres de chá de essência de baunilha;
  • 4 xícaras de açúcar de confeiteiro;



Modo de preparo:

Bolo

  1. Pré aqueça o forno a 175 graus;
  2. Numa tigela misture o açúcar, o ovo, o cacau em pó, o bicarbonato e a baunilha até formar uma massa espessa e homogênea;
  3. Acrescente o óleo e o vinagre;
  4. Providencie um suco com a beterraba (adicionar um pouco do leite se necessário). Peneirar;
  5. Adicione esse suco no restante do leite, adicionar o limão e misturar bem, deixando descansar por uns 5 minutos;
  6. Adicione a farinha e o leite alternadamente à massa em 3 etapas;
  7. Coloque a massa em formas de cupcakes untadas e enfarinhadas;
  8. Asse por 12 minutos, ou até que o teste do palito saia seco;
  9. Retire do forno e deixe esfriar

Cobertura

  1. Bater o cream cheese, a manteiga e a essencia até obter uma mistura homogênea;
  2. Adicionar o açúcar aos poucos e continuar batendo;
  3. Deixar a cobertura na geladeira por pelo menos 2 horas para firmar bem antes de cobrir os cupcakes;

Rende: 12 a 15 cupcakes médios
DICA: Se quiser que fique um vermelho bem vivo, cozinhar as beterrabas antes de fazer o suco.


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Contaminação Cruzada por Glúten em produtos sem glúten!

Ótimo texto da Raquel Benati no site Rio sem Glúten!!

Quando falamos em contaminação cruzada por glúten, muitas pessoas ficam sem entender o que é isso e como pode afetar a quem é celíaco.

Muitos produtos alimentícios não contém glúten em sua composição, mas devido a uma série de fatores, acabam tendo traços de glúten. É o que chamamos de contaminação cruzada por glúten.

A contaminação cruzada é uma transferência de traços ou partículas de glúten de um alimento para outro alimento, diretamente ou indiretamente.

A contaminação cruzada pode ocorrer na área de manipulação de alimentos, mas também pode ocorrer durante o plantio, colheita, armazenamento, beneficiamento, industrialização e no transporte e comercialização desse produto.  

 Todos os produtos que encontramos com a inscrição “Contém Glúten”, mas na lista de ingredientes não consta algo que possa ter glúten, é sinal de que há riscos de contaminação cruzada em alguma parte do processo industrial.

 

Um bom exemplo é o NESCAU. A fórmula não contém glúten, mas como ele é embalado em uma máquina onde também embalam outros produtos com glúten, a NESTLÉ decidiu colocar a inscrição de que contém glúten.

Mas podemos tomar o Nescau com leite já pronto que é vendido em caixinhas tetrapack, pois aquele pó é retirado direto da máquina para o setor de laticínios, antes de ser embalado.

Essas embalagens tem a inscrição “Não contém Glúten”.  

O que mudou com a nova legislação de rotulagem?

A partir de julho de 2016 as empresas precisaram declarar nos rótulos, caso exista, a presença ou o risco da presença de traços de trigo e glúten em seus produtos naturalmente sem glúten.

Nesse caso, eles passaram a ter a inscrição “Contém Glúten”.

Mas como houve um período de transição, onde tudo que foi produzido com data anterior à da aplicação da RDC veio da forma antiga e pode circular no comércio.

Assim poderemos ter o mesmo produto com rótulos diferentes, nas prateleiras.

O consumidor precisa estar muito atento e sempre que tiver dúvidas, entrar em contato com o SAC das empresas.

A partir da RDC 26/2015 – ANVISA, não vale mais o percentual de traços de glúten que o CODEX ALIMENTARIUS aceita em produtos seguros para celíacos.

Antes dessa RDC todo produto brasileiro e importado com menos de 20 ppm de glúten era considerado seguro para celíacos.

A ANVISA esclarece que como a Lei Federal 10.674/2003 não cita a questão dos traços e que na alergia alimentar não existe um percentual de traços que seja considerado seguro.

Agora todos os produtos que tiverem riscos de terem traços de glúten virão com a inscrição “Contém Glúten”, independente da quantidade de traços que possa existir.

Os produtos que usarem a inscrição “Não contém glúten” devem apresentar em seus testes laboratoriais resultados de “traços indetectáveis” .

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Pães e bolos - 01

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O que fazer para ter certeza sobre a contaminação cruzada?

Embora a legislação atual seja clara, mesmo com a inscrição “Não contém glúten” no rótulo dos alimentos, devemos sempre que encontrar algum produto novo, entrar em contato com o SAC da empresa e perguntar sobre a possibilidade da contaminação cruzada por glúten.

Se a empresa também trabalha com produtos COM glúten, mais um motivo para desconfiar e pesquisar.

Espero que tenham entendido essa questão, que não é simples, mas é essencial para gerenciar nosso cardápio diário.

 Toda vez que experimentar algum produto novo, faça com moderação e sem ser junto com outra novidade sem glúten. 

Caso você se sinta mal, analise o que comeu e identifique o que pode ter acontecido. Muitas vezes passamos mal sem ser por contaminação de glúten.

 Fonte: Raquel Benati


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A polêmica sobre o arsênico no arroz!!!

Foto site: Mega Curioso

Com certeza a polêmica de fevereiro para quem é celíaco ou adepto de uma dieta livre de glúten, foi quanto a concentração de arsênico no arroz e seu potencial cancerígeno.

Abaixo vou transcrever a resportagem divulgada no site Mega Curioso falando sobre o assunto:

Não é nenhum segredo — para os cientistas, evidentemente! — que as comidas e bebidas que ingerimos contêm arsênico, um elemento químico que, quando consumido em grandes quantidades, pode ser extremamente tóxico e até provocar a morte.

Por essa razão, existe uma regulamentação específica que define o limite máximo dessa substância na água, por exemplo.

Contudo, conforme apontou o pesquisador Julian Tyson em um artigo publicado pelo portal The Conversation, assim como ocorre nos EUA, aqui no Brasil o controle da concentração de arsênico nos alimentos e em outras bebidas que não sejam a água é muito menos rigoroso e específico — isso quando esse controle existe e é aplicado corretamente por algum órgão governamental.

A questão é: será que a falta de vigilância pode afetar a nossa saúde?

Segundo Julian, os compostos derivados do arsênico que normalmente estão presentes nos alimentos são, em sua maioria, inofensivos para os seres humanos.

Um exemplo são os frutos do mar, os produtos que consumimos com a maior concentração de arsênico.

Entretanto, o composto está presente nos organismos marinhos na forma de arsenobetaína — que, para quem adora esse tipo de comida, é inócua para o consumo.


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Questão de concentração

O problema é que conhecemos muito pouco a respeito da concentração de arsênico em outros alimentos — assimilado através do uso de herbicidas, pesticidas, aditivos etc. ou por meio do solo mesmo, já que, afinal, o elemento ocorre na natureza —, e é aí que mora o perigo.

Até onde se sabe, o único produto largamente consumido e que oferece risco de intoxicação em longo prazo é o arroz e seus derivados, como farinha, cereais matinais, biscoitos, bolos e fórmulas infantis.

Análises revelaram que 95% do arsênico liberado durante o preparo do arroz são provenientes de quatro compostos — inorgânicos e metilados — derivados desse elemento químico, e todos são potencialmente carcinogênicos para os humanos.

No entanto, para determinar o risco de consumo, primeiro é preciso definir a concentração dos compostos em cada produto, a quantidade ingerida de alimento e a frequência de ingestão.

Arrozinho nosso de cada dia

 

No caso do arroz, ingrediente básico da dieta aqui no Brasil, Julian disse que alguns pesquisadores sugerem que o consumo máximo diário — para evitar o risco de desenvolver algum tipo de câncer por intoxicação de arsênico — deve ser de até um quarto de xícara de arroz cru contendo não mais do que 50 partes por bilhão do composto para adultos.

Já para as crianças, a quantidade deve ser ainda menor, em proporção à massa corporal.

Acontece que alguns testes revelaram que uma grande variedade de tipos de arroz e produtos derivados contêm concentrações de arsênico bem superiores ao limite máximo recomendado.

Além disso, o arroz integral, surpreendentemente, apresenta uma quantidade mais elevada do elemento químico do que o arroz branco.

Julian explicou que as pessoas que não comem arroz em quantidade superior à recomendada provavelmente não precisam se preocupar muito.

Mas ele mencionou que alguns grupos nos EUA, cuja dieta está baseada no consumo desse alimento — como é o caso dos asiáticos, assim como celíacos e crianças — deveriam ter cuidado.

Coincidentemente, o grupo étnico com a maior incidência de casos de câncer no país é o dos asiáticos.


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Pães e bolos - 01

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Exposição

 

Segundo Julian, a tecnologia necessária para detectar a presença de arsênico em alimentos surgiu há relativamente pouco tempo, e os primeiros testes com o arroz só foram realizados no final da década de 90.

Além disso, a proporção da contaminação em escala mundial só foi revelada em 2005, e atualmente — apesar de ainda serem pouco precisas — as análises mostram que independente da origem e do tipo, todas as classes de arroz contêm arsênico.

No caso dos EUA, a contaminação se deve ao fato de o arroz muitas vezes ser cultivado em campos que, no passado, foram utilizados para o plantio de algodão.

E a produção desses vegetais envolve o uso do ácido cacodílico (derivado do… arsênico!) como herbicida e do ácido arsênico para matar as plantas antes da colheita mecânica.

Pois, para piorar as coisas, o arroz assimila o elemento tóxico com mais facilidade do que outros vegetais.

Como resolver o problema?

Além do arroz, muitos dos compostos derivados que ingerimos através de comidas e bebidas são resultantes de processos relacionados com o arsênico que existe naturalmente distribuído em abundância pela Terra.

E, segundo Julian, não há um consenso entre os cientistas a respeito de como estimar quais são os riscos associados ao consumo desses elementos — nem existem métodos suficientemente satisfatórios para determinar sua concentração exata.

Mas, apesar da falta de precisão dos testes, os resultados claramente revelam dados preocupantes.

As análises deixam evidente que é necessário encontrar formas de limitar e reduzir a concentração de arsênico dos alimentos que consumimos — em especial do arroz —, assim como de fiscalizar essa redução.

Além disso, é preciso desenvolver tecnologias mais eficientes para que seja possível detectar a presença desse elemento com mais precisão.

Contudo, até que tudo isso aconteça, Julian sugere que o estabelecimento do limite máximo em menos de 100 partes por bilhão como padrão seria um bom começo.

E para a população que não vive sem o seu arrozinho, ele recomenda a ingestão parcimoniosa do branco em vez do integral, de preferência preparado depois de ser muito bem lavado e cozido com muita, muita água — livre de arsênico.

Fonte: http://www.megacurioso.com.br/saude-e-beleza/70210-voce-sabia-que-o-arroz-contem-grandes-quantidades-de-arsenico.htm




 

Minhas considerações sobre o estudo

Continuando o assunto, pesquisei outros portais sobre a contaminação, sobre o que pode ser feito e realmente a lavagem com água morna auxilia no processo de descontaminação.

O processo de percolação, onde grande quantidade de água quente circula entre os grãos de arroz, cozinhando lentamente e fazendo a troca da água pode ajudar no processo.

O processo da parboilização, onde o arroz é submetido a uma temperatura de água de 58 graus, por algumas horas, gerando a gelatinização dos grãos, pode ser uma saída que diminui a quantidade de arsênico nos grãos, apesar de não ser algo comprovado.

Quanto as farinhas,  a substituição gradual dessas farinhas por outras (farinha de milho, amendôas, castanhas, etc) pode ser uma alternativa viável.


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Cheesecake de frutas vermelhas sem glúten

Outro doce conhecidíssimo dos Estados Unidos, a cheesecake é muito popular por lá e vem se popularizando cada vez mais no Brasil. Relatos históricos dão conta de que a cheesecake foi servida na Grécia antiga durante os Jogos Olímpicos na Ilha de Delos em 776 a.C.

Com a conquista da Grécia pelos romanos, o segredo desta iguaria mudou de mãos. Diz-se que os romanos ofereciam cheesecake aos seus Deuses para acalmá-los. Eles também assavam tortas de queijo e os franceses faziam receitas de requeijão e açúcar.

O ingrediente essencial do cheesecake é, obviamente, o queijo. Porém, vários são os tipos encontrados em receitas através dos tempos, como o queijo cremoso, o queijo Francês Neufchâtel, o cottage e a ricota. Em 1872, um leiteiro americano tentando recriar o queijo Neufchâtel, acabou chegando ao cream cheese. A popularização mundial do cheesecake veio na década de 70 a partir dos Estados Unidos, principalmente de Nova York.

Ingredientes:

Massa:

Cobertura:

  • 6g de gelatina em pó sem sabor;
  • 300g de frutas vermelhas picadas;
  • 150ml de água fervente;
  • 100g de açúcar demerara;
  • suco de 1 limão;
  • frutas vermelhas para decorar;

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Modo de preparo:

 Massa

  1.  Triturar os biscoitos em um processador;
  2. Amolecer a manteiga e incorporar aos biscoitos;
  3. Forrar uma forma de fundo removível de 26cm;

Recheio

  1. Bater o cream cheese com o açúcar e a essência de baunilha;
  2. Ir adicionando os ovos, um a um, até incorporar bem;
  3. Adicionar as rapas e o suco de limão;
  4. Despejar a mistura sobre a massa na forma;
  5. Pre-aquecer o forno a 150 graus e assar por 1 hora;

Cobertura

  1.  Em uma panela, levar as frutas picadas ao fogo com o açúcar;
  2. Cozinhar em fogo baixo, acrescentando um pouco de água se necessário, até ficar no ponto de geléia;
  3. Acrescentar o suco de limão e reservar;
  4. Hidratar a gelatina em 30ml de água fria;
  5. Adicionar 150ml de água fervente e dissolver todo o conteúdo da gelatina hidratada;
  6. Adicionar a geléia;
  7. Levar a geladeira por 30 minutos, mexendo de 10 em 10 minutos;
  8. Quando a cobertura ficar com a consistência de uma clara de ovo, despejar sobre a cheesecake e levar a geladeira por pelo menos 4 horas antes de servir;
  9. Decorar com as frutas frescas;

Rende: Uma torta de 26cm


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Bolo de castanha do Pará – sem glúten e sem lactose!


Bolo de castanha do Pará, extremamente leve, fácil de fazer, com apenas 4 ingredientes e não leva glúten e nem lactose na receita!

Ingredientes:

  • 3 ovos;
  • 125g de açúcar demerara;
  • 125g de castanha do Pará;
  • 1 colher de sopa de farinha de rosca sem glúten;


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Modo de preparo:

  1. Quebre os ovos e junte o açúcar na batedeira e bata por alguns minutos até a mistura ficar bem esbranquiçada;
  2. Triturar as castanhas no processador;
  3. Desligar a batedeira e adicionar a mistura de castanhas e mexer bem com uma colher;
  4. Adicionar a farinha de rosca;
  5. Em uma forma com papel manteiga, despeje a mistura e levar ao forno pré-aquecido a 180 graus por 13 minutos;

DICA: Servir o bolinho com uma calda quente de chocolate com pimenta ou servir o bolo quente com um sorvete.


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Macarons – receita clássica sem glúten!!!


Receita tradicional de macarons sem corante e recheada com ganache de chocolate. Para fazer doces coloridos, adicionar corante em gotas ao merengue antes de adicionar as farinhas.

Ingredientes:

Para o macaron:

  • 125g de farinha de amêndoas;
  • 125g de açúcar de confeiteiro;
  • 125g de açúcar refinado;
  • 3 claras de ovo;
  • Cacau em pó para polvilhar;

Para o recheio:

  • 150g de chocolate 70%;
  • 75g de creme de leite;
macarons
Ebook com diversas receitas de macarons!!! Várias idéias de recheios. Confira!!!

 

Modo de preparo:

  1. Misturar e peneirar a farinha de amêndoas e o açúcar de confeiteiro (se preferir, pode processar para ficar bem fininho). Reservar;
  2. Em uma panela em banho maria, levar as 3 claras e o açúcar refinado e misturar até o açúcar dissolver (aproximadamente 40 graus de temperatura);
  3. Levar essa mistura a batedeira e bater bem até formar picos firmes e a temperatura reduzir;
  4. Caso vá utilizar corante, nessa hora ele pode ser adicionado as claras;
  5. Adicionar delicadamente a mistura de farinhas até o ponto correto (quando a mistura estiver uniforme o suficiente para que fique lisinha quando aplicada na forma de assar);
  6. Colocar em um saco de confeitar, e ir distribuindo os discos da massa com aproximadamente 0,5cm de altura e 5cm de diametro (pode utilizar papel manteiga em uma assadeira reta e desenhar os discos no papel manteiga);
  7. Deixar descansar por uns 10 minutos;
  8. Levar ao forno entre 130 e 140 graus por 10 minutos;
  9. Baixar a temperatura para 100 a 110 graus por mais 8 minutos até que os biscoitos estejam assados;
  10. Retire do forno, deixe esfriar;
  11. Preparar uma ganache, derretendo o chocolate em banho maria e misturando o creme de leite;
  12. Colocar em sacos de confeitar e aplicar em um biscoito, colocando o outro biscoito em cima para fechar o macaron.

Receita rende aproximadamente 40 biscoitos, ou seja, 20 macarons prontos de 5cm de diâmetro.


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Orelha de gato – Receita sem glúten e sem lactose!


Orelha de gato, cueca virada, crostoli, cavaquinho, cada um tem um nome para esse bolinho que é muito saboroso. Além de saboroso ele é bem fácil de ser preparado sem glúten e todo mundo adora. Segue a receita:

Ingredientes:

  • 200g do mix de farinha sem glúten;
  • 2 colheres de sopa de açúcar;
  • 1 ovo;
  • 1 colher de sopa de óleo de milho;
  • 1 pitada de sal;
  • 1/4 de xícara de leite vegetal de sua preferência;
  • 1/2 colher de chá de fermento químico;

Mix de farinha sem glúten:

  • 200g de farinha de arroz;
  • 100g de polvilho doce;
  • 100g de fécula de batata;
  • 12g de goma xantana;

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Modo de preparo:

  1. Misture os ingredientes secos;
  2. Adicione o leite vegetal, o ovo e o óleo de milho;
  3. Misture bem ate formar uma massa uniforme
  4. Abra a massa com um rolo em uma mesa enfarinhada;
  5. Corte em retângulos, com um corte no meio.
  6. Enrole as pontas por dentro do corte para ficar no formato da foto.
  7. Fritar em óleo quente (175 graus);
  8. Passar numa mistura de açúcar e canela antes de servir;

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Pão de castanha do Pará!!


Receita desse pão de castanha do Pará mais leve do que se levasse farinha de arroz, mas com uma textura perfeita, como todas as receitas de pão de forma aqui do blog!!!

Ingredientes:

Modo de preparo:

  1. Misturar os ingredientes secos, exceto o sal;
  2. Bater por 1 minuto para misturar bem;
  3. Acrescentar os ovos, o óleo e o fermento natural (se usar o fermento biológico, acrescentar junto com os secos);
  4. Adicionar a água morna com o sal dissolvido;
  5. Bater bem por mais 1 minuto;
    Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psyllium absorver a água e começar a agir;
  6. Voltar a bater em velocidade média por 5 minutos;
  7. A massa vai ficar com a consistência de uma pomada;
  8. Em uma forma untada com óleo e fécula ou farinha de arroz, despejar a massa;
  9. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  10. Deixa no forno com temperatura de uns 40 graus para crescer;
  11. Se estiver usando fermento natural, deve crescer por 4 a 5 horas. Se for o fermento biológico vai crescer em 40 minutos;
  12. Polvilhar castanhas trituradas grosseiramente sobre o pão;
  13. Assar em forno pré aquecido a 170 graus por 40 minutos;

Rende 1 pão de castanha do Pará de 400 a 500g (depende do tipo de fermento utilizado)

 


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Pão de hambúrguer de microondas – sem glúten!!

 

Sabe quando bate aquela fome e não tem nada disponível para o lanche? Sair de casa para comprar é complicado, fazer um pão de forma ou baguete demora muito. Essa receita rende um pãozinho prático para o lanche da tarde ou para aquele delicioso hambúrguer com a família ou amigos. Leia abaixo e deixe seu comentário no final do post:

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de farinha de côco
  • 1 colher de sopa de farinha de linhaça;
  • 1 colher de sopa de farinha de milho;
  • 1 ovo caipira;
  • 1 colher de sopa de creme de leite fresco (ou iogurte natural);
  • sal a gosto;

Modo de Preparo

  1. Misturar os ingredientes secos;
  2. Adicionar o ovo e o creme de leite;
  3. Bater bem com o auxilio de um fouet ou colher;
  4. Em um potinho untado, distribuir a massa;
  5. Levar ao microondas por 2 minutos e 20 segundos em potência alta (aqui o tempo pode variar de acordo com o seu forno de microondas)
  6. Retirar do pote e se quiser pode passar uma gema de ovo batida e gergerlim e levar ao forno com 200 graus por mais 3 a 4 minutos para dourar;

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    Pães e bolos - 01

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Rende 1 porção

Dicas do chef: Usar um potinho ou tigela com fundo arredondado, para quando sair do molde ficar com o formato de pão de hambúrguer;

Se quiser fazer sem lactose, pode substituir o creme de leite por um creme de leite de coco ou até um leite de amêndoas.

Também pode ser feito com um pouco menos de tempo no microondas e finalizar na sanduicheira com presunto e queijo ou o recheio de sua preferência.


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Pão de milho – sem glúten e sem lactose


Essa receita lembra aquele clima de fazenda, pão de milho quentinho, uma xícara de café. Quem já viveu uma situação assim, com certeza vai lembrar!!!

 Ingredientes:

Modo de Preparo

  1. Misturar os ingredientes secos, exceto o sal;
  2. Bater por 1 minuto para misturar bem;
  3. Acrescentar os ovos, o óleo e o fermento natural (se usar o fermento biológico, acrescentar junto com os secos);
  4. Adicionar a água morna com o sal dissolvido;
  5. Bater bem por mais 1 minuto;
  6. Deixar a batedeira desligada por 2 minutos para o psyllium absorver a água e começar a agir;
  7. Voltar a bater em velocidade média por 10 minutos;
  8. A massa vai ficar com a consistência de uma pomada;
  9. Em uma forma untada com óleo e fécula ou farinha de arroz, despejar a massa;
  10. Acrescentar 2 colheres de sopa de água sobre a massa para manter úmida e usar uma colher para dar acabamento;
  11. Deixa no forno com temperatura de uns 40 graus para crescer;
  12. Se estiver usando fermento natural, deve crescer por 4 a 5 horas. Se for o fermento biológico vai crescer em 40 minutos;
  13. Polvilhar castanhas trituradas grosseiramente sobre o pão;
  14. Assar em forno pré aquecido a 170 graus por 40 minutos;

 Rendimento: Um pão de 450 gramas.

Validade de 5 dias sem refrigeração. Validade de 90 dias congelado.

 

Consistência da massa no início do processo
Consistência após 5 minutos batendo
Massa na forma, hidratada com água
Massa pronta para assar

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